5188 – Cinema – Um Drink no Inferno


Título original: (From Dusk Till Dawn)
Lançamento: 1996 (EUA)
Direção: Robert Rodriguez
Atores: Harvey Keitel, George Clooney, Quentin Tarantino, Juliette Lewis.
Duração: 108 min
Gênero: Terror
Dois irmãos procurados pela polícia por 16 mortes seqüestram um ex-pastor e seu casal de filhos, para poderem atravessar a fronteira com o México e lá se dirigem à uma casa noturna freqüentada por caminhoneiros e motoqueiros, que é uma mistura de cabaré e prostíbulo. Porém, ao chegarem lá eles se deparam com algo totalmente inacreditável.
Elenco:
George Clooney
(Seth Gecko)
Quentin Tarantino (Richard Gecko)
Juliette Lewis (Kate Fuller)
Ernest Liu (Scott Fuller)
Salma Hayek (Santanico Pandemonium)
Cheech Marin (Chet Pussy / Carlos / Guarda-costas)
Danny Trejo (Razor Charlie)
Tom Maxini (Máquina de sexo)

5187 – O Ciclo Vulcânico do Sal


O oceano primitivo de água doce, proposto por alguns autores seria impróprio para a eclosão da vida. Admitiu-se que a salinidade se fez progressivamente pelo sal transportado pelos rios fluviais, ou ainda, viria dos vulcões. A atmosfera da Terra incandescente apresentava halogênios alcalinos em estado de vapor. Quando estes se condesaram sobre a crosta primitiva sólida, formaram um mar de sais fundidoscom uns 40 metros de espessura. O vulcanismo é considerado uma máquina térmica que utiliza a energia geocêntrica de origem radioativa pelo ciclo da água marinha. A chamada água hipercrítica poderia então dissolver e transportar metais. A água marinha adquire este estado nas folhas sub-oceânicas, aos 13 km de profundidade, sem nunca ferver. A vida marinha pode subsistir mais de 4,5 bilhões de anos sempre dependendo desse ciclo vulcânico do sal.

5186 – Terra – Planeta Gelado


Há cerca de 730 milhões de anos a Terra quase virou uma imensa bola de neve. O planeta foi coberto por uma capa de gelo que chegava a 5 quilômetros de espessura. O fenômeno por pouco não acabou com todos os seres multicelulares, que haviam acabado de surgir no planeta. Eles só se salvaram graças a uma estreita faixa de mar no equador. Ali a evaporação e a grande quantidade de gás carbônico mantiveram a temperatura a 10 graus Celsius positivos, enquanto nos continentes o frio podia chegar a escorchantes 110 abaixo de zero. A grande glaciação foi simulada em computador por cientistas dos Estados Unidos e do Canadá. O estudo levou em consideração a quantidade de gás carbônico na atmosfera, a configuração dos continentes e as condições de vento e chuva. “Descobrimos que naquela época a Terra poderia congelar ou descongelar em 2 000 anos.
A Terra passou 200 milhões de anos congelada.
Há 800 milhões de anos, a Terra começou a congelar. O supercontinente Rodínia, que ocupava todo o pólo sul do planeta, foi coberto por uma capa de gelo de 5 quilômetros de espessura.
Entre 730 e 630 milhões de anos atrás, o planeta virou uma bola de neve. A temperatura nos pólos chegou a 110 graus Celsius negativos. Os seres pluricelulares sobreviveram só numa estreita faixa de mar no equador, a única parte do planeta sem gelo.

5185 – Mega Notícias – Ondas Novas


Na Conferência Mundial de Radiocomunicação, realizada em Istambul, um acordo importante definiu as três novas faixas de radiofreqüência para atender ao crescimento gigantesco da telefonia celular. Elas vão de 806 a 960 MHz; de 1 710 a 1 885 MHz; e de 2 500 a 2 690 MHz.

DVD – Morte ao CD

A Panasonic anuncia o lançamento, depois de dois anos de espera, do DVD áudio. O novo formato de gravação musical troca o tradicional estéreo por seis canais, o mesmo sistema surround usado nos cinemas mais modernos. Além disso, recupera o som encorpado que se perdeu na transição do vinil para o CD.
Será que vai colar?

