5701 – Medicina – Crianças obesas são mais hostilizadas


Embora a pesquisa tenha sido feita nos EUA, os resultados podem ser aplicados também para o Brasil.
Crianças entre 8 e 11 anos, mesmo sendo simpáticas, tendo amigos ou indo bem na escola, são mais hostilizadas poe estarem acima do peso. Não importa a raça,sexo ou classe social. Sendo obesa, as chances de ser intimidada e humilhada na escola sobem 63% em relação ao colega de peso saudável. Preconceito e ignorância prejudicam quem já luta contra a própria forma.

Um pouco+

A obesidade infantil é uma condição que afeta cada vez mais crianças, sobretudo em países ocidentais, como os Estados Unidos da América, Reino Unido e Austrália. A obesidade está relacionada a uma série de fatores como hábitos alimentares, atividade física, bem como, fatores biológicos, de desenvolvimento, doenças, comportamentais e psicológicos. Adultos que serão mais atingidos pelos efeitos da diabetes tipo 2.
Em Portugal 31,5% de crianças com entre 7 e 9 anos têm excesso de peso das quais 11,3% são obesas. É nos meios urbanos que a obesidade infantil é mais frequente, embora o problema esteja também presente no meio rural. Segundo estudos, 31,5% das crianças portuguesas entre os 9 e os 16 anos são obesas ou sofrem de excesso de peso.
As crianças com sobrepeso são em regra geral muito envergonhadas com o seu corpo. As crianças são a que menos conseguem combater este problema, não só porque têm vergonha do seu corpo mas também porque têm vergonha de fazer exercício à frente das outras crianças. A única forma de ajudar o seu filho é ajudá-lo a fazer exercício e a ter uma alimentação equilibrada.
Nos últimos anos, numerosos estudos têm sido realizados para descobrir as verdadeiras causas da obesidade infantil. A maioria destes estudos têm identificado os erros nos hábitos alimentares como sendo o principal fator responsável por causar obesidade nas crianças. Além disso, a falta de atividade física bem como outros fatores genéticos têm sido identificados como principais razões por trás ganho de peso repentino em crianças.

5700 – Mega Notícias – Medicina – Cuidado com os efeitos colaterais


Um estudo da Universidade da Pensilvânia sugeriu que medicamentos contra o Mal de Parkinson incitam o vício em jogos e sexo, pois as drogas estimulam os receptores de dopamina no cérebro.
Estresse engorda – Foi a conclusão de israelenses. Segundo eles, a proteína Ucn3 é produzida no cérebro e afeta o coração, músculos, fígado e pâncreas. Além de aumentar o apetite, interfere no processamento da insulina, que controla o açúcar e tudo isso é desencadeado com o stress.
Nutrição – Barrinhas de cereais não são tão saudáveis. Muitos produtos tem até 69% de açúcar em sua composição. Sorvetes tem menos de 20%. Os fabricantes argumentam que é frutose, o açúcar das frutas, mas admitem a adição de açúcar na consistência do produto. É melhor não arriscar.

5699 – Paleontologia – Um picolé pré-histórico


Um secador de cabelo aqueceu os pelos de um mamute, um animal pré-histórico extinto há 5 mil anos.
Um explorador do Museu de História Natural de Roterdã descobriu em uma caverna gelada na Sibéria um mamute congelado e 20 secadores de cabelo permaneceram ligados por 10 dias para descongelar lentamente o elefante pré-histórico. Assim não haveria risco do calor excessivo arruinar em horas o corpo que o frio ártico preservou por longos 20.280 anos. Os mamutes antes encontrados todos apodreceram. Tal animal foi arrancado do chão gelado e depois transportado por helicóptero. Pela 1ª vez foi possível estudar os tecidos moles de uma animal pré-histórico e não apenas os ossos. O sistema digestivo pode revelar a dieta deles e a comparação com a dos elefantes de hoje deve dar respostas sobre a evolução da espécie.

