5136 – A Origem da Vida


Você já deve ter lido sobre esse tema aqui no ☻ Mega. A Origem da Vida é um assunto muito recorrente por ser um dos maiores mistérios da humanidade e não estar definitivamente esclarecido, tendo a Ciência somente algumas teorias.
Em 1929, Vernadsky, em sua obra chamada Biosfera, afirmou que a origem das coisas se relaciona com uma causa primeira desconhecida, situada além do campo científico. Diante disso, alguns biólogos ficaram céticos a respeito da determinação do início da vida. Frases como essa a seguir eram comuns:
” Nada se pode saber a respeito da origem da vida sobre a Terra.Tudo quanto se disser não passa de especulação”. O mistério da origem da vida tem que ser solucionado ao mesmo tempo pela Astronomia, Geofísica, Geoquímica, Foto-química, Físico-química ou em síntese, um problema de Física Cósmica.
Na civilização medieval tinhamos o espírito alquimista; mas as Ciências Ocultas se diluíram diante dos dados das Ciências Exatas. Chegou-se a conclusão de que, se a vida é um fenômeno natural, deve ser regida por leis existentes na natureza. Inicialmente descobriu-se que a vida utiliza compostos orgânicos endotérmicos da química do carbono. Sua síntese se faz a partir dos compostos minerais: amoníaco + água + anídrico carbônico + a contribuição de uma energia estranha. A base da vida pode ser esquematizada pela reação fotoquímica chamada reação clorofiliana.
Francisco Redi era médico naturalista e tentou destruir a Teoria da Geração Espontânea já em 1668. Nesta época se afirmava que as moscas eram geradas pela urina ou por produtos em decomposição. Tal teoria foi derrubada depois em definitivo por Pasteur. Os trabalhos de Fisiologia estabeleceram que a vida de um ser é resultante da vida individual de suas células, geralmente microscópicas e que a atividade de cada célula é o resultado da atividade de cada molécula que a compõe.

5135 – A Origem das Espécies


Por Carlos Rossi, exclusivo para o ☻ Mega

Com esse livro, Darwin deu um golpe violento no orgulho humano. Tornou-o um elo na cadeia da evolução, um animal não muito diferente dos outros. O australopitecus africanus data de uns 600 mil anos atrás. Em 1924, escavações feitas na África do Sul, levaram a descoberta de um crânio que recebeu esse nome. Dart, que era professor em Johanesburgo, estudou-o e notou que se tratava do crânio de um jovem índio intemediário entre os símios e o homem, mais humano que o chimpanzé. Possui a dentadura completa com 20 dentes de leite e os primeiros molares definitivos, o que leva a concluir que se trata de uma criança de 6 anos. Dubois, um médico holandês entusiamado com as idéias de Darwin e Haeckel, partiu para as margens do Rio Solo, em Java. Depois de vários anos de escavações, encontrou os fragmentos seguintes: uma mandíbula, uma calota craniana e 1 fêmur de um ancestral humano, que receberam o nome de pithecanthopus erectus. Já o homo heidelbergensis consiste apenas em uma mandíbula desenterrada nas areias profundas de Mauer, na Alemanha. Apresenta resquícios simiescos, porém, a dentadura é tipicamente humana. Data de uns 550 mil anos atrás.
Segundo os antropólogos, o homo neandertharlensis pertencia a um grupo do qual várias raças se diferenciavam. Restos encontrados pertencem a pelo menos 58 indivíduos. Apresentavam esqueleto pesado e eram enterrados segundo um ritual próprio. Junto ao esqueleto, foram encontrados instrumentos de pedra.
Hoje, o homem não voa como um pássaro, mas criou asas que lhe permite voar mais rápido, mais alto e mais longe que as águias reais. Não submerge por muito tempo nas águas dos oceanos, mas criou meios de os atravessar e os explorar até a maior de suas profundezas. Para a Ciência contemporânea não há dúvidas: o que faz o homem ser um fenômeno único na natureza é seu cérebro. Ele não é o mais volumoso, mas é o mais complicado e o mais aperfeiçoado. Ao que tudo indica, um dia, após uma última mutação, seu cérebro atingiu um grau de complexidade jamais atingido até então.

5134 – O Microcosmo e o Macrocosmo


O homem se defrontou com um universo que ultrapassa de longe sua imaginação. Tudo o que os nossos sentidos são capazes de perceber não passa de uma forma reconhecível do que se desenrola na esfera do mais ínfimo mundo. Ainda nos séculos 18 e 19, o ser humano acreditava ter desvendado os últimos segredos, destronando o próprio Deus. Um pensamento materialista reinava. Astronomia e Astronáutica tentam desvendar o Espaço, mas há limites impostos. É pouco provável que ocorram viagens espaciais para fora do Sistema Solar ainda no século 21, mas não está descartada a possibilidade de se alcançar as 2 estrelas fixas mais próximas , com a ajuda de engenhos impulsionados por foguetes a uma velocidade quase igual a da luz.
Os veículos espaciais se originaram dos grandes foguetes militares. Os números do macrocosmo ainda são para nós, pouco compreensíveis, pois o mundo que os nossos sentidos podem perceber é relativamente pequeno.