Nariz Eletrônico

Capaz de suportar grandes pressões pode ajudar os oceanógrafos a descobrir novos tipos de microrganismos a mais de 2 quilômetros de profundidade nos abismos oceânicos. Desenvolvido pela Universidade de Delaware, nos Estados Unidos, o aparelho é um sensor químico feito para detectar compostos de enxofre nas chamadas chaminés submarinas – os vulcões marinhos que formam um dos ecossistemas mais esquisitos do mundo. As moléculas sulfurosas cuspidas por essas chaminés, como o sulfito de hidrogênio e o monossulfito de ferro, são quentíssimas e tóxicas. Mas servem de pista para localizar bactérias que habitam os vulcões e podem ser úteis na descoberta de novos remédios e alimentos. Muitas dessas moléculas são produto do metabolismo desses micróbios, que, sem luz solar, tiram a energia de substâncias inorgânicas presentes nas chaminés.

5184 – Ciclismo – Empurrãozinho na Bike


Atividade física é fundamental, mas pedalar na subida já é exagero. A empresa inglesa Energy Enterprise resolveu dar um empurrãozinho: criou um painel solar que armazena energia para ser utilizada nos percursos mais íngremes de um passeio de bicicleta. O dispositivo é instalado em cima da roda traseira e transforma o calor do sol em cerca de 10 watts. Eles ficam acumulados numa bateria, localizada embaixo do selim, para ser usados quando o ciclista achar mais conveniente. É só ligar e ela pedala sozinha. O equipamento inclui um recarregador de bateria elétrico, para não faltar energia em dias nublados.
Solar Drive, da Energy Enterprise

5183 – Mega Mito – CDs Piratas não Danificam os Aparelhos


Faz mal só para a conta corrente dos artistas

Ao contrário dos LPs, que tocam com uma agulha raspando os sulcos, os CDs nem encostam no aparelho. Só refletem um feixe de laser, incapaz de quebrar uma máquina. “A qualidade de um pirata é pior, mas isso não quer dizer que danifique o CD-player”, afirma um técnico em eletrônica do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, de São Paulo. Quem a pirataria prejudica são os músicos, que deixam de receber direitos autorais. Sem eles não haveria nem CD nem aparelho de som.
O CD tem minúsculos sulcos. Se o laser bate em um deles, a luz não reflete e o chip lê isso como um 0.
Se a luz reflete, o chip registra um 1. Como nos computadores, a informação está codificada em combinações de zeros e uns.

5182 – Ecologia – Hidroelétricas provocam efeito estufa


Os cientistas estão responsabilizando pela emissão de gases estufa justamente as usinas hidroelétricas, proclamadas como uma técnica ecologicamente correta de gerar energia. Um relatório da Comissão Mundial de Represas afirma que algumas hidroelétricas lançam tanto gás carbônico (CO2) na atmosfera quanto as usinas termoelétricas que queimam carvão. Isso porque, quando uma represa é construída, uma área enorme de floresta fica inundada. A vegetação apodrece, lançando no ar doses gigantescas de dióxido de carbono e metano. Como era de se esperar, o problema é maior na região amazônica, onde estão algumas das maiores barragens do país, como a de Tucuruí, no Pará. Ela libera anualmente 6 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. “Isso equivale a um décimo de todo o gás carbônico emitido no Brasil”, alerta Philip Fearnside, do Instituto de Pesquisas da Amazônia, autor de um estudo ainda inédito sobre o impacto ambiental da represa.

