5815 – Mega Polêmica – Deve se tratar o câncer de próstata?


Conhecer

A polêmica coloca em lados opostos médicos a favor de manter o teste (como um dos primeiros passos para o diagnóstico e tratamento) e os profissionais que, como a USPSTF, defendem que a análise dos resultados mostra pouco ou nenhum benefício a longo prazo no PSA para a maioria dos homens que, a despeito de identificados como portadores do câncer, jamais chegariam a desenvolver os sintomas da doença. Mais ainda, o exame expõe desnecessariamente centenas de milhares de indivíduos testados, nos quais se detecta o câncer de próstata, a complicações comuns advindas do tratamento, como a impotência e a incontinência urinária (devido à remoção cirúrgica da próstata) e o sangramento retal (por conta do tratamento com radiação).
O controvérsia que move o debate sobre o teste de PSA envolve basicamente uma questão: é adequado começar o tratamento do câncer de próstata imediatamente após um resultado positivo em um exame de rastreamento, como o PSA? “O cerne da questão está realmente aí, pois nem sempre o câncer é agressivo a ponto de matar o indivíduo. Em muitos casos, o paciente identificado é tratado e morre em decorrência de outras complicações”, diz Alexandre Miranda, responsável pelo setor de Andrologia do Hospital Federal de Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), e membro da American Urological Association (AUA).
A força-tarefa da USPSTF ilustrou, em números, o exposto por Miranda: desde 1985, mais de 1 milhão de homens foram tratados após o resultado do teste de PSA. Pelo menos 5 mil morreram logo após o tratamento e outros 300 mil sofreram de impotência ou incontinência – ou de ambos os males. O pior de tudo: em muitos casos, a terapia foi, de certa forma, inadequada.
As controvérsias em torno do PSA não são novas e surgiram porque o exame de rastreamento, bem como o tratamento que vem a seguir, não é totalmente seguro. O teste, na verdade, não confirma que um homem é portador de câncer, apenas indica que o indivíduo poderia ter a doença. O certo é que, se ele fosse 100% eficaz, os homens com tumores pequenos e curáveis seriam medicados, evitando tratamentos desnecessários com efeitos colaterais graves.
“O PSA é um marcador específico. Ele indica a quantidade da proteína antígeno prostático específico produzida pelas células da próstata. Essa, por sua vez, pode estar em níveis elevados por diversas razões, como a proliferação de células malignas ou o crescimento benigno da próstata em decorrência da idade. Ou seja, o exame não diz com precisão se o sujeito tem realmente um câncer de próstata e se este é agressivo ou não, algo que faz toda a diferença na maneira como o tratamento da doença deve ser conduzido”, diz Paulo Rodrigues, ex-presidente da sucursal fluminense da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e atual diretor do Instituto Albarran de Urologia.
Um teste positivo de PSA indica que os homens devem se submeter a uma biópsia, o que envolve desconforto e risco. E isso não é o pior. A biópsia pode distinguir os homens que realmente têm câncer de quem provavelmente não tem. O verdadeiro problema é que os médicos não dispõem de uma forma confiável para determinar quais desses pequenos tumores identificados pela biópsia são potencialmente perigosos e quais nunca incomodarão um homem.

5814 – História – A Revolução Industrial


Revolução Industrial

No início do século 18, a Revolução Industrial começou a reconfigurar todo o planeta. Aqueles países que primeiro embarcaram nessa onda de inovações tecnológicas virariam também as primeiras potências da Era Moderna. Por volta de 1900, nações como Inglaterra, França, Itália e Alemanha já faziam pose de donas do mundo, exercendo forte influência política e econômica sobre todas as outras E não tardaria até que EUA, Japão e Rússia também engrossassem a lista dos poderosos – embora não fossem impérios coloniais como seus pares da Europa Ocidental. Esse novo modelo de imperialismo, agora baseado no desenvolvimento da indústria, ajudaria a definir quais países escreveriam a história do mundo dali em diante.

1700
AMÉRICAS
• Cerca de 30 mil escravos africanos trabalham no garimpo de ouro em Minas Gerais.
ÁFRICA E O. MÉDIO
• Astrônomos islâmicos adotam instrumentos desenvolvidos por europeus, como o telescópio.
• O reino de Darfur se expande na África Oriental.

