6110 – Sociedade – Brasil é o 2º país onde mais se rouba em lojas


% DE MERCADORIAS FURTADAS

Índia – 2,72%

Brasil – 1,64%

Marrocos – 1,64%

África do Sul – 1,62%

Rússia – 1,61%

México – 1,61%

Tailândia – 1,57%

EUA – 1,5%

Reino Unido – 1,29%

QUEM SOME COM OS PRODUTOS

Clientes – 43%

Funcionários – 35%

Fornecedores – 5%

Erros de contabilidade – 17%

O QUE MAIS SOME

1. Material de construção e peças de carro

2. Roupas e acessórios de moda

3. Cosméticos

4. Livros e jornais

5. CDs, DVDs e programas de computador

6. Itens de supermercado

7. Artigos de escritório

6109 – O que é a sinestesia?


Sinestesia vem do grego, é a relação de planos sensoriais diferentes: Por exemplo, o gosto com o cheiro, ou a visão com o tato. O termo é usado para descrever uma figura de linguagem e uma série de fenômenos provocados por uma condição neurológica.
Sinestesia é uma figura de estilo ou semântica que designa a união ou junção de planos sensoriais diferentes. Tal como a metáfora ou a comparação por símile, são relacionadas entidades de universos distintos.
Sinestesia, como figura de linguagem, é o cruzamento dos sentidos, a qualidade de um sentido atribuído a outro, expressão típica de uma determinada categoria de poetas. Quanto mais sentidos cruzados em apenas um sintagma, ou sob uma única conjunção sensorial, mais rica será a frase ou poesia sinestésica.

Há certa confusão em relação aos termos sinestesia e cinestesia: o segundo termo (cinestesia) refere-se ao sentido muscular, a um conjunto de sensações que nos permite a percepção dos movimentos (Michaelis, 1998); o primeiro termo (sinestesia) refere-se a uma sensação secundária que acompanha uma percepção, ou seja, uma sensação em um lugar originária de um estímulo proveniente de um estímulo de outro (Michaelis, 1998 e Dorsch, 1976). Portanto, é importante termos em mente que o termo sinestesia empregado neste trabalho não se restringe à percepção do movimento e suas propriedades (peso e posição dos membros), mas engloba um conjunto geral de percepções e sensações interligadas por processos sensoriais.

6108 – Mega Sampa – Cuidado com o “Vinho Químico”


Combustível de posto de gasolina com álcool de limpeza, groselha, adoçante.
Que péssima maneira de morrer.
Está começando a ficar popular uma bebida produzida nos quintais de pessoas sem mínima formação escolar, mínima higiene e com ingredientes absolutamente irresponsáveis, sendo vendida com o nome de Vinho Químico em alguns pontos dos ambulantes da maior capital brasileira, São Paulo. Está chegando a hora do eventos paulistas como Virada Cultural, Virada Sustentável e a tal parada gay; cuidado com sugestões de alto risco.
Quer beber alguma coisa e não está com dinheiro, escolha produtos baratos, mas produtos regulamentados pelo Ministério da Agricultura, com regras estabelecidas para que no mínimo você sobreviva.
Você sabia…
Ao consumir 20 a 30 ml de etanol você está correndo risco de morte?
Você tem idéia do que é 96% de álcool da pior qualidade para o consumo humano?
Sabia que álcool metílico, o metanol do posto de gasolina é um solvente industrial?

NÃO BRINQUE COM ISSO. NÃO PERMITA QUE OUTROS BEBAM.
INFORME SEUS AMIGOS DOS RISCOS E DENUNCIE.

Conheça alguns dos vários riscos que você corre ao consumir esse Vinho Químico, que de vinho não tem nada.
Descolamento da retina e cegueira, intoxicação generalizada, convulsão cerebral e com aproximadamente 200 ml deste líquido, você já está pronto para…morrer.

Quando anoitece em São Paulo, os ambulantes abrem o bar e oferecem também uma mistura com cachaça, que já é famosa nos terminais de ônibus. Mas quando a metrópole se reúne para festejar em eventos contados aos milhões de pessoas, os ambulantes preparam um novo coquetel, batizado muito injustamente de ‘vinho’. No jargão das autoridades, ‘vinho químico’.
“Ele pega alguma coisa parecida, ou algum vinho de preço irrisório, vamos supor que ele pague R$ 5 ou R$ 6, e produz até 4, 5, até 6 garrafas”, diz o subprefeito da Sé, Nevoral Bucheroni .
O ‘vinho químico’ mais comum tem etanol com groselha. Outras vezes, leva álcool metílico, desses de limpeza, com corante e adoçante. O teor alcoólico, frequentemente, passa de 90%.
A polícia fechou 26 fabriquetas de fundo de quintal. “Até residência particular ano passado tinha estoque desse vinho, distribuído por ambulantes”, revela o subprefeito.

Como os ambulantes atuam disfarçados no meio da multidão, levando garrafas em mochilas para fugir da fiscalização, é cada vez mais importante que as pessoas saibam que o produto que é vendido nas ruas como vinho não é vinho. Cada ambulante faz a mistura que bem entende, usando materiais de baixa qualidade, produtos químicos, sem nenhuma preocupação com a higiene. E o efeito desse coquetel é muitas vezes devastador sobre a saúde de quem bebe.
Álcool em quantidades tão elevadas pode levar a um estado de intoxicação aguda. O coração bate desordenado e o cérebro pode entrar em convulsão.
“O álcool é tão tóxico que, depois de uma determinada quantidade, os impulsos do cérebro passam a funcionar de uma forma caótica. Isso pode levar a uma série de desequilíbrios químicos no corpo que o indivíduo pode ir para coma ou morte”, destaca o psiquiatra Dartiu Xavier, da Unifesp.
O tal do ‘vinho químico’ pode ser feito com álcool metílico, aquele dos produtos de limpeza. “O maior risco é você ter uma cegueira que é definitiva. A pessoa fica cega e é irreversível”, aponta o psiquiatra.