5628 – Biologia – Jacaré e crocodilo, qual a diferença?


Os jacarés são répteis carnívoros muito semelhantes ao crocodilo. O que os diferencia é que os jacarés possuem a cabeça mais curta e larga e também possui membranas interdigitais nos polegares traseiros. Podem pesar até 80 kg e atingir 5m de comprimento.
Possui cerca de 80 dentes, mas só os usa quando a presa é grande, pois segura a presa e sacode até que se despedace. Quando a presa é pequena, o jacaré apenas engole. Há no Brasil cinco espécies de jacarés espalhadas em várias regiões.
Durante o dia os jacarés se juntam em bandos para tomar sol e saem à noite para caçar. Normalmente a caça é feita dentro d’água. Alimentam-se de peixes, aves, moluscos e pequenos mamíferos que ficam nas margens dos rios.
Para reproduzir, o jacaré curva o corpo com a cauda para baixo da fêmea até encostar a coacla na dela. As fêmeas põem seus ovos nas margens dos rios usando folhas soltas para esconder o ninho. Os jacarés atacam o homem quando sentem que seu ninho está ameaçado.
Os filhotes, após aproximadamente 80 dias, nascem parecidos com os pais, porém com 25 cm de comprimento. Chegam à fase adulta aos cinco anos de idade onde terá aproximadamente 1,8m de comprimento.

5627 – Biologia – Os lagartos


Os lagartos ou sáurios (do latim científico Sauria, chamados ainda de Lacertilia) constituem uma sub-ordem de répteis escamados, caracterizando-se pela presença de quatro patas, o que o distingue da sub-ordem Serpentes, pálpebras nos olhos, e ouvidos externos. As famílias Anniellidae e Anguidae correspondem a répteis sem patas que parecem cobras mas que, no entanto, são lagartos, tendo em conta a estrutura do esqueleto.
Os lagartos ocorrem em todos os continentes, excepto na Antártida, surgem em diversos tamanhos, desde alguns centímetros, como alguns guecos, até 3 metros, como o dragão-de-komodo.
São geralmente carnívoros, alimentando-se de insectos ou pequenos mamíferos, mas também há lagartos omnívoros ou herbívoros, como as iguanas. O monstro-de-gila, nativo do sul dos EUA, é a única espécie que é venenosa. Alguns tipos de lagarto são capazes de regenerar partes do seu corpo, mais usualmente a cauda, mas em alguns casos mesmo patas perdidas.
Eles variam em tamanho: de menos de 2cm no caso do dwarf gecko a mais de 3 metros como o dragão de Komodo. Os lagartos também podem viver em qualquer lugar, em árvores ou desertos, e comer de tudo, de insetos a cabras.
Em alguns casos, eles podem mudar de cor para se adaptar ao seu entorno ou planar sobre as florestas, usando o excesso de pele existente nos flancos como pára-quedas
A maioria dos lagartos tem quatro patas com cinco dedos em cada pé, apesar de existirem várias espécies que perdem seus membros externos do corpo. Os lagartos são famosos pela rapidez, pelo estado de alerta e pela habilidade para subir ou correr em volta de obstáculos, o que os ajudam a evitar muitos predadores perigosos. Muitas espécies podem deixar cair suas caudas quando são ameaçadas ou pegas.
Embora sejam geralmente inofensivos, a maioria das espécies morde quando é capturada, causando dor intensa nos seus captores. Duas espécies, o lagarto-de-contas e o monstro de gila, possuem um veneno muito parecido ao de algumas cobras, embora apresentem pouco risco para os humanos.

5626 – Biologia – O complexo de Golgi


Biogênese
Origina-se a partir de elementos do retículo endoplasmático.
Estrutura
É uma organela presente nas células eucariontes formada por uma pilha de vesículas grandes e achatadas e outras menores e esféricas, que brotam a partir da primeira.
Outros nomes do complexo de Golgi: dicitiossomo, golgiossomo, aparelho de Golgi, complexo golgiense.
Composição Química
O complexo de Golgi é composto por uma quantidade parecida de fosfolipídios e proteínas, e uma grande quantidade de fosfatase ácida.
Ocorrência
Comumente, podemos encontrar o complexo de Golgi em células eucarióticas, e sempre próximo ao núcleo.
Funções
Armazenamento e secreção de substâncias, tais como os hormônios; síntese da lamela média nas células vegetais; origem dos lisossomos; formação do acrossomo do espermatozóide; centro de distribuição de moléculas para diversas partes da célula.

5625 – Nutrição – Alimentos transgênicos, a saída para alimentar a humanidade (?)


Para conseguir saciar a fome mundial, seria necessário duplicar a atual produção de alimentos até o ano de 2025. E segundo muitos especialistas, somente com alimentos transgênicos essa meta seria possível. Porém nem todos apoiam essa solução, alegando danos para o meio- ambiente e para a saúde por parte dos transgênicos. Mas há muitos que a apoiam, afirmando que esses alimentos trazem benefícios tanto para a saúde e a natureza quanto economicamente.
Transgênicos ou organismos geneticamente modificados (OGMs) são seres vivos cuja estrutura genética, a parte da célula onde está armazenado o código da vida, o DNA, foi modificado através da engenharia genética, de modo a atribuir a esses seres uma determinada característica não programada por sua natureza.
Parece ficção, mas é a mais pura realidade. A manipulação genética de alimentos é hoje um processo irreversível. Para se Ter uma idéia, segundo dados do Greenpeace, em 1990 não haviam lavouras comerciais de soja transgênica. Já em 1998, a área cultivada tinha superado os 28 milhões de hectares. Os principais cultivos de transgênicos hoje são o de soja, milho, algodão, e batata. Entretanto já existem em fase de testes banana, brócolis, café, cenoura, morango e trigo. No Brasil, a Embrapa estuda os transgênicos desde 1981. O primeiro projeto introduziu genes da castanha-do-pará no feijão para aumentar seu valor nutricional. Hoje a Embrapa trabalha com soja, banana, algodão, abacaxi, batata, entre outros.