5181 – Bactéria ET dá “Baile” nos cientistas


Folha Ciência

A química da vida em outros planetas pode ser bem diferente.
A bactéria “ET”, que causou polêmica há pouco mais de um ano, voltou ao noticiário científico atual.
Em dezembro de 2010, Felisa Wolfe-Simon, do Instituto de Astrobiologia da Nasa e do Serviço Geológico dos EUA, anunciou ter encontrado uma bactéria inédita em um lago na Califórnia, que teria incorporado arsênico em seu DNA no lugar do fósforo.
O arsênico é um elemento tóxico e não deveria estar lá porque apenas seis elementos são considerados indispensáveis à química básica da vida. São eles: nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, carbono, fósforo e enxofre.
Na época, a divulgação da descoberta causou furor não só pelo elemento tóxico. A Nasa (agência espacial americana) convocou uma conferência para jornalistas anunciando a descoberta pelo nome de bactéria “ET”.
Agora um outro grupo, liderado pela canadense Rosie Redfield, tentou criar o mesmo tipo de bactéria em uma sopa contendo arsênico.
Rosie, que é da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, afirma que não foi possível chegar aos mesmos resultados apregoados por Felisa.
Felisa, por sua vez, defendeu seu trabalho original e afirmou que continua analisando a bactéria no Laboratório Nacional Lawrence Berkeley.
Segundo Felisa, os dados de sua pesquisa continuam sendo válidos e até o próximo ano ela e seu grupo devem ter mais informações sobre a bactéria “ET”.

5180 – O Asteróide 2709-Sagan


Sagan (asteróide 2709) é um asteróide da cintura principal, a 2,0439765 UA. Possui uma excentricidade de 0,0690497 e um período orbital de 1 188,25 dias (3,25 anos).
Sagan tem uma velocidade orbital média de 20,10101786 km/s e uma inclinação de 2,73276º.
Este asteróide foi descoberto em 21 de Março de 1982 por Edward Bowell.
Seu nome é uma homenagem ao astrônomo e divulgador da ciência americano Carl Sagan.
Carl Edward Sagan (Nova Iorque, 9 de novembro de 1934 — Seattle, 20 de dezembro de 1996) foi um cientista e astrônomo dos Estados Unidos.
Em 1960, obteve o título de doutor pela Universidade de Chicago. Dedicou-se à pesquisa e à divulgação da astronomia, como também ao estudo da chamada exobiologia. Morreu aos 62 anos, de câncer, no Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea (mielodisplasia).
Com sua formação multidisciplinar, Sagan foi o autor de obras como Cosmos (que foi transformada em uma premiada série de televisão), Os Dragões do Éden (pelo qual recebeu o prêmio Pulitzer de Literatura), O Romance da Ciência, Pálido Ponto Azul e O Mundo Assombrado Pelos Demônios: A Ciência Vista Como Uma Vela No Escuro.
Escreveu ainda o romance de ficção científica Contato, que foi levado para as telas de cinema, posteriormente a sua morte. Sua última obra, Bilhões e Bilhões, foi publicada postumamente por sua esposa e colaboradora Ann Druyan e consiste, fundamentalmente, numa compilação de artigos inéditos escritos por Sagan, tendo um capítulo sido escrito por ele enquanto se encontrava no hospital. Recentemente foi publicado no Brasil mais um livro sobre Sagan, Variedades da experiência científica: Uma visão pessoal da busca por Deus, que é uma coletânea de suas palestras sobre teologia natural.
Carl Sagan teve um papel significativo no programa espacial americano desde o seu início. Foi consultor e conselheiro da NASA desde os anos 1950.

