5596 – James Cameron desce ao ponto mais fundo dos oceanos


Ao que parece, James Cameron desenvolveu um gosto especial pelo fundo do mar após fazer filmes como “O Segredo do Abismo” e “Titanic”.
Mas, desta vez, ele foi mais longe: o cineasta americano usou um submarino especial para descer ao ponto mais profundo da Terra, a fossa das Marianas, no Pacífico.
O objetivo foi gravar imagens –ainda não divulgadas– para futuros filmes e documentários, incluindo uma continuação do seu blockbuster “Avatar” (2009).
“Mal posso esperar para dividir com vocês o que estou vendo”, tuitou Cameron quando terminou a descida.
Ainda não há detalhes sobre o que ele viu. Mas o cineasta adiantou na entrevista à imprensa concedida na segunda-feira que conseguiu enxergar algumas espécies e muita areia, “como um deserto”. “Parecia outro planeta”.
A depressão da fossa das Marianas fica a 11 quilômetros de profundidade, a leste das Filipinas.
O lugar é tão remoto –e custa tanto para ser explorado– que ninguém arriscou investigar a área desde 1960, quando dois tripulantes do submersível Trieste, da Marinha americana, passaram 20 minutos lá no fundo.
Só que eles não conseguiram ver muita coisa, porque a areia fina levantada na descida deixou a água turva.
“Chegar lá é fácil. O difícil é ir e voltar. Até hoje só três pessoas fizeram isso, e as duas últimas o fizeram há 52 anos”, disse a oceanógrafa Sylvia Earle, primeira pessoa a descer a 1.000 m de profundidade sem ajuda de submarinos, comemorando o feito do cineasta americano em Brasília.
Espero que daqui a alguns anos o Brasil esteja equipado com uma frota de submarinos que permita explorar os mares profundos. O Brasil, com seu interesse por exploração de petróleo em águas profundas, pode ser um líder tecnológico nessa área.”
O projeto de Cameron, batizado de “Deepsea Challenge” (Desafio do Mar Profundo), começou há sete anos. O patrocínio veio da “National Geographic” e da Rolex.
As gravações duraram seis horas e foram feitas por meio de câmaras de alta definição e 3D acopladas aos submersível de oito metros, que o cineasta ajudou a projetar.
Além das câmeras, claro, houve a necessidade de muita luz: o submersível tem 2,4 metros de lâmpadas de LED. Por causa da profundidade, a fossa das Marianas fica em escuridão permanente. “É bom ver a luz do Sol”, escreveu Cameron quando voltou à superfície.
Outro desafio é a pressão no fundo da fossa: cerca de mil vezes maior do que a no nível do mar.

5595 – Cinema – James Cameron e Kate Winslet vão à estreia de “Titanic 3D”


O diretor James Cameron e a atriz Kate Winslet estiveram hoje na estreia mundial da versão 3D do filme “Titanic”, no Royal Albert Hall, em Londres.
“Trabalhamos duro para converter ‘Titanic’ em uma joia 3D”, afirmou Cameron, diretor da obra, à Sky News. “Creio que as pessoas vão acreditar que o filmamos originalmente neste formato”, disse ele.
Winslet foi a protagonista do longa, em que faz par romântico com o ator Leonardo Di Caprio. Foi a partir de “Titanic” que a carreira da atriz destacou-se e Kate Winslet se tornou uma das atrizes mais bem pagas de Hollywood.
Lançado em 1997, “Titanic” ganhou 11 prêmios no Oscar e arrecadou mais de US$ 1,8 bilhão de dólares.
O relançamento de sua versão 3D marca o centenário do naufrágio do transatlântico.

5594 – Saúde – Desvendando o colesterol bom


As estatísticas sugerem que as pessoas com níveis elevados de um certo tipo de colesterol, o HDL (lipoproteínas de alta densidade) correm menos riscos de infarto causado por ateroesclerose, o entupimento das artérias. Por isso mesmo, o HDL é chamado colesterol bom, em oposição ao LDL (lipoproteínas de baixa densidade), o colesterol mau. Mas nunca ficou demonstrado que o HDL realmente impede a formação dos depósitos gordurosos que acabam por entupir as artérias. Sabia-se apenas que o HDL varre parte do colesterol mau da corrente sanguínea.
Recentemente, porém, pesquisadores do Laboratório Lawrence Berkeley, na Califórnia, verificaram que ratos inoculados com o gene do HDL humano deixavam de contrair a ateroesclerose – embora tivessem herdado a propensão à doença. Isso indica que o HDL efetivamente inibe a fase preliminar da ateroesclerose, ou seja, a fixação das gorduras que, sob a forma de placas, depois aderem às paredes das artérias. A descoberta poderá estimular a indústria farmacêutica a buscar medicamentos mais precisos para combater o colesterol. As drogas existentes baixam tanto o LDL como o HDL. No futuro, os remédios anti-colesterol continuariam a reduzir o LDL, mantendo ou até aumentando, porém, os níveis de HDL.