5624 – Biologia – Cantores da Natureza: O Rouxinol


O rouxinol é um excelente cantor, sendo mais frequentemente ouvido do que observado. O seu canto é uma extensa canção de longos trinados fluidos, com um piiuu no começo, que terminam em crescendo.
É normalmente ouvido depois do escurecer, mas também se ouve com frequência durante o dia. Está quase sempre oculto pela vegetação, embora por vezes o macho se empoleire a descoberto para cantar um pouco após a sua chegada. Quando canta, abre a cauda.
Os adultos são castanho avermelhados na parte superior, cor que se funde com tons creme na parte inferior. Os juvenis são mais claros na parte superior e apresentam um escamado na parte inferior. Mede 16/17 cm e alimenta-se sobretudo de insectos. Nidifica entre Maio e Junho num ninho em forma de taça, numa árvore, onde põe entre 4 e 5 ovos com manchas avermelhadas, que são incubados pela fêmea durante 13/14 dias. Alimenta-se de frutas, brotos, flores e sementes. É normalmente ouvido depois do escurecer, mas também se ouve com frequência durante o dia. Está quase sempre oculto pela vegetação, embora por vezes o macho se empoleire a descoberto para cantar. Quando canta, abre a cauda.
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O que são aves?
As aves (latim científico: Aves) constituem uma classe de animais vertebrados, tetrápodes, endotérmicos, ovíparos, caracterizados principalmente por possuirem penas, apêndices locomotores anteriores modificados em asas, bico córneo e ossos pneumáticos. São reconhecidas aproximadamente 9.000 espécies de aves no mundo.
As aves variam muito em seu tamanho, dos minúsculos beija-flores a espécies de grande porte como o avestruz e a ema. Note que todos os pássaros são aves, mas nem todas as aves são pássaros. Os pássaros estão incluidos na ordem Passeriformes, constituindo a ordem mais rica, ou seja, com maior número de espécies dentro do grupo das aves.
Enquanto a maioria das aves são caracterizadas pelo vôo, as ratitas não podem voar ou apresentam vôo limitado, uma característica considerada secundária, ou seja, adquirida por espécies “novas” a partir de ancestrais que conseguiam voar.
Muitas outras espécies, particularmente as insulares, também perderam essa habilidade. As espécies não-voadoras incluem o pingüim, avestruz, quivi, e o extinto dodo. Aves não-voadoras são especialmente vulneráveis à extinção por conta da ação antrópica direta (destruição e fragmentação do habitat, poluição etc.) ou indireta (introdução de animais/plantas exóticos, mamíferos em particular).
Adaptações ao vôo

No seu caminho evolutivo, as aves adquiriram várias características essenciais que permitiram o vôo ao animal. Entre estas podemos citar:

1. Endotermia
2. Desenvolvimento das penas
3. Aquisição de ossos pneumáticos
4. Perda, atrofia ou fusão de ossos e órgãos
5. Aquisição de um sistema de sacos aéreos
6. Postura de ovos
7. Presença de quilha, expansão do osso esterno, na qual se prendem os músculos que movimentam as asas
8. Ausência de bexiga urinária
As penas, consideradas como diagnóstico das aves atuais, estão presentes em outros grupos de dinossauros, entre eles o próprio Tyrannosaurus rex. Estudos apontam que a origem das penas se deu a partir de modificações das escamas dos répteis, tornando-se cada vez mais diferenciadas, complexas e, posteriormente, vieram a possibilitar os vôos planado e batido. Acredita-se que as penas teriam sido preservados na evolução por seu valor adaptativo, ao auxiliar no controle térmico dos dinossauros – uma hipótese que aponta para o surgimento da endotermia já em grupos mais basais de Dinosauria (com relação às aves) e paralelamente com a aquisição da mesma característica por répteis Sinapsida, que deram origem aos mamíferos.
Os ossos pneumáticos também são encontrados em outros grupos de répteis. Apesar de serem ocos (um termo melhor seria “não-maciços”), os ossos das aves são muito resistentes, pois preservam um sistema de trabéculas ósseas arranjadas piramidalmente em seu interior.
Com relação a características ósseas relacionadas à adaptação ao vôo, podemos citar:
-Diminuição do crânio, sendo este composto por ossos completamente fusionados no estágio adulto;
– Diminuição do número de vértebras, em especial no sinsacrum (fusão de vértebras e outros ossos da cintura pélvica) e pigóstilo (vértebras caudais fusionadas);
-Tarsos (mãos) com grande fusão de ossos, sendo que atualmente só se observam três dedos;
-Fusão das clavículas formando a fúrcula (conhecido popularmente como “osso da sorte”), como adaptação ao fechamento dos órgãos dentro de uma caixa óssea;
-Costelas dotadas de um processo uncinar (projeção óssea posteriormente direcionada de modo a fixar uma costela com a costela imediatamente atrás), também uma adaptação ao fechamento;
-Prolongamento do osso esterno e desenvolvimento da carena ou quilha esternal, sendo que o primeiro também é uma adaptação à formação da caixa óssea e o segundo uma adaptação para a implantação dos músculos do vôo, necessariamente fortes.
-Fusão de ossos nas pernas (apêndices locomotores posteriores) formando a tíbia-tarso e tarso-metatarso.
Quanto a outros órgãos, as aves perderam os dentes (redução do peso total do animal) e as bexigas, e a grande maioria dos grupos de aves perderam o ovário direito.
O sistema de sacos aéreos funciona em conjunto com o sistema respiratório (por isso a respiração em aves é diferente dos outros grupos de tetrapodes). Ainda tem função de diminuir a densidade do animal, facilitando o vôo e a natação (no caso de aves que mergulham).
Todas essas características já são observadas em outros grupos de répteis, em especial nos Dinosauria, o que levou especialistas a classificar as aves não como um grupo à parte (Classe Aves, como era conhecida antigamente), e sim como um grupo especializado de dinossauros.