5179 – A Origem da Terra – As Hipóteses Cosmogênicas


Exclusivo para o ☻ Mega

São 2 grupos opostos de teoria. As primeiras acreditam que os planetas são provenientes do Sol, como os satélites derivam de seus planetas mães. Acreditam encontrar a origem dos corpos celestes em mecanismos que aglomeram a matéria dividida: gases rarefeitos e poeira cósmica existente na galáxia. Os autores das hipóteses cosmogônicas acreditam que o Sistema Solar nasceu onde se encontra atualmente. Mas com isso, ignoram a evolução galáctica. Um sistema planetário resulta de interações que se exercem entre 2 estrelas que se fusionam finalmente em uma só. Todos os corpos celestes que formam o Sistema Solar teriam a mesma idade e a mesma composição isotópica. Os planetas são provenientes de matéria solar superficial, como seus satélites normais originaram-se de matéria proveniente da superfície deles. Essa matéria é formada por hidrogênio e hélio, de numerosos elementos leves, tais como o carbono e o nitrogênio, o oxigênio e o neônio e de vários elementos pesados, como o silício, os elementos alcalinos, ferrosos e metais-ferrosos.
O ajuste dos planetas as suas órbitas são acompanhadas de uma perda de massa considerável porque tais gases citados, a alta temperatura, tem tendência a se dispersar no espaço vazio. Daí resulta que os planetas gigantes, Júpiter, Saturno,Urano e Netuno, são constituídos apenas de elementos leves: carbono, nitrogênio, oxigênio, retidos graças a uma massa planetária elevada.
Porém, os planetas menores, Mercúrio, Vênus, Marte e Terra, sofreram uma evaporação mais acentuada. Nenhum elemento eletro-positivo subsiste no estado livre nesses planetas. Pode-se dizer que tais planetas representam as cinzas cósmicas da combustão de uma mistura inicial. Segundo Russel, os produtos de combustão constituem as litosferas e as hidrosferas planetárias. Mostrávamos qual foi a evolução física-química do magma superficial dos planetas terrestres e que gera os relevos. Daí nasceu a água dos oceanos, a sua salinidade e uma temperatura primitiva de nitrogênio e gás carbônico. É significativo que nossos 2 vizinhos, Vênus e Marte mostram uma atmosfera completamente diferente da dos planetas gigantes. A atmosfera primitiva da Terra não contém traços de oxigênio livre, que é o produto da vida e cuja a afinidade química para numerosas rochas e minerais é muito grande.Não contém tão pouco hidrogênio e carbonetos de hidrogênio, que resistem ao contrário em grande abundância nos planetas gigantes.Quanto ao 2° grupo, nenhuma teoria cosmográfica que se baseiana concentração de gases e poeira cósmica podem levar em consideração a lei das distâncias planetárias, da rotação dos planetas, da orientação de seus eixos, da multiplicidade e da diversidade de seus satélites.

5178 – Cidades Brasileiras – Nova Visçosa -BA


Nova Visçosa, extremo sul da Bahia

Nova Viçosa foi “descoberta” em 1720 pelo capitão João Domingos Monteiro atracou às margens do Rio Peruípe, e aqui fundou o nome Vila Viçosa, que mais tarde viria a ser chamada de Nova Viçosa. Depois este pequeno vilarejo foi evoluindo e se tornou distrito da cidade de Caravelas. Em 1733 foi fundada a igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição que permanece até hoje com sua estrutura preservada.
Em 1962 Nova Viçosa se emancipou e tornou-se município. Nova Viçosa possui muitas belezas naturais como o rio Peruípe e resquícios da mata atlântica preservados, suas belas prais e ilhas como Abrolhos, Barra Velha, Coroa Vermelha e etc. Além de manter alguns predios e casas nos mesmos moldes da época colonial , é uma cidade turistica muito visitada no verão faz parte da costa das baleias e teve moradores historicos como o arquiteto e escultor Zanine Caldas, o escultor Frans Krajcberg (que ali reside até hoje) e a escritora Sylvia Orthof.
Segundo as cartas náuticas de nºs 1300 e 1310, é o ponto do continente que mais se aproxima do Arquipélago de Abrolhos – a primeira reserva ecológica marinha brasileira (criada em 1983). Este arquipélago foi fonte de estudos de Charles Darwin, que esteve por lá com seu navio Beagle, por volta de 1832, quando fez registros em seu diário. Com muitas espécies endêmicas – chapadões e coral cérebro (nomes populares), o arquipélago formado por 5 ilhas, tem uma atração especial de julho a novembro de todos os anos, quando as baleias Jubartes (baleias canoras), se deslocam do Atlântico Sul para ali buscarem amamentar e reproduzir a espécie. Nesta época o Turismo de Observação aumenta a cada ano, com taxas consideradas acima da média mundial (32%). Outra atração do lugar, é a residência do artista plástico Frans Krajcberg, que mora há 35 anos no Sítio Natura, próximo à cidade, e tem seu ateliê em uma casa feita por Zanine (arquiteto de renome), em cima de um tronco de Oiti. O artista está fazendo um museu/instituto, para abrigar suas obras e de outros artistas-amigos, um legado aos visitantes da região.