ÁSIA E OCEANIA
• A China atinge sua maior extensão territorial, com população de 300 milhões.

1750

AMÉRICAS
• Os EUA declaram independência.

EUROPA
• Está em curso a Revolução Francesa, que terminará com a queda da monarquia.

ÁSIA E OCEANIA
• O Sião (atual Tailândia) conquista a independência de Burma (atual Mianmar).

1800

AMÉRICAS
• Várias colônias espanholas na América tornam-se independentes.
• O Brasil declara sua independência de Portugal.
EUROPA
• Napoleão Bonaparte se declara imperador da França.
• Karl Marx publica o Manifesto Comunista e revoluções populares eclodem por toda a Europa.

1850
AMÉRICAS
• A escravidão é abolida nas ex-colônias espanholas.

1900
Clube dos cinco
Potências mundiais em 1900
INGLATERRA
Foi o berço da industrialização, impulsionada por invenções importantes como a fundição de ferro a carvão (Abraham Darby, 1709), a máquina de tear (Richard Arkwright, 1769) e o motor a vapor (James Watt, 1769).

ITÁLIA
Dois inventores viraram sinônimo de Revolução Industrial em território italiano: Alessandro Volta e Guglielmo Marconi. O primeiro criou a bateria elétrica, em 1800. O segundo inventou o rádio, na virada do século 19 para o século 20.

FRANÇA
Seu processo de industrialização patinou no início, mas acabou pegando no tranco. As descobertas do físico britânico Michael Faraday no campo do eletromagnetismo tornaram possível construir em Paris o primeiro gerador elétrico, no ano de 1832.

ALEMANHA
Sua revolução industrial só começou para valer em 1815, depois da unifi cação do país. A partir daí, no entanto, caminhou a passos largos, com invenções como motores a explosão (Gittlieb Daimler, 1885) e movidos a diesel (Rudolph Diesel, 1897).

EUA
Antes de pensar em Revolução Industrial, os americanos tiveram de resolver sua guerra civil, encerrada só em 1865. Daí em diante, o processo deslanchou, empurrado por invenções como a lâmpada (Thomas Edison, 1879) e a linha de montagem (Henry Ford, 1913).
A escravidão acompanha a humanidade desde o seu passado mais remoto. Na 2a metade do século 18, contudo, fazer e vender escravos virou um negócio dos mais lucrativos. Àquela altura, colônias e ex-colônias europeias nas Américas dependiam da mão-de-obra escrava para tocar suas culturas de algodão, café, cana-de-açúcar e tabaco, ou seguir com a rentável mineração de ouro e pedras preciosas. Resultado: tráfico humano em proporções aterradoras. Estima-se que, de 1500 a 1870, de 10 milhões a 12 milhões de africanos tenham sido escravizados e enviados para trabalhos forçados no continente americano.
A escravidão acompanha a humanidade desde o seu passado mais remoto. Na 2a metade do século 18, contudo, fazer e vender escravos virou um negócio dos mais lucrativos. Àquela altura, colônias e ex-colônias europeias nas Américas dependiam da mão-de-obra escrava para tocar suas culturas de algodão, café, cana-de-açúcar e tabaco, ou seguir com a rentável mineração de ouro e pedras preciosas. Resultado: tráfico humano em proporções aterradoras. Estima-se que, de 1500 a 1870, de 10 milhões a 12 milhões de africanos tenham sido escravizados e enviados para trabalhos forçados no continente americano.