5133 – ☻Mega Bloco – Biologia – O Desenvolvimento Humano


Exclusivo

Os primeiros mamíferos só surgiram há uns 160 milhões de anos e
sofreram sua grande mutação evolutiva há 60 milhões de anos. Já o primeiro homem, ainda bem primitivo, demorou aproximadamente 1 milhão de anos para se desenvolver e receber o fogo sagrado que Prometeu roubara do céu, iniciando a história do homo sapiens.
A magia e o culto apareceram há uns 25 mil anos e as remotas obras de arte e pinturas das cavernas. Após 3 fases da Idade da Pedra, chegamos a inveção da roda, há cerca de 6 mil anos. Muito tempo decorreu entre o mais antigo uso do fogo e a 1ª manifestação de cultura organizada. Apenas no século 15, surgiram os grandes e abnegados incrementadores do desenvolvimento técnico. A partir da arte de imprimir, que foi a primeira grande forma de se transmitir informações a um grande número de pessoas ao mesmo tempo; tornaram-se frequentes as descobertas revolucionárias.

5132 – Gatos – Ronron e Outros Mitos


O bichano produz um ruído baixo e regular, trata-se do ronron, um mistério científico. Relaxando ou com dor eles utilizam esse som.
Também não se sabe se o som vem da garganta, nariz ou peito. Supõe-se que seria produzido pela passagem de ar nos brônquios, ou por certos vasos do coração. Outra lenda famosa é a de que gatos tem 7 vidas e ainda que o gato não é amigo do dono e sim da casa. Invenções provavelmente de quem só gosta de cachorro.
A oposição entre cães e gatos é criação humana. Eles não são inimigos naturais. Cães são animais gregários. Seus equivalentes selvagens, os lobos, vivem e caçam em grupo. Em situação doméstica, o cão tende a ver o dono como uma especie de chefe da matilha. Gatos, porém, são individualistas; a maioria dos felídeos caçam sozinhos, exceto o leão. os comandos, portanto, são diferentes: com o cão você manda, com o gato você pede.

☻Derrubando 7 Mitos:

Gatos são carinhosos

Se 7 vidas eu tivesse, 7 vidas eu daria… – Tal lenda deve ter surgido por causa de suas habilidades especiais. Ágil e elástico, não é uma presa fácil. Grande senso de equilíbrio e gira o corpo no ar para não cair de costas. Mas não se engane: uma queda da janela pode ser fatal.

Gatos não precisam de cuidados – Embora mais independentes que os cães, precisam de alimentação regular, instalações limpas, visitas ao veterinário e muito carinho.

São cruéis – Falso. Agem pelo instinto.

Não aprendem nada – Com paciência, carinho e alguma técnica se ensina um gato a atender quando chamado.

Tem ou transmitem asma – Balela, asma não é transmitida por gato ou qualquer outro animal. Quem não está acostumado com o ronron imagina que o gato tem problemas respiratórios. Mas quem já tem asma. Mas quem já tem asma pode ter crises compartilhando ambientes com gatos. A substância que detona a crise está na saliva do gato.

Gostam da casa e não do dono – Gatos são afetivos e gostam dos donos. Há inclusive casos em que sofrem de ansiedade com a separaçao e até destroem a casa.

São inimigos dos cães – Cães não são predadores naturais dos gatos. Criados juntos, aprendem a viver socialmente.

