5236 – Nanotecnologia – As Nanomáquinas


Nanotecnologia: Oração do Pai Nosso na cabeça de um alfinete, já não é mais piada

Antes de mais nada, vamos dar um referencial de quão pequena é a escala de que estamos falando. O prefixo nano, que em grego quer dizer anão, refere-se também ao conceito de 10-9 m: 1 bilionésimo de metro. Para quem não achou tão nanico assim, uma sugestão: faça de conta que você tem um robô dessa escala e uma régua de 1 metro lado a lado. Aumente-os na mesma proporção. Quando a régua chegar a 2 000 quilômetros, o equivalente à distância entre São Paulo e Salvador, o robô ainda estaria do tamanho de uma formiga.
Quão pequena uma máquina precisa ser para merecer o conceito de nanotecnológico? Os cientistas ainda não se entenderam completamente em relação a esse ponto. Para alguns, nanotecnologia diz respeito apenas a objetos que só possam ser medidos em nanos, coisa de, no máximo, alguns bilionésimos de metro. De acordo com esse ponto de vista, um robô do tamanho de uma bactéria seria grande demais para ser considerado nanotecnologia.
Que aparência terão as nanomáquinas? Nada de cópias idênticas dos robôs atuais reduzidos um bilhão de vezes. Nada de braços ou pernas. Sua aparência será geométrica, formada por cadeias de átomos. Um exemplo são os nanotubos. Compostos por umas poucas dezenas de átomos de carbono, esses cilindros servem de ferramenta para interagir no universo atômico. De tão pequenos, não podem ser simplesmente agarrados. O único jeito de movimentá-los é com repulsão elétrica. À primeira vista, parece coisa de gente tentando construir barco em garrafa, mas os efeitos são práticos e partem de um raciocínio simples: se todas as coisas são feitas de átomos e moléculas, bastaria rearranjá-las para transformar um objeto em outro.
De materiais mais resistentes a satélites microscópicos, as aplicações da nanotecnologia vão além da imaginação. Uma das promessas para as próximas décadas é a poeira digital, formada por robôs com alto poder de análise. Ao ser jogados num incêndio, por exemplo, milhões de transmissores a laser, propulsores e outras superminiparafernálias serão capazes de identificar os focos do fogo e estabelecer táticas de combate ao incêndio. Na agricultura, eles estarão ligados a cada vegetal, criando plantações inteiras com o poder de se livrar das pragas sem a ajuda do homem.
A busca por chips cada vez mais rápidos tem dado um bom empurrão no desenvolvimento da nanotecnologia. As placas de silício estão chegando ao seu limite físico e cabe à nanotecnologia dar soluções para esse dilema, como chips construídos átomo por átomo por meio de processos químicos.
A idéia de uma máquina do tamanho de uma bactéria com o poder de se reproduzir e de andar por dentro das pessoas tem gerado muita polêmica. É grande o medo de que tudo isso saia do controle. O Pentágono já demonstrou interesse por uma das facetas destruidoras dessa tecnologia, as nanobombas. Trata-se de nanorrobôs feitos para explodir ao entrar em contato com o alvo. Podem ser um microorganismo nocivo ao homem ou qualquer outra coisa devastadora. Nos Estados Unidos, por exemplo, foram testados, com sucesso, explosivos 5 000 vezes menores que a cabeça de uma agulha.
Ponto de Vista:
Se isso serve de conforto, acho que temos maneiras bem mais fáceis e baratas de construir armas terríveis do que usando a nanotecnologia. É o caso da energia nuclear. Mas há verdade, sim, nas palavras de Joy. Qualquer coisa poderosa sempre será passível de ser utilizada para fins maléficos. Os raios laser são usados pelos militares, mas nem por isso vamos abandonar essa tecnologia. Ou vamos?

5235 – Mega Memória – Comercial da Fiat-lux


A Fiat Lux, um tradicional fabricante de fósforo, lançou o comercial marcha dos fósforos, um desenho animado inesquecível.
O nome não tem nada a ver com a marca de automóvel. A marca de fósforos Fiat Lux tem este nome porque foi baseada numa expressão em latim que, de acordo com os textos bíblicos, teria sido dita por Deus durante a criação do mundo: faça-se a luz. A passagem com esta citação é encontrada em Gênesis 1-3. O fósforo, que já teve a sua aposentadoria prevista há alguns anos, ainda resiste, apesar das mais modernas tecnologias disponíveis para se acender um fogo.
As marcas da Fiat-lux eram Olho, Pinheiro, Beija-flor e moça.