5623 – A História da Biologia


Os conhecimentos biológicos são formados desde a pré-história, através de fundamentos empíricos.
Por meio das pinturas rupestres encontradas em cavernas, pode-se afirmar que o homem primitivo por motivos de sobrevivência, passou a conhecer melhor as espécies de animais e de plantas. Ele tomou conhecimento do comportamento de diversas espécies de animais, e como cuidar deles, e de utilização e época de frutificação de certos vegetais. Assim como também aprendeu a diferenciar as plantas venenosas.
As primeiras pesquisas biológicas foram realizadas a olho nu, em 400 A.C pelo estudioso Hipócrates, conhecido como o pai da medicina que descreveu doenças comuns, concedendo as causas às dietas e outros problemas físicos.
Mas foi na Grécia que a biologia deu uma arrancada, graças ao filósofo Aristóteles. Ele chegou à conclusão de que a observação cuidadosa era a forma mais imprescindível para estudar a Biologia.
E até o século I D.Ca maneira que Aristóteles definiu foi sendo estudada, até que o romano Galeno descobriu que só a observação atenciosa não bastava para estudar a Biologia. E ele se dedicou para compreender o funcionamento dos órgãos dos animais. Através de observações era praticamente impossível que ele descobrisse como o sangue circulava pelo corpo e voltava para o coração. Foi aí que ele fez uma suposição, que durante 1.500 anos foi instruída, uma suposição que foi descoberta que era falsa no século XVII, quando o inglês William Harvey mostrou a verdadeira teoria.
Na Idade média, as pesquisas cientificas ampliaram de uma maneira que a biologia começou a ganhar forças. Lineu deu continuidade a teoria de Aristóteles, criando novas categorias de espécie, gênero, ordem, classe e reino, e um sistema de nomenclatura dos seres vivos, que ainda é usado.
No século XVII, é inventado o microscópio, e no inicio do século XIX a teoria celular se formulou por Schleiden e Schwann. Mas com o microscópio óptico não era possível visualizar detalhes da célula, e só alguns anos mais tarde com a invenção do microscópio eletrônico é que estruturas subcelulares foram descobertas.
Com a evolução do microscópio ficou mais fácil descobrir outros mistérios, em 1954 foi desvendada a dupla hélice do DNA e do código genético, fato que marcou o início da biologia molecular e da genética experimental.

5622 – Qual a origem do mel?


O mel é um alimento totalmente natural, que é proveniente de um órgão das flores, o nectário. O néctar é constituído de água e açúcar, e outras substâncias como, aminoácidos, minerais, vitaminas, ácidos orgânicos, enzimas, óleos aromáticos, etc.
Após a abelha recolher o néctar das flores, ele é misturado com outras substâncias e administrado por elas, quando ocorre à transformação ele é colocado em alvéolos da colméia até tornar-se maduro.
Sempre que possível, a abelha procura nectários com um teor de açúcar alto. Diariamente a abelha passa por mais de 50 mil flores, e faz de 13 a 17 viagens das flores até a colméia. Elas voam aproximadamente 500 metros
O néctar é depositado na colméia pelas abelhas coletoras sobre os favos. As abelhas mais jovens é que vão fazer o trabalho de transformação do mel. As abelhas caseiras preparam o mel e avaliam a umidade e teor de açúcar.
Depois de pronto ele é colocado nos alvéolos, e enquanto isso outras abelhas ficam observando se tudo está correndo bem, e abanam a suas asas para manter a temperatura local e secar o excesso de água. Por fim, se tudo estiver correto, os alvéolos são cobertos com uma fina camada de cera.
O mel é composto por frutose e glicose, dois tipos de açúcares simples. E outras muitas substâncias já foram encontradas no produto.
Os principais componentes do mel é a água, glicídios, e outras substâncias como, aminoácidos, proteínas, enzimas, ácidos orgânicos e matérias minerais.
A composição nutricional depende de muitos fatores como, origem do néctar, a espécie de abelha que o produziu, tipo da flor e do solo e condições climáticas.
É um alimento energético, que é importante ser consumido sempre.
O mel pode ser consumido no seu estado liquido ou cristalizado. Quando ele passa do estado liquido para o cristalizado, ele não sofre nenhuma alteração, pois é um processo natural.