5698 – Maconha prejudica os glóbulos


Esta demonstrado que pessoas que fumam maconha adoecem com maior freqüência. Suspeitava-se que isso acontece porque a maconha afetaria o sistema imunológico. Agora, os cientistas americanos parecem ter encontrado um indicio que essa hipótese está correta: a substancia ativa da maconha, chamada tetrahidrocanabinol (THC), altera o processo de maturação dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Na presença do THC, os glóbulos brancos em formação passam a sintetizar certas proteínas que não lhe são características. Os cientistas supõem que essa síntese enfraquece os glóbulos, deixando-os sem condições de cumprir plenamente sua tarefa.

5697 – Como se consegue anular a gravidade terrestre, em laboratórios da NASA?


Como uma massa compacta, com formato esférico. Essa é a posição mais cômoda para o líquido, na qual ele se encontra em equilíbrio, ocupando o menos espaço possível. “O fenômeno é devido a uma propriedade específica dos líquidos chamada tensão superficial”. Explica um físico da Universidade de São Paulo. Eles se comportam como se fossem envoltos por uma membrana elástica que lhes permite variar sua forma mantendo mínima a superfície externa de separação com o meio em que se encontram. A tensão superficial depende da força que mantém as moléculas unidas, Enquanto as moléculas internas são sujeitas a uma força que age em qualquer direção, as externas de separação sofrem uma ação de repuxo para o interior e formam uma camada que tende a se contrair, envolvendo o líquido e impedindo que as moléculas mais internas se dispersem.

5696 – Por que a Torre de Pisa é inclinada?


Projetada para abrigar o sino da catedral de Pisa, na Itália, a torre começou a ser construída em 1174. Quando três dos seus oito andares estavam prontos, notou-se uma ligeira inclinação, devido a um afundamento no terreno e ao assentamento irregular das fundações. Tentou-se compensar a inclinação fazendo os outros andares um pouco maiores no lado mais baixo. Mas a estrutura afundou ainda mais, por causa do excesso de peso. A torre acabou de ser erguida, ainda inclinada, na segunda metade do século XIV, com 56 metros de altura. Hoje sua inclinação chega a 5,2 metros.

5695 – Casal Curie – Até depois da morte…


O casal Pierre e Marie Curie foi um extraordinário exemplo de fidelidade conjugal e científica. Eles trabalharam juntos, anos a fio, pesquisando a radiatividade e em 1903 receberam juntos o prêmio nobel de física. Essa fidelidade continuou mesmo depois da morte de Pierre, em 1960, atropelado por uma carruagem. Marie assumiu sua catédra de física na Sorbonne e começou a primeira aula exatamente no ponto em que ele interrompera a última, momentos antes do acidente fatal: “Quando consideramos os progressos feitos pelas teorias da eletricidade…”

5694 – Como foi calculada a velocidade da luz?


Até 1676, acreditava-se que a luz era instantânea. Naquele ano, o astrônomo dinamarquês Ole Roemer observou no telescópio que, em comparação com seus cálculos, havia um atraso de 22 minutos nos eclipses das luas de Júpiter. Roemer concluiu que o atraso correspondia ao tempo que a luz dos satélites levava para alcançar a Terra à velocidade que estimou em 225 000 quilômetros por segundo. Mas o valor correto – 299 792 Km/s – seria determinado apenas em 1926 pelo físico alemão Albert Michelson. Para chegar a esse número, Michelson aperfeiçoou durante 25 anos o interferômetro, um aparelho que mede em espelhos fixos o desvio da luz refletida por espelhos rotativos.