5131 – Medicina – Mal de Parkinson


O diagnóstico em geral é por exclusão, descartada a hipótese de um derrame cerebral ou de efeito de uma medicação qualquer. A doença de Parkinson integra o rol das enfermidades ligadas ao envelhecimento, acometendo indivíduos na faixa dos 60 anos de idade, mas pode aparecer antes. Atinge 4,7 milhões de pessoas no mundo segundo a OMS e o nº de casos tende a crescer devido a uma maior expectativa de vida. Ela se desenvolve quando células de uma pequena área do cérebro, chamada substância negra, começam a morrer progressivamente. Tais neurônios produzem o neurotransmissor dopamina, que transmite informações as áreas cerebrais que comandam os movimentos, daí as falhas no controle motor. O diagnóstico ocorre de 5 a 10 anos após o início da degeneração dos neurônios. Quando o paciente recebe a notícia, pode já ter perdido 80% da substância negra.
Sintomas:
Variam como rigidez e tremores, mas tais sintomas não são exclusivos do Parkinson. Distúrbios com sequelas de encefalite, de vários pequenos derrames; medicamentos antidepressivos, atrofia de múltiplos sistemas, paralisia supranuclear progressiva e traumatismo craniano também provocam tremores.
Os motivos pelos quais as células da substância negra passam a morrer gradualmente ainda não estão de todo compreendidos. É possível que haja uma disfunção na lixeira celular, já que o metabolismo da célula gera resíduos indesejáveis e se não forem eliminados se acumulam, levando a célula à morte. Duas proteínas, a alfa-sinucleína e a sifilina, estão envolvidas na alteração do sistema de recolhimento de lixo dos neurônios da susbtância negra. Na doença de Parkinson, tais proteínas formam depósitos fibrosos microscópicos chamados corpúsculos de Lewe, que agiriam como veneno para as células. O acúmulo de radicais livres também pode estar relacionado a doença. Radicais são moléculas resultantes de reações químicas do próprio organismo. Em condições normais são eleiminados. Na doença há uma quantidade anormal, desencadeando um processo tóxico e consequentemente a morte dos neurônios. Diversos estudos estão em andamento para investigar o papel dos pesticidas e toxinas no disparo da doença. Não se pode falar em cura por enquanto, mas tratamentos aliados a fisioterapias e fonoaudiologia mantêm os sintomas sob controle, possibilitando uma vida satisfatória. A Levodopa ainda é o medicamento mais eficaz. Comercializa desde o fim da década de 1960, se transforma em dopamina quando chega ao cérebro, mas perde o efeito com o passar do tempo.
Há 2 modalidades de cirurgia para pacientes que não respondem bem ao tratamento: cirurgia ablativa, que visa destruir áreas específicas do cérebro alteradas pela doença. Outra alternativa é a estimulação cerebral profunda que consiste na implantação de um marca passo para corrigir estímulos incorretos. Não cura, mas alivia os sintomas. Em teste na Suécia e EUA, os polêmicos transplantes de células fetais. Neurônios produtores de dopamina retirados de fetos abortados são implantados nos pacientes. Já foram feitas cerca de 150 cirurgias desse tipo, com resultados razoáveis. A controvertida técnica requer 4 fetos para cada paciente. Experimentos com células-tronco em ratos deram bons resultados.

☻Mega Glossário

Substância Negra – Trata-se de uma pequena área cerebral formada por neurônios que produzem dopamina. Como tais neurônios morrem, a dopamina diminui. Assim, o grupo de estruturas chamado núcleo da base, responsável pelos comandos motores, não é lido como deveria.

Núcleos da Base – O grupo formado por putâmen, caudado, globo pálido e núcleo subtalâmico é normalmente contido pela ação da dopamina. Sem ela, funciona tanto que chega a bloquer a ação do tálamo, o distribuidor de tarefas.

Tálamo – Normalmente ativo quando a distribuição da dopamina está em ordem, o tálamo trava completamente e não consegue estimular de modo adequado o córtex motor, o manda-chuva dos movimentos do cérebro.

Córtex Motor – Dele saem as ordens, via medula medula, para os músculos. Como as mensagens chegam truncadas, nem o controle do tonus muscular, nem o comando dos movimentos funciona direito.

Músculo – A comunicação incorreta com o cérebro faz com que os músculos se tornem rígidos. Além disso, eles se distendem rapidamente e garam o tremor. Os movimentos deixam de parecer naturais e ficam lentos.

5130 – Mega Byte – Facebook vira alvo favorito de cibercriminosos para disseminar pragas


Essa é para inexperientes. Comigo, nem vem que não tem…

Com 800 milhões de usuários ativos, o Facebook não é um sucesso apenas entre os adeptos de redes sociais. A popularidade do site também cresce entre cibercriminosos, que aproveitam o serviço para espalhar pragas virtuais.
Segundo a AVG, de 2008 a 2011, os ataques diários no site cresceram 20 vezes. Em 2010, a AVG encontrou 20 mil páginas contaminadas nas 50 redes sociais mais populares do mundo. O Facebook abrigava 60% delas (ou 137.505).
O principal interesse dos criminosos é o roubo de credenciais para o site, que pode abrir as portas para problemas maiores, como a obtenção de dados bancários.
Para conseguir infectar perfis no Facebook, o golpe mais comum é chamado de “clickjacking” (sequestro de clique, em tradução literal).
Nele, o usuário é levado a crer, por exemplo, que está clicando no link para algum vídeo compartilhado por alguém da sua rede de amigos.
O clique então é “sequestrado” e executa um código malicioso escondido, que pode infectar o perfil e até a máquina do usuário.
Segundo o “Wall Street Journal”, o Facebook afirma que menos de 4% do conteúdo em suas páginas é malicioso, mas admite que o volume está crescendo mais rápido do que sua base de usuários. Diariamente, 4 milhões de pessoas seriam atingidas.
“A disseminação de código malicioso em redes sociais é dez vezes mais efetiva do que outros métodos de distribuição”.
É mais fácil, afinal, acreditar que um amigo está indicando um vídeo curioso no seu mural do Facebook do que em um e-mail escrito por um príncipe africano, que informa sobre uma herança milionária deixada para você.
Para quem viveu o auge do Orkut, no fim da década passada, a história não soa tão nova, mas os perigos no Facebook para o brasileiro ainda estão engatinhando.
A primeira ameaça no Facebook criada por brasileiros para atacar brasileiros foi descoberta em junho do ano passado. Ela usava o chat do serviço para tentar sequestrar o clique de usuários e foi bloqueada rapidamente.
Outras ameaças se seguiram desde então e, segundo a Kaspersky, o Facebook já é a rede social mais atacada do país. O Orkut é a segunda.