6055 – Geo-Política e Defesa – De ☻lho na Vizinhança


Os 28 destacamentos na fronteira da Região Amazônica tem cerca de 1600 soldados é o equivalente a 1 soldado para cada 7 km de fronteira.
A Zona Marítima exploratória possui 4,4 milhões de km² submersos e neles o país exerce direitos sobre as riquezas naturais. Mas só detém posse de uma faixa de 12 milhas marítimas.
O Brasil é um dos 3 únicos páises do planeta que fazem fronteira com 10 ou mais vizinhos terrestres, os outros 2 são a Rússia com 14 e a China com 10. O arco de 15.700 km que vai da Tríplice Fronteira, na Foz do Rio Iguaçú, em pleno sudeste, até o Oiapoque, limite setentrional com a Guiana Francesa, reúne governos instáveis.

Mini Cronologia das Batalhas

1648 – Batalha dos Guararapes – O choque com os holandeses durou anos e as forças brasileiras conquistaram uma vitória decisiva. É considerada a data da fundação das Forças Armadas no Brasil.
1822-23 – Independência – O último militar português foi expulso do país em 2 de julho pelo marechal Pedro Labatut e suas tropas em Salvador. Lutando com a farda emprestada, a baiana Maria Quitéria tornou-se a patrona do Exército brasileiro.
1865 -70 – A Guerra do Paraguai – Mais de 200 mil brasileiros combateram e 18 mil morreram. Entre os Paraguaios, houve 300 mil mortos. A Batalha do Avaí, relata a luta.
1835 – 45 – Revolução Farroupilha – Saparatistas gaúchos republicanos e abolicionistas, empreederam o mais longo conflito armado no continente. Governante da província, o Barão de Caxias derrotou os revoltosos.
1889 – Proclamação da República – O primeiro golpe militar no país deu-se sem nenhuma gota de sangue derramado. O general Benjamin Constant conseguiu a adesão no Rio do oficial mais graduado do Exército, o marechal Deodoro da Fonseca. O movimento federalista acabou com a Monarquia em 15 de novembro.
1893 – 97 – A Guerra de Canudos – Antonio Conselheiro liderou a rebelião de 30 mil sertanejos em Canudos, cidade de retirantes que fundara na Bahia.Tropas federais foram derrotadas 3 vezes, antes da vitória, na mais mortífera guerra civil da história brasileira.
1910 – A Revolta da Chibata – Mais de 2 mil marujos se rebelaram contra torturas, extintas pela República, que a Marinha restabelecera. Tomaram 4 navios, assassinaram 6 oficiais. O governo negociou e cedeu quando os rebeldes se entregaram.
1914 – Expedição Rondon-Roosevelt – As autoridades desconheciam os índios quando Cândido Rondon instalou linhas telegráficas na Amazônia. Em 1914, já coronel, ele levou á floresta uma expedição de que participou o presidente dos EUA Teddy Roosevelt.
1930 – O 2° golpe militar no Brasil triunfou em 3 semanas. Depôs Washington Luiz e empossou Getúlio Vargas. Encerrou a República Velha e deu poder às massas urbanas.
1932 – Movimento Constitucionalista – Primeira revolta armada contra Vargas, uniu paulistas partidários de mudanças constitucionais por 83 dias, com um saldo de 1000 mortos e a derrota.
1942 – 2ª Guerra Mundial – De fevereiro a dezembro, 18 navios brasileiros foram afundados por submarinos alemães. Em guerra contra o Eixo desde agosto, o país contou 1500 mortos nos ataques marítimos e 456 militares mortos na Itália.
1964 – 84 – Regime Militar – No 4° golpe, o vértice das Forças Armadas decidiu assumir o comando do país e promoveu 21 anos ininterruptos de ditadura. A minunciosa intervenção coincidiu com expansão industrial e aceleração inflacionária.

No dia 19 de abril comemora-se o dia do exército brasileiro. A data é marcada pela primeira luta dos povos do Brasil contra a dominação holandesa, em 1648. Os indivíduos que treinam e lutam para defender os espaços e direitos de um país são os integrantes dessa corporação.
No período de 1808 até 1967 o responsável pelas ações do exército era o ministério da guerra; entre 1967 e 1999, o controle passou a ser feito pelo ministério do exército. A partir de 1999, criou-se o ministério da defesa, responsável pela defesa nacional, unindo as três forças armadas do país: o exército, a marinha e a aeronáutica.
O comandante supremo do exército brasileiro é o presidente da república, mas existem os cargos hierárquicos dentro da corporação.
As tropas do exército praticam fortes treinamentos, como preparo para operar em circunstâncias de guerra e de conflitos mais extremos. São responsáveis pela segurança da pátria junto às fronteiras, compartilhando tal responsabilidade com os serviços da aeronáutica.
Além disso, o exército participa de campanhas sociais, leva alimentos e faz serviços de atendimento médico às localidades do país que são muito isoladas, onde a população não tem acesso aos mesmos.

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