4933 – Música – Um Toque de Classe com Peter Allen


O autraliano Peter Allen nasceu em 10 de fevereiro de 1944, falecido a 18 Junho 1992.
Seu casamento com Liza Minnelli terminou em divórcio, e seu relacionamento mais significativo foi com Chris Orr, que durou 15 anos.
Ele era neto de George Woolnough , a quem Allen imortalizou em sua canção “Tenterfield Saddler”. Allen começou sua carreira tocando com Chris Bell como um dos ” irmãos Allen “, que eram um popular cabaret e televisão agir no início dos anos 1960 na Austrália.
Ao longo de sua carreira alcançado maior sucesso através de suas músicas a ser gravada por outros. Allen marcou seu maior sucesso com a canção ” I Honestly Love You “, que ele co-escreveu com Jeff Barry e que se tornou um grande sucesso em 1974 para Olivia Newton-John.
Allen co-escreveu a música ” Tema de Arthur (Best That You Can Do) “, com Burt Bacharach , Carole Bayer Sager e Cruz Christopher , para o 1981 filme Arthur . A canção chegou a número um em os EUA, e os compositores ganhou um Academy Prêmio de Melhor Canção . Uma letra para a canção: “Se você ficar preso entre a Lua e Nova Iorque” foi adaptado de uma canção antes que ele e Bayer Sager co-escreveu.
Pouco antes de sua morte por câncer na garganta relacionado com a AIDs, ele deu sua última performance em Sydney em 26 de Janeiro de 1992. Suas cinzas foram espalhadas no mar.

4932 – Mega Memória – Lady Zu, Discoteca Made In Brazil


Na segunda metade da década de 70, não havia ninguém mais quente no cenário da música dance brasileira do que LADY ZU. Seu maior sucesso, “A Noite Vai Chegar”, incendiava as pistas das discotecas. Outro grande sucesso, “Hora de União”, foi incluído na trilha-sonora da novela “Dancin’ Days”, uma febre nacional na época.
Dona de um timbre incomparável e grande potência vocal, LADY ZU lançou outros discos nas décadas seguintes, além de participar do projeto “Alma Negra” e em discos de outros artistas.
Reconhecida como um dos maiores nomes da música soul do Brasil, ela segue ativa, com shows por todo o país e aparições em programas de televisão e rádio.
Filha de pernambucanos, Lady Zu, ou melhor, Zuleide Santos Silva, nasceu no dia 7 de maio de 1958, no bairro do Canindé, em São Paulo. Ao perceber que a pequena Zu gostava de brincar de artista, seu pai resolveu levá-la aos estúdios da TV Cultura para se apresentar no programa de talentos infantis “O Dois É Nosso”. Sua primeira interpretação foi o samba “Triste Madrugada”, da autoria de Jorge Costa. Nessa época, Zu tinha apenas 8 anos de idade.
Fez aulas de canto dos 10 aos 13 anos e seguiu apresentando-se em programas infantis do rádio e da televisão e em bailes na periferia de São Paulo. Fã de Aretha Franklin e Tina Turner, fez diversos testes para crooner em casas noturnas, mas sempre era vetada por ser ainda muito jovem. Mais tarde, ela ainda trabalharia como bancária, escriturária e até locutora do Mercado Municipal da Lapa.
Adolescente, Zu, em dupla com seu irmão Alex, participou de vários festivais escolares de música. Sua grande chance surgiria justamente num desses festivais, por volta de 1975, quando Zu levou o 1º lugar. Entre os jurados estava o compositor Osmar Navarro, que lhe deu orientações sobre o meio artístico. Munida de uma fita cassete com covers de canções de Roberto Carlos e Maria Bethania, Zu procurou o disc-jóquei Sebastião Ferreira da Silva, que a apresentou ao produtor e executivo da PhonoGram (atual Universal Music), Marcos Maynard. A empatia foi imediata, mas os planos de Maynard para Zu passavam ao largo da MPB: a gravadora pretendia trazer para o país a febre internacional das discotecas. E foi nessa oportunidade que Zuleide foi rebatizada como Lady Zu, por sugestão do músico Roberto Menescal.
Seu primeiro disco, um compacto simples com a música “A Noite Vai Chegar” (composta por Paulinho Camargo), tornou-se um hit instantâneo nas rádios e nas pistas de dança de todo o país. O sucesso foi incluído na trilha sonora da bem-sucedida novela “Sem Lenço, Sem Documento”, da Rede Globo, o que, por si só, era um feito e tanto para uma cantora nova.