5234 – Mega Byte – O Cavalo de Tróia


Ele infiltra em seu alvo um programa semelhante a um vírus, mas que não destrói os arquivos. Ele têm a função de descobrir senhas. O cavalo de tróia pode ser enviado escondido em e-mails ou programas, fotos e etc. Cada vez que o usuário escreve nome e senha, o cavalo de tróia guarda os dados é programado para se conectar com o criador pelo modem em dia e horário marcado, aí transmite os dados que copiou. Outra forma de desvendar senhas é a tentativa e erro. Criando um programa que monta combinações de letras e números. O sistema funciona bem para senhas de até 6 caracteres. É um processo um pouco demorado. No início dos anos 80, os micro começaram a se popularizar no Brasil, apareceram os jogos piratas. Em 1986, o Congresso Americano aprovou a lei de fraude e abuso de PCs.
Em 1987, a NASA foi alvo, onde hackers descobriram falhas de segurançae obtiveram informações sigilosas.
90% das invasões são por causa de senhas fáceis como pasword ou guest, nomes ou datas.O ideal é criar palavras esdrúxulas ou em outra língua.

5233 – Hackers – Tem boi na linha…


Informações confidenciais não estão protegidas. Saiba que a qualquer momento esses arquivos podem ser bisbilhotados, copiados ou danificados. Seu computador, como qualquer outro equipado com modem, o aparelho que liga o micro às linhas telefônicas, corre o risco de ser invadido pelos hackers palavra derivada do inglês hack (fenda) e usada para designar uma espécie de fuçador, que vive em busca dos limites da informática. Mesmo antes da chegada da Internet no Brasil, já rondavam nossos micros. Até o exército americano admitiu estar usando suas técnicas para a destruição de sistemas de defesa e comunicação inimigos.
Origens:
1878
Apenas dois anos após Alexander Graham Bell (1847-1922) ter inventado o telefone, jovens entravam nas transmissões para cruzar linhas ou interferir na conversa dos outros. Esses invasores de sistemas telefônicos, chamados de phreakers, são considerados os antepassados dos hackers.
Anos 60
Jovens que ficavam enfurnados no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA, explorando os enormes computadores da época, começam a ser chamados de hackers. O termo quer dizer algo como fuçador de sistemas. Na mesma época, os phreakers já haviam evoluído e começam a invadir sistemas telefônicos para fazer ligações gratuitas.
1969
Surge a antecessora da Internet, ARPAnet. A rede, que se tornaria a maior de todas, viria a facilitar o trabalho dos hackers. Nos anos 80 eles já se divertem usando-a para atingir seus alvos. Nos 90, criam nela grupos de estudo para troca de informações .
1975
Dois jovens californianos, Steven Jobs e Stephen Wosniaz vendem aparelhos chamados blue box para adulterar telefones, de modo que as ligações não fossem cobradas. Em 1976, os dois constróem o primeiro microcomputador popular do mundo e fundam a empresa Apple Computer. Alguns anos depois criariam o Macintosh, o micro mais fácil de usar. Ficaram bilionários.
Início dos 80
Os microcomputadores começam a se popularizar no Brasil. Adolescentes das grandes cidades pirateiam jogos, como Space Invaders, King’s Quest, Test Drive e Stunts e começam a se iniciar nas técnicas para invadir o computador alheio.
1983
No filme Jogos de Guerra, o ator Matthew Broderick é um jovem hacker que invade os computadores do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e, sem perceber, quase dispara mísseis contra a União Soviética. O filme inspirou os hackers de verdade. Nos anos seguintes o Pentágono sofreu, em média, duas invasões por dia.
1986
O Congresso americano aprova a Lei de Fraude e Abuso de Computadores. O primeiro condenado a cinco anos de cadeia seria o estudante Robert Tappan Morris Junior (foto) que, em 1988, mandou um tipo de vírus chamado de worm (minhoca) pela Internet, atingindo 50 000 computadores.
1987
Três jovens alemães, com idade entre 16 e 25 anos, pertencentes a um grupo de hackers chamado Chaos Computer Club, descobrem uma falha no sistema de segurança da Nasa, a agência espacial americana (foto), e entram no seu sistema central. Obtêm informações sigilosas, como posicionamento de satélites.
1988
Brasileiros em ação
Hackers brasileiros entram em computadores de empresas e órgãos públicos. O Serviço Nacional de Informações (SNI) e o Banco Central anunciam que seus sistemas sofrem investidas. Em São Paulo, alguns garotos conseguem eliminar a conta dos pais dos computadores da companhia telefônica, a Telesp.