5813 – Civilizações Antigas – Os Primeiros Passos do Homem


A aventura começou há 200 mil anos, na África, quando surgiu o Homo sapiens – a primeira espécie anatomicamente parecida com a gente. Durante 75% desse tempo, a maior façanha do homem primitivo foi simplesmente sobreviver. As ferramentas eram rudimentares e havia sempre um crocodilo gigante à espreita.
Por volta de 80000 a.C., a população humana não passava de 2 mil. Ou seja: a espécie toda caberia num teatro de hoje. Nossos ancestrais vagavam pelo continente africano em grupos isolados, se virando para enfrentar uma Era Glacial. Estiveram à beira da extinção. Foi quando caiu uma ficha fundamental: o jeito era “botar o pé na estrada” e procurar uma vida melhor em outros cantos do mundo.
A expansão começou 60 mil anos atrás, quando nossos antepassados começaram a experimentar uma revolução no modo de pensar. Como diz o geneticista e antropólogo americano Spencer Wells, nessa época o homem se transformou numa “máquina de inovação”. Inovar, neste caso, significava duas coisas: primeiro, ter uma ideia; depois, convencer o grupo a executá-la. Foi assim que os humanos passaram a fabricar ferramentas mais precisas, construir instrumentos de caça mais eficientes… Enfim, começaram a desenvolver tecnologias.
Alguns grupos de Homo sapiens cruzaram o continente africano e chegaram ao Oriente Médio. Outros povoaram a Europa. Houve ainda os que avançaram Ásia adentro e colonizaram a Austrália, usando barcos pela primeira vez.
Aqueles que alcançaram a Sibéria descobriram por lá uma fonte tentadora de comida: mamutes. Passaram a caçar esses enormes animais usando microlitos (pedras lascadas e bem afiadas, fixadas na ponta de uma lança). Do mamute abatido não se tirava apenas a carne. Com o couro e os ossos, esses siberianos primitivos faziam roupas e abrigos graças a uma invenção tão simples quanto genial: a agulha de costura. Foram seus descendentes que provavelmente cruzaram o estreito de Bering, há cerca de 15 mil anos, e dali conquistaram as Américas.
Quando terminou a última Era Glacial, há cerca de 12 mil anos, a Terra ficou bem mais hospitaleira e nossos antepassados mudaram de vida novamente. Deixaram a caça e a coleta de frutos para se dedicar à agricultura. Surgiram, assim, os primeiros povoados, em torno dos quais produziam- se alimentos e domesticavam-se animais. Agora, o homem não precisava mais ir de um lugar para o outro a fim de garantir sua sobrevivência. Podia se estabelecer definitivamente aqui ou ali, para sempre. Estava criado o ambiente propício ao surgimento das primeiras civilizações.

5812 – Civilizações Antigas – A Fúria Mongol


Soldados mongóis

Genghis Khan foi impiedoso, com fama de cruel e sanguinário, o guerreiro mongol conseguiu a proeza de derrotar o Império Chinês. Multiplicou seu território por 3 em menos de 20 anos, entre 1206 e 1225. Quando morreu, em 1227, seus domínios se estendiam do mar Cáspio ao oceano Pacífico.
Após a morte de Genghis Khan, um de seus filhos, Ogodai, tratou de dar continuidade às guerras de conquista. Resultado: por volta de 1280, os mongóis controlavam mais de um quinto do planeta – o maior império que a humanidade já viu. Da Europa Oriental a Vladivostok, tudo pertencia àquele povo. Com o tempo, essa vastidão territorial foi se desintegrando, dando lugar a uma constelação de Estados independentes. Era o fim do sonho de Genghis Khan e seus descendentes. Eles queriam conquistar o mundo.
Em 1325, os astecas fundam sua capital, Tenochtitlán, no exato local onde hoje fica a cidade do México. Àquela altura, já eram temidos pelos povos vizinhos. O motivo? Fama de sanguinários adquirida ao longo de décadas em que eles atuaram como mercenários, a serviço das cidades-Estado que dominaram a região após a queda do Império Tolteca. A partir da fundação de Tenochtitlán, no entanto, os astecas ampliaram seus domínios principalmente em direção ao sul, até a fronteira com a atual Guatemala. Como todas as demais civilizações précolombianas, ergueram templos piramidais e palácios fabulosos, com recursos extorquidos dos povos derrotados. Até a chegada dos conquistadores europeus, no século 16, eles reinaram absolutos naquela região, sob a liderança de governantes como o lendário Montezuma.Tenochtitlán, àquela altura, era um dos maiores centros urbanos do mundo, com pelo menos 250 mil habitantes. Perdia em tamanho somente para as cidades de Roma, Paris, Veneza e Constantinopla, mas dava um banho de planejamento urbano em todas elas. Construída numa ilha bem no meio do lago Texcoco, era atravessada por centenas de canais, onde navegavam barcos e boiavam canteiros flutuantes com flores e verduras. A água potável vinha das montanhas, trazida por aquedutos. Nada disso, contudo, resistiu à invasão dos espanhóis liderados por Hérnan Cortés, em 1519.
Império otomano
Surge uma nova potência mundial