Jubarte em Abrolhos

5177 – Nutrição – Agrotóxicos, calorias e fibras


Eles se interessam por agrotóxicos sabem que calorias engordam, mas ignoram o que fazem as fibras no organismo. Quem? Boa parte dos brasileiros em uma pesquisa feita por um instituto.
Não existe um único alimento bom e completo. Uma dieta balanceada depende da associação de diversos tipos de alimentos. O açúcar branco amplia o risco de obesidade, sem falar nas cáries. O perigo de se habituar com refeições fast food representa na ingestão maior de gorduras e menor de fibras que o necessário. Em 1993, os brasileiros bebiam apenas 53 litros de leite por ano, ou 2 colheres de sopa por dia. O mínimo recomendado pela OMS são 2 copos por dia.
93% até então tomavam o tipo C, o mais pobre em nutrientes. O iogurte ainda não fazia parte de nossa cultura alimentar. O brasileiro consumia 1,5 litros contra 27 do francês.
Trocando as bolas e as fibras
Concordância com a asneira “os alimentos mais ricos em fibras fornecem mais energia”, conforme a idade:
15 a 19 anos 41 entrevistados
20 a 29 anos 49 entrevistados
30 a 39 anos 52 entrevistados
40 a 49 anos 54 entrevistados
50 anos acima 65 entrevistados

5176 – Biologia Marinha – O Ouriço-do-Mar


Ouriço-do-Mar

Os equinóides têm corpo esférico ou achatado que não se estende formando braços, como as estrelas-do-mar. A superfície da carapaça está coberta por espinhos móveis articulados. A carapaça dos equinóides encontra-se organizada em meridianos por zonas ambulacrárias, onde se encontram os pés ambulacrários, alternadas com zonas interambulacrárias. As larvas dos equinóides são planctónicas e designam-se por equinoplúteo. Após a metamorfose, os equinóides passam a ter forma de vida bentónica.
Os equinóides regulares, de simetria pentarradiada, são normalmente espinhosos e deslocam-se com a ajuda dos pés ambulacrários. O corpo é bolboso e o ânus localiza-se no centro da face aboral (oposta à boca). Vivem geralmente em substratos firmes ou rochosos e alimentam-se de algas, organismos incrustantes e detritos, que são removidos por um aparelho raspador composto por inúmeros ossículos, cinco dos quais funcionam como dentes (Lanterna-de-Aristóteles). Os equinóides respiram através de brânquias.
Os equinóides irregulares têm simetria bilateral, corpo achatado e são endobentónicos, isto é, vivem enterrados em substrato móvel, por exemplo areia. O corpo apresenta poucos ou nenhuns espinhos, como adaptação a este modo de vida. O ânus está também localizado na face aboral, mas deslocado para a margem posterior. Estes equinóides são essencialmente detritívoros e respiram através dos petalóides (pés ambulacrários modificados).
Classificação
Subclasse Perischoechinoidea
Ordem Cidaroida
Subclasse Euechinoidea
Superordem Atelostomata
Ordem Cassiduloida
Ordem Spatangoida
Superordem Diadematacea
Ordem Diadematoida
Ordem Echinothurioida
Ordem Pedinoida
Superordem Echinacea
Ordem Arbacioida
Ordem Echinoida
Ordem Phymosomatoida
Ordem Salenioida
Ordem Temnopleuroida
Superordem Gnathostomata
Ordem Clypeasteroida
Ordem Holectypoida
O ouriço-do-mar é primo da estrela-do-mar. O corpo deste equinodermo geralmente é esférico, mas pode ser achatado nos ouriços-das-areia. O ouriço-do-mar é coberto de espinhos que medem entre alguns milímetros e 30 cm.
Dependendo da espécie, ele pode comer algas ou areia. Em alguns casos, pode também ser necrófago e se alimentar de animais mortos. A boca do ouriço-do-mar fica virada para baixo. Nos herbívaros, ela é provida de cinco dentes que formam a “lanterna-de-aristóteles, com a qual mastigam as algas.
A reprodução acontece dentro da água. As fêmeas põe seus ovos que, se forem fecundados pelo esperma dos machos, se transformam em embriões e depois em larvas. A larva nada durante algumas semanas e depois de fixa no fundo do mar ou sobre uma alga e se transforma em ouriço- do-mar.
Alguns ouriços-do-mar são muito apreciados pelo homem e constituem uma iguaria tão delicada quanto o caviar.