1989
A procuradoria do Arizona, o serviço secreto americano e o FBI (na foto, a identidade de um agente) se unem para localizar hackers em várias cidades do país, numa grande operação chamada Sundervil. Entre os presos, estava Phiber Optik (apelido de Mark Abene), líder da gangue hacker Masters of Deception. Liberado alguns meses depois, foi preso de novo em 1993.
1994
Hackers russos e americanos decifram os códigos de acesso dos computadores do Citibank em Nova York, maior banco dos EUA, e transferem 10 milhões de dólares para várias contas, abertas por eles em vários países. São presos alguns meses depois. O caso só é revelado em agosto do ano seguinte.
1995
Várias invasões no Brasil. Hackers entram nos computadores da USP, da Unicamp, da Embrapa, da Universidade Federal e do governador de Pernambuco, Miguel Arraes (foto). Outra invasão trava os computadores do Jockey Clube do Rio de Janeiro.

5232 – Como são feitos os dicionários?


Primeiro é preciso saber qual o universo, se vai abordar todas as palavras, ou se apenas linguagens específicas como termos médicos ou gírias. A partir daí, escolhem obras de referência, das quais são extraídas as palavras a serem definidas. Para elaborar a 2ª edição do dicionário Aurélio, foram consultadas 150 obras literárias do século 20, revistas, jornais e bulas de remédios, além de termos retirados da língua falada. Para definições técnicas foram consultados especialistas.

5231 – Mega Tour – Frankfurt


Panorama

Conhecida simplesmente como Frankfurt, é a maior cidade do estado alemão de Hesse e a quinta maior cidade da Alemanha, com uma população 670.000 habitantes em 2008. Sua área urbana tinha uma população estimada de 2,26 milhões de habitantes em 2001.
A cidade está no centro da Região metropolitana Reno-Meno que tem uma população de 5,3 milhões de habitantes e é a segunda maior região metropolitana da Alemanha.
Parte da antiga Francônia, seus habitantes foram os primeiros Francos. A cidade está localizada em um antigo vau no rio Meno, cuja palavra alemã é “Furt”. Assim, o nome da cidade pode ser traduzido como o “Vau dos Francos”.
Situada às margens do rio Meno, Frankfurt é o centro financeiro e de transportes da Alemanha e o maior centro financeiro da Europa continental. É a sede do Banco Central Europeu, do Deutsche Bundesbank, da Bolsa de Valores de Frankfurt e da Frankfurt Trade Fair, sendo também sede de diversos grandes bancos comerciais. O Aeroporto de Frankfurt é um dos mais movimentados aeroportos internacionais do mundo, a Estação Central de Frankfurt é uma das maiores estações da Europa e o Frankfurter Kreuz (intercâmbio Autobahn) é o mais utilizados intercâmbio na Europa continental. Frankfurt é a única cidade alemã listada como uma das dez cidades globais alfa do mundo.

Frankfurt foi fundada pelos romanos no século I. Desde 1875 é uma metrópole, com mais de 100 mil habitantes.
Frankfurt am Main é o mais importante centro financeiro da Europa Continental e o segundo mais importante da mesma depois de Londres, sendo uma das regiões economicamente mais ativas da União Europeia. Em Frankfurt am Main estão representados mais de três centenas de bancos nacionais e internacionais. Entre outros, o Banco Central Europeu e o Deutsche Bank têm a sua sede em Frankfurt. A Bolsa de valores de Frankfurt é a maior bolsa de valores da Alemanha e quarta maior do mundo.
Possui a terceira maior área de exposição do mundo onde realizam-se anualmente mais de 50 feiras e exposições, entre elas a Internationale Automobil-Ausstellung (feira internacional da indústria automobilística) e a Feira do Livro de Frankfurt.
O Aeroporto Internacional de Frankfurt, base principal da Lufthansa, é o maior da Alemanha e um dos maiores da Europa em número de passageiros. A cidade dispõe de um sistema de transporte público urbano e suburbano. A exploração da rede de metro é efectuada pela Metro de Frankfurt e a rede ferroviária suburbana pela S-Bahn Reno-Meno. As principais estações são: Frankfurt Hauptbahnhof (a estação central da cidade) e Frankfurt (Main) Flughafen Fernbahnhof, a estação do Aeroporto Internacional de Frankfurt. Frankfurt am Main e a sua área metropolitana são atravessadas por inúmeras auto-estradas.
Frankfurt am Main é a cidade natal de Goethe, de Anne Frank e da Escola de Frankfurt, sendo um centro cultural de reputação nacional e internacional. Cerca de 60 museus e galerias de exposição encontram-se nas proximidades ou em local central da cidade. Frankfurt am Main é uma das sedes da Biblioteca Nacional da Alemanha.

