5776 – Nutrição – Chegaram os transgênicos


Para conseguir saciar a fome mundial, seria necessário duplicar a atual produção de alimentos até o ano de 2025. E segundo muitos especialistas, somente com alimentos transgênicos essa meta seria possível. Porém nem todos apoiam essa solução, alegando danos para o meio-ambiente e para a saúde por parte dos transgênicos. Mas há muitos que a apoiam, afirmando que esses alimentos trazem benefícios tanto para a saúde e a natureza quanto economicamente.
Transgênicos ou organismos geneticamente modificados (OGMs) são seres vivos cuja estrutura genética a parte da célula onde está armazenado o código da vida, o DNA,foi modificado através da engenharia genética, de modo a atribuir a esses seres uma determinada característica não programada por sua natureza.
Parece ficção, mas é a mais pura realidade. A manipulação genética de alimentos é hoje um processo irreversível. Segundo dados do Greenpeace, em 1990 não haviam lavouras comerciais de soja transgênica. Já em 1998, a área cultivada tinha superado os 28 milhões de hectares. Os principais cultivos de transgênicos hoje são o de soja, milho, algodão, e batata. Entretanto já existem em fase de testes banana, brócolis, café, cenoura, morango e trigo. No Brasil, a Embrapa estuda os transgênicos desde 1981. O primeiro projeto introduziu genes da castanha-do-pará no feijão para aumentar seu valor nutricional. Hoje a Embrapa trabalha com soja, banana, algodão, abacaxi, batata, entre outros.

5775 – Qual a origem do ioiô?


O iôiô surgiu na China há uns 3 mil anos como um jogo delicado com dois discos de marfim entre os quais se enrolava um cordel de seda. Muito tempo depois, o jogo se espalhou pela Europa, onde ganhou ornamentos geométricos que compõem imagens ao girar. Na Inglaterra chamou-se quiz e na França bandalore. O nome iôiô vem do tagalo, a mais importante das línguas da região indonésia. Ali, no século XVI, os caçadores filipinos criaram um tipo de iôiô assassino, que funcionava tal qual um bumerangue. Arremessado no ar, a corda grossa enroscava o pesado disco de madeira nas patas do animal em fuga, derrubando-o e facilitando sua captura.

5774 – Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?


A inanição, a completa falta de alimento, leva o organismo a consumir os próprios nutrientes que o consistem. Os carboidratos, por exemplo, que se armazenam principalmente no fígado e nos músculos, são quase totalmente consumidos durante as primeiras 24 horas de jejum. A seguir, consome-se proteínas, e muitos tecidos podem perder até metade delas antes que as células morram. O processo é irreversível em caso de jejum total e a morte sobrevem entre a quarta e a sétima semana. Mais fulminante ainda é deixar de ingerir líquidos. A partir das 36 horas, o estado da pessoa torna-se grave, embora ela possa resistir até uma semana. Ingerindo algum alimento, o período aumenta, já que toda comida contém certa quantidade de água.

5773 – Mais Invenções e Descobertas da Era Moderna


O físico alemão Max Planck (1858-1947) observou que a radiação emitida por um corpo não sai de forma contínua, mas em pacotes, que ele chamaou de quanta. Está fundada a Teoria Quântica, que tenta explicar toda a integração entre energia e massa na natureza.
1903 – No dia 17 de dezembro, os irmãos americanos Orville e Wilbur Wright (1871-1948 e 1867-1912) lançaram seu avião primitivo de uma rampa e conseguiram mantê-lo no ar por 59 segundos. Em outubro de 1906, o brasileiro Santos Dumont (1873-1932) fez o primeiro vôo num artefato motorizado sem a ajuda de rampas. Três anos depois, o brasileiro construiria o Demoseille, protótipo dosaviões modernos.
1908 – O industrial americano Henry Ford (1863-1947) iniciou a construção do Modelo T, movido por um motor de 4 cilíndros,pondo em prática as técnicas de produção em grandes linhas de montagem. Além de tornar o carro um bem acessível à classe média, Ford moldou todo o processo industrial no século 20.

O industrial Henry Ford trouxe a linha de montagem.

5772 – Um Caçador de ETs


No fim do ano passado, Marcy foi escolhido para a cátedra Alberts, na Universidade da Califórnia em Berkeley -a primeira do tipo destinada especificamente a fomentar pesquisas de busca por civilizações alienígenas.
Desde 1960, quando o americano Frank Drake apontou o primeiro radiotelescópio para o céu em busca de transmissões alienígenas, a imensa maioria dos esforços tem sido buscar sinais de rádio.
Marcy, contudo, acha que os ETs provavelmente usariam lasers para se comunicar. E é isso que ele pretende buscar, junto com Andrew Howard, de Berkeley.
“Se Gene Roddenberry [criador da série “Jornada nas Estrelas”] está certo e os klingons e romulanos estão mesmo lá fora, eles precisam se comunicar uns com os outros. E eles não vão fazer isso esticando cabos de fibra óptica entre as estrelas. Vão fazer isso por laser.”
Uma das vantagens do laser, em vez do rádio, é que é mais econômico, do ponto de vista energético, além de mais “privativo”. Um sinal de rádio vaza muito mais fácil do que um laser, apontado apenas sobre um alvo pequeno, como um planeta a cinco anos-luz de distância.
Entretanto, muitos astrônomos são céticos a essa abordagem. Justamente por ser mais privativo, é um sinal bem mais difícil de achar.
SUPERCIVILIZAÇÕES
Outra linha de pesquisa a que Marcy pretende se dedicar é a busca de sinais de supercivilizações, na forma das chamadas esferas Dyson.
Concebidas pelo famoso físico Freeman Dyson, elas seriam estruturas construídas ao redor de estrelas para absorver o máximo de energia.
Presume-se que só civilizações muito mais sofisticadas que a nossa possam construí-las, mas, segundo Marcy, talvez seja possível notar variações no brilho das estrelas que denotem sua existência.