5175 – A Serpente do Mar


Serpente do Mar

Da mesma família do pepino-do-mar, do ouriço e da estrela.
Os ofiúros têm um disco pequeno, arredondado, com 5 braços distintos, longos, delgados, articulados e frágeis. No braço há um ramo do sistema ambulacrário. Os pés ambulacrários são ventrolaterais, sem ventosas. Eles são sensitivos, auxiliam na respiração e podem levar alimento à boca. Não há pedicelárias e brânquias dérmicas. Todos os órgãos digestivo e reprodutores estão no disco. A boca fica no centro da superfície oral. Não há ânus.
Vivem desde água rasa a profunda, algumas vezes, escondendo-se embaixo de pedras ou plantas marinhas ou no lodo e areia, tornando-se ativos à noite. Movem-se por movimentos serpenteantes rápidos.
Alimentam-se de pequenos crustáceos, moluscos e outros animais e detritos do fundo; podem servir de alimentos a peixes.

5174 – A Síntese da Matéria Orgânica


Lamarck foi o 1° a imaginar em sua obra Filosofia Geológica (1809) que a matéria mineral tenha podido sintetizar as matérias orgânicas estéreis, que teriam se organizado pouco a pouco. Formas minúsculas semelhantes a algas bem conhecidas na Terra foram encontradas num meteorito, o que sugeriu vida em outros planetas. Pluger sugeriu em 1875 a síntese pirogênica dos cianetos e Gautier viu, no vulcanismo, a fonte dessa matéria orgânica. Numerosos autores concluíram que a atmosfera terrestre primitiva continha hidrogênio e hidrocarbonetos tais quais os planetas gigantes.
Oparine, numa obra de peso sob o ponto de vista Geoquímico, usou a reaçãodo acetileno sobre o vapor de água em presença do óxido de ferro para formar acetaldeido. Em 1928, Haldane as colocou ao nível do mar e faloude uma sopa quente e salgada onde seria elaborada a vida. Desde 1873, Bois-Reymond fez alusão à luz solar ultravioletapara originar fotoquimicamente as matérias orgânicas.

5173 – Medicina – Tratamento do Ouvido


Os brasileiros são a 4ª equipe do mundo a tentar reverter a surdez profunda, nome sugerido pelo seu ponto de origem, o ouvido interno. Ali fica a cóclea espiral com cerca de 35 mm de comprimento em que as vibrações sonoras se transformam em impulsos para o cérebro. Sem tal conversão, reina o silêncio. Com delicadíssimos instrumentos os otorrinos concertama maioria dos danos à audição. Eles podem até mesmo reconstituir o tímpano perfurado em uma resina plástica, usando um outro tecido do próprio paciente.
Mas até há alguns anos, as proezas cirúrgicas tinham um limite bem definido: iam no máximo até o ouvido médio. A idéia de se criar um substituto para a cóclea surgiu na mesma época e localdo sonho de conquistar a Lua.
Em 1968 o otorrino House, trabalhava para a Nasa; sua presença era para a eventual provocação de distúrbio de ouvido nos astronautas e, nesse caso o médico dava consulta à distância. A voz dos pacientes, porém, tinha que ser decodificada. Na época da Guerra Fria, os sinais de rádio eram transformados em sinais elétricos, indecifráveis para os russos. Na base da NASA, um equipamento interpretava os impulsos elétricos, para torná-lo novamente ondas de rádio. Percebeu que o sistema era uma imitação da cóclea, o decodificador do ouvido. A partir daí foi criado o protótipo do aparelho.
Nos animais a orelha se move em direção ao som. A cera amarga dentro do ouvido espantamos insetos que ousam a a se aproximar..
Alguns passageirosde avião carregam goma de mascar na valise pois durante o vôo, a pressão externa pode repentinamente ficar muito menor que a do ouvido médio.
Mascar algo força a trompa de Eustáquio a se abrir. Quando isso não acontece, o passageiro desembarca com a sensação de ouvido tampado.
O ouvido humano é especializado em captar sons medianos entre 200 e 7000 htz, como o da voz e tais frequências precisam de menos volume para serem percebidas.