5621 – Medicina – O que é o Autismo?


Autismo é uma alteração no cérebro que a criança passa na hora do parto ou durante a gestação acarretando assim a incapacidade de comunicação da criança. Apesar dessa “deficiência” alguns altistas conseguem desenvolver inteligência além do normal e também a fala intacta. Já outros tipos de autistas não têm boa coordenação motora e não têm contato físico com pessoa e objetos e muitas vezes são agressivos.
Os autistas são pessoas hipersensíveis em muitas coisas como: cheiro, toques e sons.
Para o tratamento desse distúrbio as crianças são submetidas a análises com psicólogos, que receitam remédios para acompanhamento.

Qual é a origem do autismo?

Eis uma das perguntas que mais desafiam a medicina. E não é a única envolvendo essa doença. Pergunte a qualquer médico: por que o autismo é 4 vezes mais comum em meninos que em meninas? Ele não será capaz de responder. São tantos os mistérios relacionados à disfunção que, para muitos especialistas, ela não é apenas uma, mas várias doenças. A Sociedade Americana de Autismo, por exemplo, define-a como um conjunto de transtornos que afetam suas vítimas – sempre até os 3 anos de idade – com diferentes graus de intensidade. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, pelo menos em parte, de natureza genética – quando ocorre em um dos irmãos, tende a ocorrer no outro também. Mas há evidências, por outro lado, de que a origem do autismo esteja associada a infecções virais, como a rubéola congênita. As especulações não param por aí. Alguns pesquisadores acreditam que o desenvolvimento do autismo pode estar ligado também à fenilcetonúria – uma doença herdada, que decorre da falta ou ausência total de uma enzima chamada fenilalanina hidroxilase. E certos trabalhos científicos sugerem ainda uma relação entre o autismo e a síndrome do X frágil (assim chamada por ser resultado de uma alteração no cromossomo X). Certo mesmo é que os autistas geralmente apresentam uma tremenda dificuldade para interagir e se comunicar com o mundo ao seu redor. É por isso que, no passado, acreditava-se que o transtorno tivesse origem psicológica. Hoje, não se cogita mais essa hipótese.

5620 – A Química Detonadora dos Explosivos


A banana que não dá pra comer

A história dos explosivos começou na China do ano 1000 d.C., com a descoberta da pólvora: um pó preto formado pela mistura de carvão, enxofre e salitre (nitrato de potássio), utilizado então apenas para fabricar fogos de artifícios. Foi o frade alemão Berthold Schwarz quem, no início do século XIV, criou a primeira arma de fogo, inaugurando o uso da pólvora para fins bélicos. Durante 500 anos, esse foi o único material empregado para detonar canhões, bombas, fuzis e pistolas – até que, em 1846, foi descoberta, pelo químico italiano Ascanio Sobrero, a nitroglicerina, líquido oleoso formado pela reação da glicerina, substância obtida a partir de gordura animal, com ácido nítrico e sulfúrico.
Para tornar a nitroglicerina mais segura a substância passou a ser misturada com outros componentes. Assim foi criada, em 1867, a dinamite, o explosivo mais utilizado até hoje para demolição e escavações de canais, estradas e túneis. Daí vêm os milhões de dólares distribuídos anualmente aos ganhadores do mais importante prêmio científico mundial, que leva o nome do inventor da dinamite, o químico sueco Alfred Nobel. Ele misturou a nitroglicerina a um tipo de terra rica em fósseis, chamada kieselguhr, encartuchada em bananas, como são chamados os cilindros de papel parafina que contêm o explosivo.
A dinamite é disparada por meio de um cordão com pólvora, compondo um sistema de espoleta, cordel e estopim . Outro explosivo descoberto no século XIX foi o TNT, ou trinitrotolueno, utilizado principalmente em munição militar, como minas, granadas e bombas. O motivo é que se trata de uma substância mais segura, porque só explode em contato com duas outras substâncias: azida de chumbo e fulminato de mercúrio. Por fim, o membro mais moderno da família é o ANFO, abreviação de Ammonium Nitrate Fuel Oil (óleo combustível nitrato de amônio, em inglês), criado em 1950. A explosão ocorre em consequência da reação do vapor desse óleo com o gás decomposto do nitrato de amônio. “As principais utilizações do ANFO são a mineração e a construção civil, mas ele só pode ser aplicado em buracos totalmente secos, porque o contato com a água dissolve os grãos de nitrato.
O buraco perfurado na rocha com uma britadeira é o primeiro passo de preparação para a explosão da pedreira. Em seu interior, é introduzida a primeira banana de dinamite, com o chamado cordel detonante amarrado em uma de suas pontas. Esse cordel é um tubo recheado de explosivo especial (o nitropenta) com velocidade de detonação de 7,2 km por segundo
Todos os buracos são interligados pelo cordel detonante e preenchidos com várias bananas de dinamite. Depois, são tampados com uma mistura de areia, terra e capim.
Totalmente vedados, o que garante pressão máxima na hora da explosão, os buracos recheados com a poderosa combinação de dinamite e ANFO estão prontos para serem detonados.
A terra treme com um estrondo ensurdecedor e a nuvem branca de areia levantada pela explosão pode cobrir toda a pedreira. Sua força é capaz de causar rachaduras em casas localizadas a até 5 quilômetros de distância – por isso, é proibido construir nas proximidades de uma pedreira.