Uma imagem vale mais que mil palavras

5230 – Imprensa – O JB


Edição destacava a ressaca no mar carioca

Fundado em 1891 por Rodolfo Dantas, com intenção de defender a monarquia recentemente deposta. De nível elevado, contava com a colaboração de José Veríssimo, Joaquim Nabuco, Aristides Spínola, Ulisses Viana, o Barão do Rio Branco e outros como Oliveira Lima, então apenas um jovem historiador. As afinidades da maioria desses elementos com o regime deposto foram sintetizadas por Nabuco como a melhor República possível. O periódico inovou por sua estrutura empresarial, parque gráfico, pela distribuição em carroças e a participação de correspondentes estrangeiros, como Eça de Queirós. O seu primeiro número veio a público em abril. Manteve sua orientação conservadora até que Rui Barbosa assumiu a função de redator-chefe (1893). Nesta fase inicial, o Barão do Rio Branco (1845-1912) colaborou, em suas páginas, com as célebres colunas Efemérides e Cartas de França.
Por ter sido o único periódico da então Capital Federal a publicar o manifesto do Contra-Almirante Custódio de Melo quando da eclosão da Segunda Revolta da Armada (6 de setembro de 1893), o presidente da República, Floriano Peixoto determinou o fechamento do jornal e mandou caçar Rui Barbosa, vivo ou morto. O jornal permaneceu fechado por um ano e quarenta e cinco dias.
A partir de 15 de novembro de 1894 voltou a circular, sob a direção da família Mendes de Almeida. A opção pela data assinalava o apoio à República, e a sua nova proposta editorial voltava-se para as reivindicações populares.
No início do Século XX, o Jornal do Brasil transferiu-se para um dos primeiros arranha-céus do Rio de Janeiro, na recém-inaugurada Avenida Central (hoje Avenida Rio Branco), onde permaneceu até a década de 1970, quando se transferiu para um novo prédio, na Av. Brasil, 500, em frente ao Cais do Porto.
Mais tarde, o Jornal do Brasil tornou-se propriedade dos Condes de Pereira Carneiro (Ernesto Pereira Carneiro e Maurina Pereira Carneiro) e depois de seu genro, Manuel Francisco do Nascimento Brito.
Nos anos 1950, o designer gráfico Amílcar de Castro revolucionou o design de jornais no Brasil, com a reforma gráfica pra o JB.
Em 2005, o JB instalou-se na “Casa do Bispo”, imóvel histórico e representativo do colonial luso-brasileiro, datado do início do século XVII, que já serviu de sede à Fundação Roberto Marinho.
Em julho de 2010, foi anunciado o fim da edição impressa do jornal que, a partir de 1 de setembro do mesmo ano, existiria somente em versão online, com alguns conteúdos restritos a assinantes, o JB Premium. O JB agora autodenomina-se “O Primeiro jornal 100% digital do País!”
E este deverá ser o caminho dos outros.
Após aposentar sua versão impressa em agosto de 2010, o centenário ‘Jornal do Brasil’ pode chegar novamente às bancas. A afirmação foi feita por Pedro Grossi, advogado, que já ocupou o cargo de vice-presidente do periódico e foi recontratado recentemente pelo empresário baiano Nelson Tanure, dono da holding Docas Investimentos, que administra a marca JB e outras empresas. Grossi havia deixado o comando do jornal por discordar da migração definitiva do papel para a internet e, assim que o jornal deixou de circular, pediu o seu desligamento. Agora, Tanure parece ter mudado de ideia e quer que o seu executivo redescubra o velho formato e traga lucros que ainda não consegue enxergar no modelo virtual. A decisão de retomar a versão impressa, porém, pode estar relacionada ao modelo de negócio on-line, que ainda não decolou. Antes da migração para o digital, o ‘Jornal do Brasil’ contabilizava aproximadamente 120 colaboradores, entre empregados contratados no regime celetista e outros como pessoas jurídicas. Este número foi drasticamente reduzido no novo modelo e, atualmente, cerca de dez jornalistas fazem a atualização do site.

