5471 – ☻ Mega Conto – As estações


Um homem tinha quatro filhos. Ele queria que seus filhos aprendessem a não julgar as coisas de modo apressado, por isso, ele mandou cada um viajar para observar uma pereira que estava plantada em um distante local.
O primeiro filho foi lá no Inverno, o segundo na Primavera, o terceiro no Verão e o quarto e mais jovem, no Outono.
Quando todos eles retornaram, ele os reuniu e pediu que cada um descrevesse o que tinham visto.
O primeiro filho disse que a árvore era feia, torta e retorcida.
O segundo filho disse que ela era recoberta de botões verdes e cheia de promessas.
O terceiro filho discordou. Disse que ela estava coberta de flores, que tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas, que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele tinha visto.
O último filho discordou de todos eles; ele disse que a árvore estava carregada e arqueada, cheia de frutas, vida e promessas…
O homem, então, explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore…
Ele falou que não se pode julgar uma árvore, ou uma pessoa, por apenas uma estação, e que a essência de quem eles são e o prazer, a alegria e o amor que vêm daquela vida, podem apenas ser medidos ao final, quando todas as estações estiverem completas.
Se você desistir quando for Inverno, você perderá a promessa da Primavera, a beleza do Verão, a expectativa do Outono.
Não permita que a dor de uma estação destrua a alegria de todas as outras. Não julgue a vida apenas por uma estação difícil.

5470 – Mensagens de Paz – Humildade e Entendimento


Tenhamos a humildade para reconhecer,
que todos nós somos alunos nessa escola da vida chamada Terra.
Estamos aqui para aprendermos uns com os outros,
a trabalhar o nosso conhecimento, aprendizado e evolução.
Não somos melhores nem piores do que os outros,
pois o estágio em que cada um de nós se encontra é transitório.
Chegará o dia em que todos alcançaremos o entendimento,
e o conhecimento daquilo que realmente é importante para nós,
ou seja, o burilamento do nosso Espírito,
onde haverá espaço somente para os bons sentimentos,
e principalmente para o amor incondicional.
Sejamos humildes para reconhecer,
que ainda estamos muito longe da perfeição,
e do conhecimento das verdades da vida. Estamos caminhando.
Assim, sigamos pela estrada da vida com humildade,
aprendendo passo a passo,
construindo o nosso futuro sobre bases sólidas,
e acima de tudo respeitando e amando o nosso próximo!

Da obra Gotas de Paz

5469 – MPB – As águas de março


É uma canção brasileira do compositor, músico, arranjador, cantor e maestro Tom Jobim, de 1972. A canção foi lançada inicialmente em compacto simples e, a seguir, no álbum Matita Perê, no ano seguinte. Em 1974, uma versão em dueto com Elis Regina foi lançada no LP Elis & Tom. Posteriormente, Tom Jobim compôs uma versão em língua inglesa, que manteve a estrutura e a metáfora central do significado da letra.
A canção chegou a inspirar uma campanha publicitária da empresa Coca-Cola na década de 1980, com um arranjo mais próximo do rock e outros versos. A versão em inglês da música foi também utilizada, já na década de 1990, como tema publicitário para o lançamento do Ayala Center, nas Filipinas.
Em 2001, foi nomeada como a melhor canção brasileira de todos os tempos em uma pesquisa de 214 jornalistas brasileiros, músicos e outros artistas do Brasil, conduzida pelo jornal Folha de São Paulo. Na pesquisa realizada pela edição brasileira da revista Rolling Stone, em 2009, a canção ocupa o segundo lugar, atrás de Construção, de Chico Buarque de Holanda.
“Águas de Março” teve, ao menos, duas grandes fontes de inspiração. Uma é o poema “O caçador de esmeraldas”, do poeta parnasiano Olavo Bilac (“Foi em março, ao findar da chuva, quase à entrada / do outono, quando a terra em sede requeimada / bebera longamente as águas da estação. Outra é um ponto de macumba, gravado com sucesso por J.B. de Carvalho, do Conjunto Tupi (“É pau, é pedra, é seixo miúdo, roda a baiana por cima de tudo”).
A metáfora central das “Águas de março” é tomada como imagem da passagem da vida cotidiana, seu motocontínuo, sua inevitável progressão rumo à morte – como as chuvas do fim de março, que marcam o final do verão no sudeste do Brasil. A letra aproxima a imagem da “água” a uma “promessa de vida”, símbolo da renovação.
A letra e a música operam progressões lentas e graduais, à maneira das enxurradas. Os efeitos de orquestração chegam a ser cinematográficos, a partir das relações que estabelecem entre elementos musicais e imagens do texto. Algumas metáforas são dignas de nota pela sutileza e propriedade, como o quase imperceptível “tombo da ribanceira”, que acontece numa rara variação rítmica da linha do contrabaixo, além de vários movimentos de crescendo e decrescendo do naipe de cordas, reforçando o apelo da imagem da chuva na letra.

