5335 – Mega Polêmica – Absolvendo o terrorismo


A idéia de que terroristas são doentes mentais pode ser falsa.
Que mente humana seria capaz de realizar algo tão abominável como os atentados de 11 de setembro nos EUA?
Que espécie de convicção arraigada é essa capaz de fazer com que homens embarcassem tranquilamente em uma missão sem volta? Se a imagem que lhe vem a mente é que um terrorista é um maníaco fanático, com um sorriso perverso e macabro, é bom começar a duvidar dos estereótipos. Apesar de provavelmente existirem psicopatas infiltrados em grupos terroristas, a maioria dos estudiosos diz que nimguém precisa ser um Hannibal para fazer um atentado.
Terroristas não são pirados que ouvem vozes do além. São pessoas que acreditam estar agindo certo e farão de tudo para atingir seus objetivos. Numa lista de soldados americanos que ganharam medalha de honra na Guerra do Vietnã se encotraram dezenas de homens que morreram em ação suicida, por lealdade. Para os terroristas não há civis inocentes, só inimigos. Que dizer dos pilotos americanos que derrubaram as bombas atômicas que mataram mais de 120 mil civis, 20 vezes mais que os ataques a N. York e Washington?
O perfil dos alistados aos grupos terroristas em geral são jovens que perderam parentes em guerras, desempregados e que encontraram na missão terrorista um objetivo. Pesquisas da Psiquiatria demonstraram que antes de se converter a uma nova Religião, a maioria das pessoas tinha um sofrimento mental maior que a média da população. Após a conversão, a pessoa dá um novo sentido para a vida. Para algumas religiões o martírio é um atalho para um suposto paraíso. Mas que fique claro: no Alcorão não há nenhuma promessa de paraíso para para quem usa a violência, que só é permitida em legítima defesa e na mesma proporção do agressor.