5693 – Sabão contra a esquitossomose


Um sabão feito a partir de óleo da árvore sucupira- branca pode ser a mais nova arma a esquistossomose, uma doença típica de regiões ribeirinhas que, entre outros sintomas, faz inchar o fígado e o baço. Todo ano, cerca de 200 mil brasileiros são contaminados pela esquistossomose. A espuma do sabão mata a cercaria, larva do caramujo que transmite a doença, e dá proteção por 24 horas. ” Seu uso não vai acabar com a esquistossomose, mas ajudará a diminuir bastante o número de casos” prevê um professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, em Ribeirão Preto, criador do produto.
Testado com sucesso em ratos pela equipe do pesquisador Naftale Katz, da Fundação Oswaldo Cruz, em Belo Horizonte, em breve o sabão será experimentado em macacos. Na verdade, desde a década de 60 se sabia que uma substância extraída do óleo da semente da sucupira-branca ataca a cercaria. O próprio David dos Santos Filho e seus colegas Walter Morz e Benjamin Gilbert verificaram esse efeito nos laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde trabalhavem. Mas só recentemente as pesquisas foram retomadas para valer: o resultado é o sabão que, mesmo não lavando mais branco, será com certeza um banho de saúde.

5692 – Biologia – As Origens da Vida


Explosão molecular

Um punhado de terra de jardim contém bilhões de microorganismos de formas elegantes, ativamente ocupados com suas complexas microatividades. Do gélido topo do monte Everest até os tórridos efluentes que jorram do interior da Terra ao chão dos oceanos, existem por toda a parte formas de vida refinadamente adaptadas às suas peculiares circunstâncias.
Há seres que deslizam, rastejam, flutuam, planam, nadam, escavam, caminham, galopam ou apenas ficam imóveis e crescem verticalmente durante séculos. Alguns pesam 100 toneladas, mais a maioria é menor que um bilionésimo de grama. Há organismos capazes de enxergar sob luz infravermelha ou ultravioleta; e há seres cegos que percebem o ambiente envolvendo-se num campo elétrico. Alguns armazenam luz solar e ar; alguns são plácidos comedores de pastagens; outros caçam sua presa com garras, dentes e venenos neurológicos. Alguns vivem uma hora e, alguns, um milênio.
Mesmo os micróbios estão longe de ser estúpidos: são capazes de aprender com a experiência. E os humanos, no momento, a forma de vida dominante, penetraram as mais remotas regiões do planeta, refizeram sua superfície e até, hesitantemente, saíram em direção ao espaço. De onde veio essa gloriosa profusão de vida? Quando se examina de perto as superfícies de mundos vizinhos, como a Lua e Marte, não se encontra nenhuma prova de existência sequer da mais modesta forma de vida. Claramente, a vida não é algo inevitável em qualquer mundo. Como começou? E quando?
Houve tempo em que os gigantescos bichos- preguiças mascavam as copas das árvores na América do Sul. Houve tempo em que répteis temíveis caminhavam nas praias de um grande mar interior no que é hoje a parte oeste dos Estados Unidos. Houve tempo em que a única vida animal em terra eram insetos e vermes.
E houve um tempo ainda antes disso, um tempo que abarca a grosso da existência do planeta -, quando não havia criaturas grandes o suficiente para serem vistas, quando tudo que era vivo era um microorganismo. É preciso realmente ir muito para trás, até 4 bilhões de anos no passado, antes de achar uma época em que não havia microorganismos. Mas essa é quase a época de formação da própria Terra.
Os mais antigos sinais de vida no planeta encontram-se em rochas cuja idade varia entre 3,5 bilhões e 3,8 bilhões de anos. Não é fácil achar tais sinais e a maioria das descobertas ocorreram apenas nos últimos vinte anos. É possível que se venha a descobrir pistas e vestígios de micróbios ainda mais velhos. Os achados até agora parecem ter pertencido a microorganismos bem desenvolvidos, provavelmente avançados demais para terem sido os primeiros seres vivos.
A vida deve ter-se originado ainda antes. Mas a Terra tem apenas 4,6 bilhões de anos e em sua primitiva história aquecida por dentro e bombardeada por fora, apresentava um ambiente inapropriado para as franzinas e delicadas manifestações de vida. Isso deixa apenas um pequeno intervalo de tempo, algumas centenas de milhões de anos no máximo, para que a vida tenha surgido na primitiva Terra.
É notável que, até onde vai nossa compreensão, cada organismo na Terra baseia-se nas mesmas poucas moléculas orgânicas, das quais duas se destacam. Seus nomes já pertencem à linguagem cotidiana: quase todos ouvimos falar delas. Chamam-se proteínas e ácidos nucléicos.
As proteínas controlam a química e a arquitetura de cada célula. Toda enzima é uma proteína. Elas determinam o ritmo segundo o qual outras moléculas interagem. Elas guiam o metabolismo. Os ácidos nucléicos são as moléculas-mestras da vida. Com apenas umas poucas possíveis exceções, contém toda informação hereditária, todo conhecimento sobre como um organismo deve produzir uma nova geração do mesmo tipo de seus pais. Os ácidos nucléicos determinam quais proteínas devem ser feitas e quando. Também possuem a assombrosa – propriedade de fazer cópias idênticas de si mesmos a partir de blocos de construção moleculares cuja síntese haviam dirigido. São as eminências pardas moleculares por trás da vida na Terra.
O Universo consiste na maior parte de átomos de hidrogênio e hélio. Acrescentando-se carbono, nitrogênio e oxigênio, tem-se 99 por cento da massa do Universo. O Sol, Júpiter e os outros planetas gigantes, as estrelas, as galáxias, até o gás e a poeira no espaço entre as estrelas, são feitos principalmente de desses átomos. A Terra, por outro lado, compõe-se basicamente de silício, oxigênio,alumínio e ferro. Isso quer dizer que nosso planeta e os outros pequenos mundos que compreendem o interior do sistema solar são anomalias cósmicas. Apesar disso, os cientistas possuem provas excelentes de que a Terra se formou da mesma enorme nuvem giratória de gás e poeira da qual emergiram o Sol, rico em hidrogênio, Júpiter e o resto do sistema solar.
Assim, se quisermos entender a origem das proteínas e ácidos nucléicos, não podemos imaginar que a atmosfera da Terra primitiva fosse parecida com a atual. Em todo o caso, o oxigênio molecular na atual atmosfera é produzido por plantas verdes, e plantas verdes, naturalmente, não poderiam ter existido antes da origem da vida. Com tais raciocínios, o respeitado químico norte-americano Harold Urey e Stanley Miller, seu estudante de graduação na Universidade de Chicago no começo dos anos 50, prepararam um frasco de vidro contendo as moléculas ricas em hidrogênio que deveriam existir na primitiva atmosfera da Terra: hidrogênio, metano, amônia e água.
Embora de modo algum subestimando a profundidade de nossa ignorância, é espantoso o quanto já aprendemos. Entender a origem da vida já não parece tarefa impossível. O progresso iniciado com Urey e Miller permanece como um marco da ciência moderna, o da compreensão do Universo e de nós próprios.