5619 – Alfred Wegener?! Quem foi esse tal?


Gênio de primeira grandeza, o cientista alemão Alfred Wegener (1880-1930) descobriu que todos os continentes do mundo estiveram unidos, há mais de 200 milhões de anos, em somente um supercontinente, chamado por ele de Pangéia (do grego, terra total). Em uma carta de 1910, Wegener descreveu essa idéia para sua futura esposa Else: “A costa leste da América do Sul se encaixa perfeitamente na costa oeste da África, como se um dia tivessem estado juntas”. Dois anos depois, apresentou-a pela primeira vez à comunidade científica, mas recebeu muxoxos de descrença.
A formação inicial de doutoriamentos Alfred Wegener foi feita pela astronomia, concluindo um doutoramento em 1904 na Universidade de Berlim. Contudo, sempre teve interesse pela geofísica e tornou-se também interessado nos campos emergentes da meteorologia e climatologia.
Na época, a idéia de que os continentes e oceanos pudessem se mexer era considerada estapafúrdia pelos cientistas, mas isso não impediu Wegener de seguir com suas pesquisas. Em 1915, ele publicou o livro seminal A Origem dos Continentes e Oceanos. Mais uma vez, recebeu um silêncio profundo de seus colegas. Para piorar, Wegener não tinha provas substanciais de suas idéias, apenas boas evidências. Entre elas, as semelhanças entre as costas de alguns continentes, em especial da África com a América do Sul. Os relevos das duas regiões se completam e, apesar de haver um oceano entre elas, foram encontrados em ambas fósseis de animais da mesma espécie e época, bem como plantas parecidas. Os colegas de Wegener não ficaram satisfeitos. Queriam saber qual era a força que havia levado os continentes a se separar. Ninguém tinha a resposta na época e as idéias de Wegener caíram na obscuridade.
Nos anos 50, graças em grande parte a imagens da Nasa, os cientistas começaram a conhecer o fundo dos oceanos. Surgiram evidências cada vez mais seguras de que as grandes massas continentais realmente se mexiam: havia pedras novas aparecendo no fundo do mar e elas pareciam empurrar os continentes. Na década de 60, descobriu-se o movimento das placas tectônicas – os blocos flutuantes nos quais a superfície terrestre se apóia. A comprovação levou a uma revolução na área, trazendo grandes avanços para a geofísica e possibilitando a compreensão de fenômenos relacionados ao deslocamento dos continentes. Ficou claro que é a colisão entre duas dessas placas que faz com que enormes massas de pedras se ergam, formando cadeias de montanhas. E que são os raspões entre placas que dão origem a terremotos e a erupções vulcânicas. Wegener, de repente, transformou-se num gênio visionário. Mas o reconhecimento foi tardio, pois não estava mais vivo para comemorar.

5618 – Por que o trevo de 4 folhas é símbolo de boa sorte?


Eis o raro trevo de 4 folhas

Tudo indica que é por causa da sua raridade na natureza. Presente na maioria das regiões temperadas e subtropicais do planeta, o trevo – como já diz seu nome científico Trifolium repens – normalmente produz apenas três folhas. Além disso, o número quatro é considerado mágico em muitas culturas, por vários motivos: são quatro os pontos cardeais, as estações do ano, os elementos alquímicos (terra, ar, fogo e água) e as fases da Lua. Quatro são as letras do nome de Deus (YHVH, Javé) entre os hebreus; número também dos evangelistas e dos braços da cruz, entre os cristãos. “Por fim, a soma dos quatro primeiros números resulta em dez, símbolo de completude sagrado para os pitagóricos e, claro, base do sistema decimal”, afirma um filósofo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), especialista em religiões. Acredita-se que o uso do trevo de quatro folhas como talismã tenha se originado com os druidas, sacerdotes dos celtas, povo que ocupou a Europa no primeiro milênio a.C.

5617 – Esporte – Como surgiu o jiu-jitsu brasileiro?


Tudo começou em 1914, com a chegada ao Brasil do japonês Mitsuyo Maeda. Especialista nas artes marciais do Oriente, ele vinha de uma turnê pela Américas do Norte e Central, onde apresentara – pela primeira vez no continente – o judô e o jiu-jitsu. Mais conhecido pelo apelido Conde Koma, Maeda fixou residência em Belém do Pará, como adido do cônsul do Japão, mas nunca deixou de ensinar as lutas em que era mestre. Um de seus alunos, Carlos Gracie, tinha um irmão franzino e de saúde frágil, chamado Hélio, que acabou criando uma técnica própria, baseada em alavancas – golpes que usam todo o peso do corpo (o seu e o do adversário). “Funciona como o macaco de trocar pneu. Vinte homens talvez consigam erguer um carro, mas um macaco faz o serviço com mais técnica e menos força”, diz Rorion Gracie, filho de Hélio e instrutor de jiu-jitsu em Los Angeles.
Ele constatou que constatou que o sistema funcionava melhor ainda no chão, onde o peso do corpo atingia sua força máxima. Nessa dupla estratégia – privilegiar as alavancas e levar a luta ao solo – está sua grande contribuição à luta original, possibilitando que um lutador mais fraco vença oponentes pesados.
Vejamos a estratégia da luta brasileira:
O primeiro objetivo é levar a luta para o chão
1 – A luta começa sempre com os lutadores de pé. Mas o jiu-jitsu brasileiro busca levar o combate para o solo o mais rápido possível. Para isso, o lutador menor puxa o adversário
2 – Ao girar o tronco, ele pressiona o oponente contra suas costas, travando-lhe o braço e – com um forte golpe do traseiro – tira seus pés do chão
3 – Inclinando o corpo, o lutador mais leve puxa o braço preso do adversário, atirando-o por cima do seu ombro. Assim, ele realiza o seu objetivo de trazer a luta para o chão, onde poderá levar vantagem
4 – O lutador que consegue levar a luta para o chão sabe que ali poderá fazer uso do seu peso corporal em um poderoso golpe de alavanca para render o oponente