5468 – Geografia do Brasil – Rondônia


Cacoal, no meio da Amazônia

Está localizado na região Norte e tem como limites os estados do Mato Grosso (a leste), Amazonas (ao norte), Acre (a oeste) e a República da Bolívia (a oeste e sul). O estado possui 52 municípios e ocupa uma área de 237.576,167 quilômetros quadrados, sendo aproximadamente cinco vezes maior que a Croácia, e mais de duas vezes maior que a Bulgária. Sua capital e maior município é Porto Velho. Outras cidades importantes são: Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Espigão do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Rolim de Moura e Vilhena.
Com 1.576.423 habitantes (IBGE/2011), Rondônia é o 3º estado mais populoso e o mais denso da região Norte, sendo o 23º mais populoso do Brasil. A população rondoniense é uma das mais diversificadas do Brasil, composta de migrantes oriundos de todas as regiões do país, dentre os quais destacam-se os paranaenses, paulistas, mineiros, gaúchos, capixabas, baianos e matogrossenses (cuja presença é marcante nas cidades do interior do estado), além de cearenses, maranhenses, amazonenses e acreanos, que fixaram-se na capital, preservando-se ainda os fortes traços amazônicos da população nativa nas cidades banhadas por grandes rios, sobretudo em Porto Velho e Guajará-Mirim, as duas cidades mais antigas do estado.
O antigo território do Guaporé, criado pelo decreto-lei nº 5.812, de 13 de setembro de 1943, chamou-se Rondônia desde 17 de fevereiro de 1956, em homenagem ao sertanista brasileiro Cândido Mariano da Silva Rondon (1865-1958), desbravador da região, Guaporé, rio entre o Brasil e a Bolívia, é, segundo o naturalista alemão von Martius (1794-1868), o tupi wa “campo” e poré “catarata”, isto é, “cachoeira do campo, rio campestre”. Como em muitos casos da geonímia, o nome Guaporé designou inicialmente o rio, passando em seguida a se referir à região.
O estabelecimento definitivo do antigo território do Acre, em 1903, deu impulso ao desenvolvimento da região, pois o Tratado de Petrópolis obriga o Brasil a construir a ferrovia Madeira-Mamoré. A rede telegráfica estabelecida pelo marechal Cândido Rondon foi outro importante fator que contribuiu para a integração do extremo oeste brasileiro. Em 1943 foi constituído o Território Federal de Guaporé, com capital em Porto Velho, com o desmembramento de parte de Mato Grosso e do Amazonas. A intenção era apoiar de maneira mais direta a ocupação e o desenvolvimento da área. Em 1956, o território passou a se chamar Rondônia.
Até a década de 1960, a economia se resumia à extração de borracha e de castanha-do-pará. O crescimento acelerado só começou a ocorrer, de fato, a partir dos anos 1960 e 1970. Os incentivos fiscais aos empreendimentos privados e os investimentos do governo federal, bem como os projetos de construção de rodovias e de implantação de núcleos de colonização, estimularam a migração, em grande parte originária do Centro-Sul.
No decorrer de 1979 tomou corpo o projeto de transformar Rondônia em estado, medida que se tornava cada vez mais necessária em vista do agravamento dos problemas do território, em sua maioria em consequência do grande afluxo de imigrantes. O primeiro passo nesse sentido foi a assinatura, em janeiro de 1980, de um convênio entre os ministérios do Interior e da Fazenda, pelo qual Rondônia passava a arrecadar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM) e o Imposto Único sobre Minerais (IUM).
Em dezembro de 1981 o Congresso aprovou o projeto ordinário do poder executivo pelo qual o território de Rondônia era elevado a estado da União. O governo do novo estado, o 23º da federação brasileira, instalou-se em 4 de janeiro de 1982, com a posse do coronel Jorge Teixeira de Oliveira, que já governava o território desde 15 de março de 1979.
Em 2007, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulga um possível aumento de desmatamento entre setembro de 2006 e setembro de 2007. O Ibama aponta como possíveis causas a expectativa para a construção das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira (com conclusões previstas para até 2012), e a transferência parcial do poder do Ibama de dar concessões a empresas para que comprem madeira e a vendam à Secretaria Estadual do Desenvolvimento Ambiental (Sedam). Mas os dados divulgados pelo Inpe indicam para o período de agosto de 2006 a julho de 2007 uma queda da área desmatada de 2.049 para 1.611 quilômetros quadrados. A fiscalização federal e estadual e o Licenciamento Ambiental Rural são considerados os principais fatores para essa queda.