Com o declínio do Império Mongol, lá pelo início do século 14, os turcos otomanos foram ganhando espaço entre a Ásia e a Europa. Começaram criando um Estado na região oeste da Anatólia (atual Turquia). Mas rapidamente se transformaram numa das grandes potências mundiais. Primeiro, dominaram os Bálcãs e tomaram dos bizantinos a cidade de Constantinopla – fazendo dela sua capital, em 1453. Depois, avançaram pelo norte da África, parte da Arábia e toda a Mesopotâmia. No século 17, quando atingiu seu auge, o Império Otomano ia do estreito de Gibraltar ao golfo Pérsico.

1200

ÁSIA E OCEANIA
• Um monge retorna da China e introduz o zen-budismo no Japão.
• O islamismo substitui crenças hindus na região centro-sul da Ásia.

AMÉRICAS
• A cidade de Cuzco, no Peru, é fundada pelo governante inca Manco Capac.
• A civilização de Tiahuanaco, nos Andes, entra em colapso.

1230

EUROPA
• Ferdinando 3º unifica os territórios de Leão e Castela, na Espanha.
• O papa Gregório 9º instaura a Inquisição.
• Jaime 1º de Aragão reconquista dos árabes a região de Valência, na Espanha.
• Felipe 3º da França unifica o norte e o sul do território francês.

1300

ÁSIA E OCEANIA
• Técnicas teatrais começam a ser aprimoradas na China.

EUROPA
• Mais de 500 catedrais góticas são construídas por toda a Europa cristã.

1350

EUROPA
• A peste negra mata aproximadamente 75 milhões de pessoas na Europa.
• Turcos-otomanos derrotam os búlgaros e passam a controlar a Macedônia.

• Os mongóis inventaram o correio express. Com entrepostos a cada 40 quilômetros e cavalos velozes, correspondências que levavam até 10 dias para chegar passaram a ser entregues em apenas 24 horas.

• Foi no contato com os mongóis que o aventureiro italiano Marco Polo acabou conhecendo o macarrão. Mais tarde, ele teria levado a novidade para a Itália, onde fez enorme sucesso.

• Nos tempos do Império Mongol, a Rota da Seda reviveu seus dias de glória. O comércio entre Europa, Ásia Central e Extremo Oriente enriqueceu cidades ao longo do caminho e promoveu intenso intercâmbio cultural.

• Tolerância religiosa foi uma característica do Império Mongol. Cristãos, islâmicos e budistas viveram em paz sob seus domínos.

5811 – Do que são feitosos iorgutes


Há 2 tipos de iogurtes reguladores. Um é feito à base de bactérias conhecidas como probióticos: organismos benéficos à saúde se usados corretamente. O outro tipo é composto de fibras vegetais, além das bactérias. Essas informações estão visíveis no rótulo do iogurte, que é aprovado pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Os probióticos servem para amenizar os sintomas da chamada síndrome do intestino irritável, que ataca a flora intestinal e provoca prisão de ventre, diarreia, dor e distensão abdominal. Cerca de 20% dos brasileiros sofrem do problema. Ele ocorre quando há a diminuição das colônias de bactérias que fazem, entre outras coisas, o trânsito intestinal (o caminho das fezes até a evacuação). As bactérias absorvem nutrientes e ajudam na formação das fezes. Sem elas, o intestino trabalha mal. É aí que entram os probióticos e as fibras vegetais. As bactérias do iogurte repovoam as colônias, enquanto as fibras, que não são digeridas no estômago, vão direto para o intestino, onde deixam as fezes mais macias, dimuindo o desconforto.

5810 – Mega Byte – Facelixo – Os 5 Piores Aplicativos do Facebook


Nota:
Na minha opinião quase todos são ruins, mas estes conseguiram ser os piores:

VOCÊ (NÃO) É A CARA DELE
Nome do aplicativo – A que famosos se parecen tus amigos?
O que ele faz – Mostra a quais celebridades os seus amigos se parecem: você dá um clique e 10 deles são comparados com gente famosa. Essa é a promessa, pelo menos. Na prática, o aplicativo não tem critério nenhum e faz comparações aleatórias e engraçadas – como dizer que aquela sua amiga é parecida com o ator espanhol Javier Bardem.