5616 – As tempestades solares


Não há motivo para pânico exagerado. As tempestades solares não são capazes de destruir construções ou aumentar o calor. Mas fazem chegar à Terra quantidades enormes de energia e podem atrapalhar bastante a vida. Em 1997, uma delas – que nem foi das maiores – pôde ser estudada e avaliada. O resultado foi chocante. Em menos de 36 horas, uma nuvem carregada com 1 400 gigawatts saiu do Sol e chegou à atmosfera da Terra. Isso corresponde a toda a energia gerada nos Estados Unidos no mesmo período. Esse poder todo explica fatos notáveis acontecidos no passado. Em março de 1989, perto do ápice do último ciclo, uma tempestade solar provocou um breve blecaute em Estocolmo, na Suécia, causou um disparo em massa dos alarmes anti-roubo em Toronto, Canadá, e deixou fora do ar o sistema de comunicações da Marinha americana.
Alguns estudos recentes mostraram que as tempestades solares podem ter conseqüências bem mais indigestas que a simples interferência em equipamentos eletroeletrônicos. A onda eletromagnética vinda do espaço desorienta aves e mamíferos marinhos, deixando-os perdidos ou à mercê de predadores. Além disso, destrói a camada de ozônio e pode ser prejudicial à saúde de passageiros de aviões em determinadas regiões do planeta, devido à alta concentração de raios gama e raios X. Felizmente, as tempestades são previsíveis com mais de 36 horas de antecedência.

5615 – Mega Ecologia – Escassez de água potável no planeta


Pela primeira vez uma lei definirá critérios para racionamento de água no Brasil. Segundo o art. 21 do projeto de lei encaminhado ao Congresso, dispondo sobre o sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, nos casos de insuficiência de água para atendimento da demanda outorgada em corpo hídrico (rios, lagos etc.) de domínio da União, inclusive para diluição de efluentes líquidos em concentrações aceitáveis, e para dirimir ou prevenir conflitos entre usuários de água, o governo poderá declarar, em regime de racionamento, o corpo hídrico ou todos os corpos hídricos formadores de uma bacia hidrográfica, tais como rios, riachos, lagoas, lagos etc.
Poderá, igualmente, assegurar os usos prioritários que independem de outorga – atendimento às necessidades de pequenos núcleos populacionais, distribuídos no meio rural, e captações consideradas insignificantes – e restringir a captação de água e o lançamento de efluentes no corpo hídrico.
Segundo o projeto, a aplicação de uma ou mais medidas de racionamento, a cargo dos órgãos federal e estaduais com poder de outorga, deverá adequar-se aos critérios de racionamento instituídos pelo Comitê de Bacia Hidrográfica.
Caso não exista Comitê de Bacia Hidrográfica ou critério de racionamento instituído, o poder outorgante dará compensação financeira aos usuários atingidos pelo racionamento, mediante cobrança a maior dos usuários que ficaram de fora do racionamento.

5614 – Planeta Terra – Florestas e Savanas


Savana

Savanas tropicais

Necessitam de muita luz, onde há alternância de períodos de chuva e de seca, como as savanas tropicais da região oeste do Sudão (África) localizadas em terrenos planos. Savanas temperadas – A intensidade das chuvas é bem menor que na região tropical, como nas savanas temperadas do sudeste da Austrália.

Florestas temperadas decíduas

As florestas temperadas são encontradas nos Estados Unidos, na europa Ocidental, na China, na Coréia e no Japão. Essas florestas apresentam estratificação pronunciada e grande diversidade de espécies. O clima caracteriza-se por apresentar as quatro estações do ano bem definidas: primavera, verão, outono e inverno. As folhas de suas árvores caem durante o inverno, razão pela qual são chamadas de caducifoliadas (de folhas caducas, que caem) ou decíduas. A queda das folhas está associada a uma adaptação das plantas para se defenderem da seca fisiológica, uma vez que o inverno é bastante rigoroso e a água se congela no constituição do solo, matéria orgânica, água e ar. Essa florestas apresentam vegetação predominantemente arbórea (carvalhos, bordos, faias, nogueiras) e uma fauna muito rica representada por urso, veados, esquilos, lobos, raposas, lebres, répteis, anfíbios insetos e aves.

A floresta amazônica divide-se em três tipos:
Florestas densas que se subdividem em florestas de várzeas (periodicamente alagadas), florestas de terra firme e florestas de igapó (permanentemente inundadas); e florestas abertas caracterizadas por uma área de transição climática, menos úmida.