5593 – Nutrição & Saúde – Conheça os alimentos vilões


Quase tudo faz mal…

Alguns alimentos não só engordam como matam aos poucos:
Não estão proibidos, mas uma medida razoável é incluir um deles no cardápio uma vez por semana.
Recomenda-se olhar o rótulo do produto para checar seus ingredientes. E fique atento: o primeiro item da lista de ingredientes, geralmente, é o que está presente em maior quantidade na comida. Portanto, se açúcar ou gordura estiverem no topo da lista na embalagem, talvez seja melhor procurar uma opção mais saudável.
Alimentos industrializados em geral fazem mal, ricos em gordura saturada, conservantes e etc.
Na lista, a pizza pré cozida e a lasanha.
Lanchinho com salame e mortadela – Tais alimentos à base de carne, conhecidos como embutidos, foram inventados para facilitar as preparações e aumentar o prazo de validade do alimento. O problema é que eles possuem maior teor de gordura saturada em relação à carne natural.
Esse tipo de gordura, encontrado principalmente em produtos de origem animal, traz riscos à saúde quando ingerido em excesso, pois estimula o aumento dos níveis de colesterol e o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os embutidos também contêm excesso de sódio – o que pode provocar pressão alta – e corantes – que podem causar alergias e problemas no estômago. Por fim, ainda há ali muitos conservantes, como o nitrito e o nitrato. No nosso organismo, eles são convertidos em substâncias potencialmente cancerígenas.
Caldos industrializados – Faça seu próprio tempero e esqueça os industrializados. Eles possuem altos teores de sódio e glutamato monossódico. O sódio, se consumido além dos limites diários recomendados, pode levar ao desenvolvimento da hipertensão ou piorar o problema se ele já existe. O problema do glutamato é ainda pior: estudos têm mostrado que o nosso organismo o utiliza como um transmissor de impulsos nervosos no cérebro e seu consumo tem sido associado com dificuldades de aprendizado, Mal de Alzheimer, Parkinson e câncer.
Aquele biscoitinho recheado:
Carregadas com açúcares, essas pequenas guloseimas possuem densidade energética assustadora”, diz um nutricionista pesquisador do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além do excesso de açúcar, os biscoitos recheados ainda contêm muita gordura saturada, o que favorece o aumento do LDL (o “colesterol ruim”) e a diminuição do HDL, considerado o “colesterol bom”. O desequilíbrio nas taxas de colesterol é fator de risco para o surgimento de doenças cardiovasculares graves. E, para completar, os aditivos usados para dar cor a essas bolachas também são prejudiciais à saúde e estão associados à hiperatividade e déficit de atenção.
Salgadinhos:
Outra delícia perigosa que adoramos consumir em momentos de ócio. Os salgadinhos também são fontes de glutamato monossódico, aquele sal sódico que cria um sabor mais encorpado ao produto.
Aumenta a pressão arterial.
Refrigerante:
Além de possuir muitas substâncias artificiais em sua composição, o refrigerante contém valor nutricional quase nulo.
Além de ser rica em açúcar, a bebida tem a capacidade de enganar os sistemas orgânicos relacionados ao controle das calorias ingeridas, apresentando íntima relação com o ganho excessivo de peso e a obesidade.
E, a menos que você seja diabético, não adianta tentar os diet – eles são ainda piores! “Refrigerantes contêm muitas substâncias químicas, mas pelo menos são feitos com açúcar, que é algo que o corpo reconhece e pode digerir. Já os refrigerantes diet, além de todas essas substâncias, ainda contêm aspartame como adoçante. Sua metabolização gera metanol, substância tóxica para os neurônios que, em excesso, provoca degeneração neural e está relacionada a doenças como mal de Alzheimer.
Batatinha frita e outras frituras:
Mesmo que você use óleo vegetal de boa qualidade para fritar suas batatas ou bife, comer alimentos fritos faz mal. A fritura faz com que ocorram alterações químicas no óleo utilizado, deixando de ser uma fonte de gordura insaturada (no caso dos óleos vegetais), fundamental para nossa saúde, e dando lugar à gordura saturada, que em excesso pode causar diversas doenças. Esse processo pode também promover a formação da gordura trans, que está diretamente relacionada ao aumento de doenças cardiovasculares e à piora do quadro de saúde de uma maneira geral. Além disso, o calor extremo estraga a estrutura química da molécula de gordura, produzindo uma substância potencialmente cancerígena chamada acroleína.
Churrasco:
Tome cuidado quando decidir fazer um churrasco também. Nesse caso, o problema está no processo de preparação, e não com o alimento.
A fumaça do carvão libera alcatrão e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos, substâncias com alto potencial cancerígeno.
Margarina:
De novo, o colesterol. A maior parte das margarinas é feita com óleos vegetais líquidos hidrogenados – que são gordura trans. Essas gorduras não são reconhecidas pelo organismo, que não o metaboliza. Isso provoca acumulação de gordura na região abdominal e promove o aumento dos níveis de colesterol ruim e do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
Açúcar:
Quando consumido em excesso, é armazenado em nosso corpo sob a forma de triglicérides, aumentando o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Além disso, por ser calórico, pode levar à obesidade e, com ela, aumentar o risco de diabetes, hipertensão e dislipidemias.
Segundo os nutricionistas, tanto a sacarose (açúcar de mesa) quanto os açúcares de uso industrial estão relacionados à má qualidade da saúde. Então, já viu: nada de adoçar demais o cafezinho.
Sobrou pouca coisa pra comer.