SIM, A AMIZADE SE COMPRA
Nome do aplicativo – Friends for Sale!
O que ele faz – Você compra um amigo usando dinheiro (virtual), define a tarefa (virtual) que ele vai fazer e seleciona outra pessoa para receber o serviço. Daí aparece uma mensagem no Facebook dos envolvidos, tipo “João limpou a privada de Maria”. E você ganha mais dinheirinho digital, com o qual pode comprar mais amigos.

DIGDIN
Nome do aplicativo – Sou Foda Hero
O que ele faz – Megassucesso no YouTube, a música do grupo de funk Avassaladores virou um game para Facebook. É como se fosse um Guitar Hero: você deve apertar a sequência correta de setas no teclado para fazer Vitinho “Sou Foda” cantar várias versões e remixes da canção. Você pode publicar a pontuação (medida em “digdins”) no seu mural.
PSICANALISTA MUSSARELA
Nome do aplicativo – What Kind of Cheese Are You?
O que ele faz – É um quiz que determina qual tipo de queijo você é. Do queijo suíço (“você está sempre bonitão”) ao queijo azul (“você é nojento”). Uma verdadeira revelação existencial, que o aplicativo determina analisando as suas respostas a perguntas como “O que você gosta de fazer no tempo livre?” e “Que tipo de música você ouve?”.
MÁS NOTÍCIAS TODO DIA
Nome do aplicativo – Distribua Mágoas
O que ele faz – A proposta aqui é enviar mensagens sem noção para os seus amigos. Você pode escolher entre mais de 100 frases, como “Motorista braço” (que vem acompanhada da imagem de um carro dentro da piscina) ou “Carla Perez no começo de carreira”. Se o seu amigo aceitar o presente de grego, o aplicativo é instalado no Facebook dele.

5809 – Implodiu, ninguém sabe, ninguém viu – Como funciona a implosão de um prédio?


Explosivos são inseridos nas colunas de sustentação. Elas precisam cair para garantir o sucesso da implosão.
Para evitar que estilhaços voem para a vizinhança, as colunas são embaladas com material antiperfurante. Pelo mesmo motivo, a fachada do prédio recebe uma espécie de rede de contenção.
DETONAÇÃO
Os explosivos são acionados a pequenos intervalos. Cada dinamite tem um temporizador que determina em qual momento ele explodirá – 0,1 segundo após o início da implosão, 0,2 segundo, 0,3 segundo etc.
Para destruir a sustentação do prédio, as explosões começam pelos andares baixos (o que garante a queda do topo) e pela parte central (fazendo paredes caírem para dentro). Isso evita atingir outros prédios.
Depois de o prédio ruir, o entulho é retirado com escavadeiras. Uma equipe de prestadores de serviços, como vidraceiros, encanadores e eletricistas, fica de prontidão para resolver qualquer dano aos vizinhos.

5808 – A Indústria Eletrônica


Cientistas da Texas desenvolveram o 1° circuito integrado, o grande passo para a microeletrônica

Os computadores são os últimos e possivelmente os mais importantes produtos de uma indústra que mais que qualquer outra, caracterizou o progresso tecnológico verificado no século 20. A eletrônica, como já vimos, é o estudo do comportamento da eletricidade no vácuo, nos gases e em semicondutores. Originou-se em 1904 com a invenção do diodo, a válvula de duplo elétrodo, também conhecida como termoiônica ou tubo de vácuo, pelo físico britânico John Fleming e seu 1° emprego importante foi um detetor usado num protótipo de receptor de rádio. Dois anos depois o pioneiro americano da radiofonia Lee de Forest, adicionava um terceiro elétrodo ao dispositivo e criando o 1° triodo, permitindo uma maior controle do fluxo de elétrons.
A válvula era usada para amplificar pequenas correntes elétricas e, pelos 40 anos seguintes constituiu um dos componentes chaves dos circuitos eletrônicos, sobretudo os empregados em rádio e, a seguir também em TVs. Grandes indústrias foram criadas na Europa e na América do norte; para suprir a demanda criada pela radiodifusão e pelas transmissões de TV, bem como pelas aplicações militares da eletrônica na II Guerra Mundial.
Foram usadas válvulas nos primeiros protótipos dos computadores, desenvolvidos no fim de tal guerra, mas estas exigiam milhares de válvulas, que requeriam por sua vez, grandes quantidades de energia, além de não serem confiáveis para que as máquinas operassem por mais de alguns minutos sem que houvesse pane. A revolução viria em 1947, quando cientistas da Bell inventaram o transístor.
Requerindo quantidades mínimas de energia,foi usado poara substituir o triodo; os diodos semicondutores foram criados quase simultaneamente. A partir daí, os circuitos eletrônicos puderam tornar-se menores. A evolução dos CIs ou chips como são hoje conhecidos, permitiria uma miniaturização ainda maior. O chip de silício tornou os computadores tão populares que já há mais de uma década são mais populares que os automóveis.