Savanas – formações

A cobertura vegetal mais característica das savanas é constituída de gramíneas. Sendo o elemento principal dessas vastas regiões, são elas que lhes traçam a fisionomia. As gramíneas têm a propriedade de crescer a partir da base de suas folhas – se as extremidades forem comidas, podem continuar crescendo a partir da base.
A savana é também, pontilhada de arbustos, cactáceas e árvores de estranhas formas, todas elas adaptadas à sobrevivência na longa estação da seca. Os traços característicos desta vegetação são a capacidade de armazenar materiais nutritivos e água, quer nos troncos quer no galhos, e a propriedade de praticamente não apresentar transpiração. Espécies típicas de savana são pequenas árvores ou arbustos que perdem as folhas na estação seca ou, tratando-se das perenes, possuem folhagens muito resistente.
As savanas tropicais (campos com árvores ou grupos de árvores espalhadas) encontram-se em regiões quentes com precipitação de 1.000 a 1.500 mm, porém, com uma ou duas épocas de secas prolongadas em que os incêndios constituem uma parte importante do ambiente. Instalam-se nos climas tropicais na África, Ásia e Austrália. As estações são reguladas pela precipitação mais do que pela temperatura, como ocorre nos campos temperados. As gramíneas são intercaladas por árvores e arbustos. Fauna abundante em variedade de espécies. Savanas Tropicais necessitam de muita luz , onde há alternância de períodos de chuva e de seca, como as savanas tropicais da região oeste do Sudão localizadas em terrenos planos.

5613 – Medicina – O que é a Síndrome de Turner?


Trata-se de uma anomalia cromossômica.
É uma monossomia na qual os indivíduos afetados exibem sexo feminino mas geralmente não possuem cromatina sexual. O exame de seu cariótipo revela comumente 45 cromossomos, sendo que do par dos sexuais há apenas um X; dizemos que esses indivíduos são XO (xis-zero), sendo seu cariótipo representado por 45,X. Muitas dessas concepções terminam em aborto; é provável que 97% desses conceptos sejam eliminados chegando a termo apenas 3%, de modo que essa monossomia constitui uma das causas mais comuns de morte Intra-uterina. Por isso é uma anomalia cromossômica rara, atingindo apenas uma dentre três mil mulheres normais.
Trata-se, fundamentalmente, de mulheres com disgenes!a gonadal, isto é, cujos ovários são atrofiados e desprovidos de folículos; portanto, essas mulheres não procriam, exceto em poucos casos relatados de Turner férteis, em cujos ovários certamente há alguns folículos. Devido a deficiência de estrógenos elas não desenvolvem as características sexuais secundárias ao atingir a puberdade, sendo, portanto, identificadas facilmente pela falta desses caracteres; assim, por exemplo, elas não menstruam (isto é, têm amenorréia primária). Quando adultas apresentam geralmente baixa estatura, não mais que 150 cm; infantilismo genital – clitóris pequeno, grandes lábios despigmentados, escassez de pêlos pubianos –; pelve andróide, isto é, masculinizada; pele frouxa devido à escassez de tecidos subcutâneos, o que lhe dá aparência senil; unhas estreitas; tórax largo e em forma de barril; alterações cardíacas e ósseas. No recém-nascido freqüentemente há edemas nas mãos e nos pés, o que leva a suspeitar da anomalia.
As primeiras observações realizadas com indivíduos severamente afetados associavam a síndrome de Turner algum grau de deficiência mental. Posteriormente ficou evidente que estas pacientes têm um desenvolvimento cognitivo alterado apenas qualitativamente, pois elas possuem uma inteligência verbal superior à das mulheres normais, compensando, assim, as suas deficiências quanto a percepção forma-espaço. Disto resulta que o nível intelectual global das Turner é igual ou, mesmo, levemente superior ao da população feminina normal.
Por outro lado, não exibem desvios de personalidade, o que significa, inclusive, que sua identificação psicossexual não é afetada.
Em decorrência da disgenesia ovariana, a única fonte de estrógenos para essas pessoas são as supra-renais; como a taxa desses hormônios é baixa, as pacientes devem receber aplicações de estrógenos para estimular o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e o aparecimento da menstruação. Usualmente tem início aos 16 anos para evitar que os estrógenos aplicados retardem ainda mais o crescimento.

5612 – O que são armas biológicas?


São chamados de armas biológicas os vírus são levados aos laboratórios para serem alterados geneticamente, criando uma resistência neles em relação a alguns tratamento.
Estas armas são capazes de inabilitar e até matar animais, plantas, e até os seres humanos. Se o ar, a água ou algum alimento estiver contaminado com esse vírus, é possível que ele acabe com uma população inteira.
O antraz, o botulismo, a varíola e o vírus ebola, são as principais armas biológicas. Assim como diversas pestes, o antraz e o botulismo estão presentes em muitos continentes, pois suas toxinas são muito fáceis de serem adquiridas.
Antraz
Tal vírus pode contaminar os alimentos, a água, o ar e o solo, nas pessoas ele contamina o pulmão, atingir a pele e causar doenças gastrintestinais. Os sintomas são parecidos com os da gripe, o doente começa a sentir fortes dores no corpo e expectorar catarro, quando a doença vai se agravando, começa a aparecer várias manchas na pele, edemas e falência dos órgãos, essa doença pode levar uma pessoa à morte em cinco dias. Essa bactéria (antraz), pode também causar meningite.
Pode – se tratar essa doença com o uso de antibióticos “penicilina e tetraciclina” e ele não é contagiado de pessoa para pessoa.