Rio Madeira em Porto Velho

Cerca de setenta por cento da superfície de Rondônia é recoberta pela floresta pluvial amazônica. Os restantes trinta por cento correspondem a cerrados e cerradões que revestem a superfície tabular do chapadão. No entanto, causa preocupação o desmatamento, que se acelerou em meados da década de 1980, para a exploração de minérios.
Ecologia
Com o objetivo de proteger a natureza e garantir a preservação ambiental de extensas áreas não habitadas, o Governo Federal passou a criar parques e reservas naturais na região Amazônica. O Parque Nacional de Pacaás Novos foi criado em 1979 e ocupa área de 765.000 hectares nos municípios de Porto Velho, Guajará-Mirim, Ariquemes e Ji-Paraná. Com extensa área de plateau coberta por espessa vegetação de cerrado, nele se encontra a Chapada dos Pacaás Novos, na região oeste do Estado.
Na fronteira com o Estado de Mato Grosso às margens do rio Ji-Paraná, encontra-se a Reserva Biológica Nacional do Jaru, com área de 268.150 hectares, também criada em 1979.
Na região sul do Estado encontra-se a Reserva Natural do Guaporé, que cobre uma área de 600.000 hectares. O acesso à região é feito por barco. Dentro da reserva, a três dias de viagem da cidade de Guajará-Mirim, podem ser visitadas as ruínas do Real Forte Príncipe da Beira, construído no século XVIII pelos colonizadores portugueses.
Reserva Roosevelt
Na Reserva Roosevelt, formada por 2,7 mihões de hectares e de propriedade dos Indíos Cintas-Largas, localizada em Espigão do Oeste, habitam cerca de 1.200 indíos.
Um estudo inédito que mapeou as reservas minerais do Brasil, apontou que o garimpo do Roosevelt é de uma espécie raríssima. Elaborado pela Companhia de Pesquisa e Recursos Minerais (CPRM), o levantamento apontou que o kimberlito tem 1,8 bilhão de anos e uma capacidade de produção de no mínimo um milhão de quilates por ano. Esse número subestimado coloca a Roosevelt, no mínimo, entre as cinco maiores minas de diamantes do mundo.