5807 – 22 de Abril – Dia do Descobrimento do Brasil


Rota de Cabral

Uma expedição com 13 caravelas comandada por Pedro Álvares Cabral que tinha como objetivo chegar à índia, desviou o seu caminho e no dia 22 de abril de 1.500 chegou ao Brasil. No local, habitavam diferentes tribos indígenas.
De início, Cabral chamou as terras de Monte Pascoal, mas antes de partir para a Índia, resolveu mudar o nome para Ilha de Vera Cruz, pois acreditava que aquela região era uma imensa ilha.
Depois da descoberta outras expedições vieram para o local, e depois de muitas explorações no local foi descoberto que a região não era apenas uma ilha, mas sim um continente. Sendo assim, passou a se chamar Terras de Santa Cruz.
Em 1511, foi descoberto o pau-brasil, uma árvore que poderia trazer muitas riquezas, e foi desta árvore tão prestável que surgiu o nome Brasil.

Um pouco +
Foi celebrada a1ª missa no Brasil, mas a 1ª expedição colonizadora que foi chefiada por Martim Afonso de Souza só viria para o Brasil em 1530.
O termo “descobrir” é usado nesse caso em uma perspectiva eurocêntrica, referindo-se estritamente à chegada de europeus, mais especificamente portugueses, às terras de “Vera Cruz”, o atual Brasil, que já eram habitadas por vários povos indígenas. Tal descoberta faz parte dos descobrimentos portugueses.
Embora quase exclusivamente utilizado em relação à viagem de Pedro Álvares Cabral, o termo “descoberta do Brasil”, também pode referir-se à suposta chegada de outros navegantes europeus antes dele. Esse é o caso das possíveis expedições de Duarte Pacheco Pereira em 1498 e mais tarde do espanhol Vicente Yáñez Pinzón em 26 de janeiro de 1500.
Os povos que habitavam o Brasil na época da chegada de Cabral viviam na Idade da Pedra, entre a passagem do Paleolítico para o Neolítico, uma vez que praticavam uma incipiente agricultura (milho e mandioca) e domesticação de animais (porco do mato e capivara). Isso significa que estavam entre 300.000 e 12.000 anos atrás dos europeus. Contudo, tinham amplo conhecimento da produção de bebidas alcoólicas fermentadas (mais de 80), utilizando como matéria prima raízes, tubérculos, cascas, frutos, etc. O impacto causado pela chegada dos portugueses é o mesmo que causaria hoje a chegada de nave de extraterrestres pertencentes a uma civilização milhares de anos mais avançada do que a nossa.
Quando da chegada ao Brasil pelos portugueses, o litoral baiano era ocupado por duas nações indígenas do grupo linguístico tupi: os tupinambás, que ocupavam a faixa compreendida entre Camamu e a foz do Rio São Francisco; e os tupiniquins, e que se estendiam de Camamu até o limite com o atual estado brasileiro do Espírito Santo. Mais para o interior, ocupando a faixa paralela àquela apropriada pelos tupiniquins, estavam os aimorés.
No início do processo de colonização do Brasil, os tupiniquins apoiaram os portugueses, enquanto seus rivais, os tupinambás, apoiaram os franceses, que durante os séculos XVI e XVII realizaram diversas ofensivas contra a América Portuguesa.

Cabral em Porto Seguro