5611 – Planeta Terra – A cadeia alimentar


Elementar…

As cadeias alimentares, ou cadeias tróficas, são sequencias de eventos consecutivos de relações de alimentação de um grupo de organismos por outros, formando níveis tróficos, que englobam os produtores, consumidores e decompositores.
O componente biótico de um ecossistema relaciona-se entre si e estipula níveis para essas relações. Podemos, então, classificar os seres vivos de acordo com as funções específicas que desempenharão dentro de um ecossistema.
Organismos autótrofos – São assim chamados todos os organismos que têm a capacidade de transformar a matéria inorgânica em matéria orgânica, normalmente, utilizando a luz solar e produzindo o oxigênio. Têm essa capacidade todos os fotossintetizantes e quimiossintetizantes (que ao invés da luz solar, utilizam substâncias químicas oxidadas).
Organismos heterótrofos – São assim considerados todos os organismos que não são capazes de produzir o seu próprio alimento, tendo assim, que utilizar a energia produzida pelos autótrofos ou mesmo por outros heterótrofos (dependendo de sua dieta).
Produtores – São sempre autótrofos, produzem alimento que será usado na cadeia, e por isso estão obrigatoriamente no início de qualquer cadeia alimentar. A energia transformada a partir da luz solar e do gás carbônico será repassada a todos os outros componentes restantes da cadeia ecológica. Os principais produtores conhecidos são plantas e algas microscópicas (fitoplâncton).
Consumidores – São os organismos que necessitam alimentar-se de outros organismos para obter a energia que eles não podem produzir para si próprios. Vão-se alimentar dos autótrofos e de outros heterótrofos podendo ser consumidores primários, consumidores secundários, consumidores terciários e assim por diante. Na alimentação, nem toda a energia obtida será integralmente usada, isto é, parte dessa energia não será absorvida e será eliminada com as fezes; outra parte será dissipada em forma de calor. Assim, grande parte da energia será “perdida” no decorrer de uma cadeia alimentar, diminuindo sempre a cada nível. Podemos, então, dizer que o fluxo de energia num ecossistema é unidirecional começando sempre com a luz solar incidindo sobre os produtores, e diminuindo a cada nível alimentar dos consumidores.
Decompositores – São organismos que atuam exatamente em papel contrário ao dos produtores. Eles transformam matéria orgânica em matéria inorgânica, reduzindo compostos complexos em moléculas simples, fazendo que estes compostos retornem ao solo para serem utilizados novamente por outro produtor, gerando uma nova cadeia alimentar. Os decompositores mais importantes são bactérias e fungos. Por se alimentarem de matéria em decomposição são considerados saprófitos.

O conjunto de uma série de ecossistemas é chamado de teia alimentar. Nesse caso, várias teias se entrelaçam, fazendo que as relações ecológicas sejam múltiplas e o alimento disponível possa ser utilizado por vários indivíduos, realmente compondo um ecossistema.

Importante:
1. A energia é unidirecional.
2. A matéria é cíclica.

Níveis Tróficos

1. O conjunto de indivíduos que se nutre no mesmo patamar alimentar, ou seja, alimentam-se basicamente dos mesmos nutrientes e estão colocados em um mesmo nível trófico.

2. Os produtores estão colocados no 1.° nível trófico.

3. Os consumidores primários, aqueles que se alimentam dos produtores, são herbívoros e constituem o 2.° nível trófico.
4. Os consumidores secundários compõem o 3.° nível trófico, sendo os carnívoros.

5. Após esses, existe o 4.° nível trófico, e assim por diante.

6. Os decompositores ocupam sempre o último nível da transferência de energia, formando um grupo especial que degrada tanto produtores quanto consumidores.

Importância de se conhecer as cadeias alimentares

Justifica-se pela possibilidade do uso natural de animais ou plantas a fim de controlar ou equilibrar o ecossistema, de forma a evitar o uso de pesticidas e de quaisquer outras formas artificiais que possam desequilibrar em longo prazo o ambiente, ou ainda, provocar sérias reações nos animais e até nos seres humanos que ali habitam.

Cadeia alimentar é salve-se quem puder e bobeou, dançou!

5610 – Biologia – A mitose


Trata-se da divisão celular onde uma célula (mãe) dá origem a duas célula.-filha com as mesmas características e mesmo número de cromossomos, o que são? – O cromossomo nada mais é do que moléculas de DNA na forma espiralizada, enroladas em histonas.
O número de cromossomos é constante em indivíduos da mesma espécie e variável em indivíduos de espécies diferentes.
Observação: a mitose é chamada de divisão equacional (E!) pelo fato de manter o número de cromossomos constante.
Ocorrência: Células Somáticas. ,
Finalidades:
-Aumentar o número de células.
-Formação do organismo.
-Reposição celular, etc.
Fases: prófase – metáfase – anáfase – telófase

5609 – Astronomia – Gravidade da Lua


É 6 vezes menor que a da Terra, por isso não retém atmosfera; aliás, o hidrogênio não se segura nem por aqui. Como é muito leve, acaba vazando para o espaço. Mas, os gases são repostos pelas plantas. A nossa atmosfera se formou durante bilhões de anos, num processo que começou com erupções vulcânicas, que trouxeram gases do interior do planeta. Isso só aconteceria na lua com uma reação química em enorme escala que fosse capaz de derreter as rochas subterrâneas. Isso poderia ser feito por várias usinas nucleares enterradas no satélite.