5467 – Fauna Brasileira – O Uirapuru


Uirapuru, assim como irapuru, guirapuru, arapuru, irapurá, virapuru, tangará, rendeira, pássaro-de-fandango e realejo, é a designação comum a diversas aves da família dos Pipridae, especialmente as mais coloridas dos gêneros Pipra L., Chiroxiphia Cab. e Teleonema Reich.
É um pássaro ativo que se locomove muito rapidamente. Alimenta-se de frutas e, principalmente de pequenos insetos. Tem os pés grandes, plumagem pardo-avermelhada, laranja entre outras. Vive em meio a floresta úmida, nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, e encontra-se em quase toda região amazônica brasileira. O seu canto mavioso é longo e melodioso parecido com uma flauta e só é ouvido ao amanhecer, enquanto constroi o ninho para atrair a fêmea, durante uns 15 dias por ano.
Na Região Norte do Brasil, a população acredita que levar o uirapuru empalhado consigo traz sorte na vida e no amor, o que é uma das causas pela qual o pássaro se encontra ameaçado de extinção.
(Cyphorhinus aradus) é uma ave canora conhecida pelo seu canto particularmente elaborado, o que justifica que também seja conhecido vulgarmente como músico ou corneta. É reconhecido, também, apenas por uirapuru ou arapuru, guirapuru, rendeira, tangará ou virapuru. O termo é originário da língua Tupi-guarani “wirapu ‘ru” e aplica-se ainda a outros trogloditíneos e pipríneos amazônicos. É famoso pelo seu canto e pelas lendas que o envolvem. É usado como talismã para trazer sorte na vida e no amor, sendo empalhado ou utilizado a sua pele.
O seu habitat preferencial é o estrato inferior da floresta úmida, tanto em terra firme como, principalmente, em florestas de várzea. É nativo da América do Sul – Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, – podendo ser encontrado em quase toda a Amazónia brasileira, excepto no alto Rio Negro e na região oriental do Rio Tapajós.
Come, principalmente, insetos, mas também se alimenta de frutas. Acredita-se que o uirapuru, como vários outros pássaros amazônicos, alimenta-se mais ativamente durante as estações chuvosas, quando formigas taocas saem dos formigueiros e passam a atacar animais rasteiros próximos, provocando movimentação que atrai os pássaros. Igualmente, crê-se que o uirapuru tenha o hábito de esperar até que outras espécies deixem o local para se alimentar, inspirando o ditado de que “enquanto os outros comem, o uirapuru canta”.
O uirapuru locomove-se rapidamente no solo ou no meio das folhagens. Pode formar casais ou ficar em conjunto com outras espécies de pássaros. Há uma lenda que diz que ele atrai bandos de aves com a sua bela melodia; entretanto, ele apenas integra bandos em busca de alimento. Seus voos são curtos e sussurrantes em movimentos de vai-e-vens (voa e volta para o mesmo lugar), em área limitada.
No folclore do norte do Brasil, o uirapuru é conhecido por ter um dos mais belos cantos entre as aves, fazendo com que todos os outros pássaros param de cantar para ouvi-lo. Também se diz que, por lembrar um flautim, flauta ou clarinete, o canto do uirapuru inspiraria poetas.
O compositor Villa-Lobos compôs em 1917 o poema sinfônico “Uirapuru”, baseado em material do folclore coletado em viagens pelo interior do Brasil. Na lenda que inspirou a obra, o pássaro encantado – “rei do amor” – é flechado no coração por uma moça embevecida com a suave canção e transforma-se em um bonito jovem.
O canto do uirapuru pode ser curto e forte, quando pretende demonstrar domínio do território; ou longo e melodioso, quando sua intenção é a atração sexual. Dura de 10 a 15 minutos ao amanhecer e ao anoitecer, na época da construção do ninho, e canta apenas cerca de quinze dias por ano.
Algumas lendas sobre o uirapuru:
“Um pássaro de canto perfeito é atingindo por uma flecha de uma moça apaixonada e se transforma em um belo guerreiro. Cheio de inveja, um perverso feiticeiro toca uma bela canção em sua flauta encantada e faz com que o rapaz suma. A partir daí, só a maravilhosa voz do guerreiro permaneceu na mata. É raro observar o uirapuru, entretanto frequentemente seu canto é ouvido na mata.”
“O homem que obtiver uma pena, terá sorte nos negócios e com as mulheres. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá a pessoa que ama apaixonada e fiel pelo resto da vida. Quem ouvir o canto deverá fazer um pedido, que será rapidamente realizado.”
” Havia uma tribo de índios, onde duas índias lindas amavam o cacique. Com dúvida em qual escolher, o cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria, então propôs um desafio: a índia que acertasse a flecha no alvo seria sua amada. Apenas uma das índias acertou a flecha no alvo, e foi a que casou-se com o cacique, a outra, triste, pediu ao deus dos índios, Tupan, que a transformasse em um pássaro para poder observá-los discretamente e hoje, dizem que o homem que obtiver uma pena terá sorte nos negócios e com as mulheres. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá a pessoa que ama apaixonada e fiel pelo resto da vida. Quem ouvir o canto deverá fazer um pedido, que será rapidamente realizado.”

Ouça o canto do Uirapuru:

5466 – Calendário – Por que o mês de fevereiro tem só 28 dias?


No ano de 46 aC, o imperador romano Júlio César promoveu uma reforma no calendário e um dia foi acrescentado a cada 4 anos, daí o ano bissexto, e os meses passaram a ter 31 dias. Nos anos bissextos, o mês de que tinha 29 dias, ficava com 30. Em 44 aC, no 2° ano de vigência de tal calendário juliano, o senado decidiu homenagear o imperador e propôs que o mês de quintilhis, que tinha 31 dias, passasse a se chamar Julius. 36 Anos depois, em 8 aC, o nome do 8° mês, sextílio, foi mudado para augustus (agosto), em honra ao então imperador César Augusto. Mas, como o mês esclhido para a homenagem tinha 30 dias, um a menos que o de Júlio César, optou-se por tirar um de fevereiro, que ficou então com 28. Para manter o critério de alternância do calendário juliano, setembro passou a ter 30 dias e assim sucessivamente.

5465 – Música -The Jones Girls


Mais uma grande banda feminina dos EUA.
São um trio de irmãs de Detroit,Michigan nos EUA. Brenda, Valorie e Shirley Jones. Trabalharam com Diana Ross de 1975 a 1978. Seu maior sucesso foi “You Gonna Make Me Love Somebody Else”. A canção quebrou a Billboard Magazine Top 40 em 38 em maio de 1979. A canção também foi um Top 5 hit R & B.
Após o lançamento eo fracasso de seu álbum EUA quarta, no alvo, a vocalista Shirley Jones seguiu uma carreira solo e teve um # 1 R & B hit na Billboard com “Do You Get Enough Love”, de seu álbum de estreia top-ten sempre na Mood. “Você Get Enough Love” foi escrita por Coelho Sigler , que também produziu com Kenny Gamble.
Infelizmente, Valorie Jones morreu em 2 de dezembro de 2001, em Detroit, Michigan, aos 45 anos de idade.