5691 – Astrofísica – A Surpernova 1987 A


Imagens da Supernova

No ano de 1987, no mês de fevereiro, assistimos a um evento o cataclísmico que ocorreu na Grande Nuvem de Magalhães muito antes do aparecimento do Homo sapiens na Terra. As conseqüência científicas dessa descoberta são inimagináveis. Ela permitirá compreender, com mais exatidão, os processos cataclísmicos que se seguem à morte de uma estrela muito maciça. A determinação e de seu brilho intrínseco tornará possível rever e calibrar as escalas das distâncias em todo o Universo e, em conseqüência, a sua idade. Por outro lado, os físicos e especializados em partículas elementares e os astrofísicos nunca tiveram tão boa oportunidade para estudar o infinitamente pequeno e o infinitamente grande como na ocasião da detecção, na superfície terrestre, dos primeiros neutrinos emitidos pela supernova há 165 mil anos.
O neutrino é uma partícula elementar emitida pelos núcleos atômicos. Habitualmente só interage muito francamente com a matéria. Assim, ele atravessa sem cessar nosso corpo e até mesmo o nosso planeta, a Terra, sem conseqüências. Até hoje não se sabe se o neutrino possui uma massa em repouso. Até fevereiro passado os astrofísicos reocupavam- se em registrar os neutrinos provenientes do Sol. Com a explosão da supernova começou dos neutrinos de origem cósmica, ou intra- solar.