5172 – Genética – Irlandeses são diferentes dos britânicos


Um estudo genético mostrou que eles estão mais próximos dos bascos do que dos ingleses. Os habitantes da Irlanda têm em seu DNA um gene que quase não existe no resto da Europa. Conhecido como haplótipo 15, esse gene era característico das populações européias no Paleolítico. Ele foi sumindo do continente a partir das migrações dos povos agricultores do Oriente Médio, por volta de 5 000 anos atrás. Mas em Connaugh, na ponta noroeste da Irlanda, aparece em 98% dos homens. Uma freqüência semelhante só existe no País Basco – região no norte da Espanha cujos habitantes também se consideram uma raça à parte.
Irlandeses e bascos têm ancestrais comuns.
1. O haplótipo 15 é um gene típico dos primeiros europeus. Ele foi varrido do continente há 5 000 anos com a chegada de novas migrações. No País Basco a população pré-histórica ficou isolada e manteve o gene. Ele existe hoje em 89% dos bascos.
2. Uma nova pesquisa descobriu que os irlandeses, ao contrário do que se pensava, também ficaram isolados. No extremo da ilha, 98% dos homens têm o gene pré-histórico.

5171 – Por que quando estamos deitados e nos levantamos bruscamente ficamos tontos?


Há várias explicações para a sensação de vertigem, aquela tontura que passa rápido. Ela pode ser causada por uma queda na pressão sangüínea. Quando estamos deitados, nossas células diminuem o consumo de oxigênio e de nutrientes. Ao nos levantarmos, a demanda da circulação aumenta e o organismo leva alguns segundos para compensar a mudança. Nesse meio tempo, pode haver uma vertigem. “Outro motivo é um trauma anterior no labirinto, o órgão do ouvido responsável pela sensação de equilíbrio”, diz um otorrinolaringologista da Escola Paulista de Medicina.
Machucado no labirinto causa tontura.
Dentro do sáculo há cristais. Uma pancada no ouvido pode soltar os cristais na endolinfa, o líquido do labirinto.
O balanço da endolinfa dá a sensação de equilíbrio. As pedras agitam o líquido quando nos levantamos rápido e causam vertigem.

5170 – Medicina – Relógio de pulso eletroquímico


O aparelho foi desenhado para acabar com o tormento dos diabéticos, principalmente crianças, que sofrem com a necessidade de se submeter a inúmeras picadas de agulha para medir o nível de glicose no sangue. O GlucoWatch faz essa medição automaticamente, a cada 20 minutos, emitindo uma corrente elétrica indolor que extrai glicose do organismo. Quando o usuário precisar de uma dose extra de insulina, o medidor registra e soa um alarme – que deve ser confirmado por um teste convencional. Com ele o paciente só enfrenta a agulha uma vez por dia, imprescindível para calibrar o equipamento. A bateria dura 12 horas.
GlucoWatch, da Cygnus
• Preço previsto: 300 dólares em média

5169 – Mega Curtíssimas – Câncer de Mama


Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, encontraram no DNA de pacientes com câncer de mama um gene capaz de impedir a metástase, o BR-MS1. Isso vai ajudar a identificar as mulheres com maior risco de disseminação do tumor e a reavaliar a utilidade da quimioterapia para aquelas com menor risco.

Pomada contra a fimose

Uma pomada canadense aperfeiçoada por urologistas da Unicamp, Universidade de Campinas, consegue substituir as cirurgias de fimose em 90% dos casos. Quando os meninos nascem, o prepúcio, a pele que recobre o pênis, impede a exposição da glande. Com o tempo, ela se solta naturalmente, mas, se isso não ocorre, a cirurgia é inevitável. Agora, a pomada à base de metazona – ainda sem lançamento comercial – ajuda a soltar a pele.

Remédio contra a Hemofilia B

O Ministério da Saúde aprovou o primeiro remédio para hemofilia B que dispensa derivados de sangue. O Benefix, nome comercial da droga, resulta da recombinação do fator IX, a parte do gene que não funciona bem nos hemofílicos do tipo B, com o DNA de cobaias. Tudo sem usar sangue humano. Para os pacientes, isso significa menos riscos de contaminação por vírus. Não há relato de efeitos colaterais graves.