5229 – Zoologia e Nutrição – A Crueldade do Predador Humano


Nas granjas avícolas, os frangos são confinados em lugares apertados, sem espaço. As galinhas ficam espremidas em gaiolas e frequentemente têm o bico cortado. A União Européia quer abolir o usa das gaiolas.
Na Inglaterra vitoriana se proibiu a tosquia de ovelhas arrancando o pelo com as mãos. Hoje o movimento em defesa dos animais é mundial. A criação industrial de aves, bovinos e suínos se iniciou em meados do século 20 com o advento de novas tecnologias e vacinas.
Gansos – Antes do abate, durante 20 dias, são alimentados à força, com 2 quilos de grãos diários, para que seu fígado adquira 10 vezes o tamanho original. Eles se transformarão em patê.
Vitelos – Até o abate, vivem confinados em cercados exatamente do seu tamanho, com a cabeça presa. Isso para que não se exercitem e sua carne permaneça macia. Há alguns anos, um órgão americano anunciou o fim de tal confinamento cruel para 2017.
Bois – A lei brasileira manda que sejam sedados com tiros penumáticos antes do abate. Na prática, só os grandes abatedouros o fazem. A maioria é sedada ao estilo antigo: com marretadas na cabeça.
Porcos – Para diminuir o risco de perder as crias, as porcas gestantes são colocadas em cercados de 2 metros por 60 cm. Tal espaço permite que elas se deitem, mas não que mudem de posição.
A população mundial está aumentando, em 2050 serermos 9 bilhões, contra os 7 de hoje. Para resolver a equação que envolve menos sofrimento animal sem prejuízos seria rever os métodos de produção.
Prega-se a proibição dos animais no uso de pesquisas científicas, mas isso é quase impossível, sob pena de deter os avanços.

Inteligência Animal

Seriam os bichos capazes de desenvolver algum tipo de sentimento ou inteligência?
Estudos recentes revelaram que o cérebro de alguns animais processa tarefas antes atribuídas apenas a seres humanos. Elefantes adotam um comportamento semelhante ao luto, quando um integrante da manada morre. Pássaros como o corvo sabem confeccionar e ferramentas para construir ninho. Ratos tendem a imitar o movimento de outros membros da espécie ao vê-los se contorcer de dor. Cientistas americanos conseguiram que um exemplar d e chimpanzé desenvolvesse um sistema complexo de comunicação. Ele compreende cerca de 380 palavras e por meio de um tabuleiro com cartões coloridos, as ordena de modo a compor frases. Quando o homem perbecer que os animnais tem alguma característica semelhante à sua, talvez os submetam a menos sofrimento.

5228 – Engenharia – Como funciona uma eclusa?


Trata-se de uma construção que permite que uma embarcação passe da parte mais alta de um rio para a mais baixa, ou vice-versa. É formada por uma câmara de concreto com um sistema hidráulico que enche ou esvazia. Há 2 grandes portas: quando uma embarcação pretende subir o rio, abre-se a entrada inferior da câmara onde o nível da água é igual ao do rio. A embarcação entra e a câmara é fechada, iniciando-se seu enchimento. Quando a água sobe até a parte mais alta do rio, abre-se a saída, permitindo que a embarcação vá embora. A operação descida é o inverso: a porta superior é aberta, a embracação entra e então esvazia-se a câmara, até a água chegar a paret mais baixa do rio.
Eclusas funcionam como degraus ou elevadores para navios: há duas comportas separando os dois níveis do rio. Quando a embarcação precisa subir o rio ela entra pela comporta da eclusa à jusante e fica no reservatório (ou caldeira), que é, então, enchido com água elevando a embarcação para que possa atingir o nível mais alto, à montante. Quando a embarcação precisa descer o rio ela entra pela comporta da eclusa a montante e permanece no reservatório enquanto ele é esvaziado, descendo a embarcação até o nível mais baixo do rio As comportas abrem-se para a entrada do navio. Observe que a água está ao mesmo nível do lado do navio. Após a entrada, a câmara da eclusa será esvaziada e o navio estará ao nível das águas da comporta ao fundo. Seu objetivo é, portanto, permitir a navegação. Um dos processos de enchimento do reservatório pode ser gravitacional, de modo que não é necessário o uso bombas d’água e motores.

Eclusa do Canal do Panamá