5690 – Paleontologia – Uma Mega Galinha


A imagem de um tiranossauro de uma tonelada e meia recoberto por penugem semelhante à de um pintinho parece até campanha para desmoralizar o mais temível dos dinossauros. Mas é a mais pura verdade, dizem cientistas da China e do Canadá.
Na edição de hoje da revista científica “Nature”, os paleontólogos descrevem o maior dino penoso já descoberto, um membro do grupo dos tiranossauros que eles batizaram de Yutyrannus huali. É um bicho menor e mais primitivo que o célebre Tyrannosaurus rex, o tiranossauro por excelência. Media uns oito metros da ponta do focinho à ponta da cauda, contra quase 13 m do T. rex.
A equipe liderada por Xing Xu, do Instituto de Paleontologia de Vertebrados da Academia Chinesa de Ciências, achou três esqueletos quase completos do bicho (um deles sem a cauda) na região de Liaoning, nordeste da China.
Liaoning é o paraíso dos dinossauros emplumados. Graças a cinzas vulcânicas de 125 milhões de anos que “mumificaram” os animais do passado, a preservação de tecidos moles, como as penas, é comum nos fósseis de lá.
No tiranossauro chinês, as longas penas filamentosas, de um tipo já visto em outros dinos, aparecem com destaque na cauda, no pescoço e nas patas da frente.
Como a preservação das penas nos fósseis é aleatória, a distribuição delas por várias partes do corpo indica uma presença “extensa” das estruturas no bicho vivo, argumentam os pesquisadores.

GRANDE DEMAIS
O surpreendente, no entanto, é achar um dinossauro gigante como o Yutyrannus com essa cobertura de penas. Embora os cientistas já tenham descoberto dezenas de dinos emplumados, são todos bichos pequenos.
Isso não tem a ver apenas com o fato de que os dinossauros que sobrevivem até hoje, as aves, precisam ser pequenas e leves para poder voar. (Antes que o leitor estranhe: sim, os cientistas hoje classificam as aves como dinossauros.)
Mas a maioria dos dinossauros com penas não era capaz de voar. Isso indica que a função original das estruturas era mantê-los quentinhos.
E, como bichos pequenos perdem calor com muito mais facilidade do que bichos grandes, fazia sentido que só os dinos da categoria peso-pluma fossem penosos.
“Animais grandes correm o risco de superaquecer [é por isso que elefantes e hipopótamos quase não têm pelos]”, diz Corwin Sullivan, pesquisador da Universidade de Alberta (Canadá) e coautor do estudo. “Isso faz com que o Yutyrannus, que é grande e penoso, seja uma surpresa.”
Uma explicação para essa esquisitice pode ser o frio que, segundo estimativas, fazia em Liaoning há 125 milhões de anos. A temperatura média giraria em torno dos 10º C. Também não se pode descartar a possibilidade de que as penas do bicho não tivessem recoberto todo o seu corpo, mas ficassem estrategicamente posicionadas para impressionar parceiros, por exemplo, como a cauda de um pavão.
O fato é que cada vez mais aumenta a lista dos grupos de dinossauros com aparência galinácea. Até 2009, por exemplo, achava-se que as penas eram exclusividade dos terópodes, o grupo dos dinos carnívoros. Nesse ano, porém, outro fóssil chinês mostrou a presença das estruturas em ornitísquios, dinos herbívoros com “bico”.
Pode até ser, por essas e outras, que as penas sejam a “condição ancestral” dos dinossauros, algo presente desde a origem do grupo.