Depoimentos de seu Site Oficial para o ☻ Mega

4931 – Esfriamento Global?


Muito se discute em todo o mundo sobre o efeito estufa. Desde a Revolução Industrial, quando entramos na era dos motores, o planeta ficou mais escuro. Cores escuras absorvem calor do Sol, enquanto as claras o refletem de volta ao espaço. Portanto, uma forma de combater o problema seria clareando o planeta. Bastaria para isso, pintar as estradas, cidades e aeroportos de branco. Segundo cálculos realizados na Harvard, se fosse possível branquear 520 mil km² da superfície da Terra, reverteríamos de uma só vez todo o aquecimento provocado por nós desde a Revolução Industrial.

4930 – Buraco no Cosmo para viajar no tempo


Você só precisaria embarcar numa espaçonave que chegasse quase à velocidade da luz e voltar à Terra um dia depois. Viajar ao passado continuou a ser pura ficção até os anos 80, quando o físico americano Kip Thorne propôs, a partir das equações de Albert Einstein, que seria possível construir uma máquina do tempo de verdade. A solução estaria em uma estrutura cósmica chamada buraco de minhoca – um suposto atalho entre pontos distantes no espaço.
Na prática, as especulações sobre os buracos de minhoca esbarram em duas complicações. A primeira é que, até hoje, ninguém tem certeza de que eles são mesmo reais. Até aí, tudo bem. “Os buracos negros foram previstos em 1916 e só recentemente pudemos confirmar que eles existem.
A segunda dificuldade é que eles, caso existam, são estruturas muito instáveis, que se abrem e fecham instantaneamente. Destruiriam, portanto, os supostos viajantes.
Como construir um túnel do tempo.
1. O buraco de minhoca é um atalho que liga pontos distantes como a Terra e a estrela Vega, a 26 anos-luz daqui.
2. Olhando por uma de suas bocas, é possível ver o outro lado. O túnel fica numa dimensão hipotética chamada hiperespaço.
3. Para transformar o buraco de minhoca numa máquina do tempo, seria preciso instalar uma de suas bocas em uma nave ultraveloz e levá-la para uma viagem interestelar, perto da velocidade da luz – 300 0000 quilômetros por segundo. Na Terra, onde ficou a outra boca, o tempo está passando bem mais depressa do que na espaçonave. O relógio terrestre contou vinte anos, enquanto na nave transcorreu apenas um dia.
4. Está criado o túnel do tempo. Para viajar para o passado, basta entrar pela boca do buraco de minhoca que voltou do espaço. Só há um porém: o limite para o regresso ao passado é a data de partida da nave. Não dá pra voltar ao tempo dos dinossauros.

4929 – Livro sobre o Vácuo


Imagine um equipamento capaz de extrair todos os átomos de um recipiente. Essa experiência é possível, mas nem assim dá para se produzir o nada, pois mesmo o vácuo contém matéria, em forma de energia de vários tipos, como a luz. Esse fato, que tem imensa importância científica, é o tema do físico teórico Henning Genz, da Universidade de Karlsruhe, na Alemanha.
No livro Nothingness (Nada, Addison Wesley, 30 dólares), ainda à espera de uma tradução para o português, o cientista nos prepara para entender esse assunto complicado. O momento é oportuno, já que recentemente a Física descobriu que o vácuo contém uma energia desconhecida, capaz de acelerar a expansão do Universo com velocidade crescente. Genz conta a história desde o princípio – as primeiras idéias sobre o vácuo na Grécia antiga – até os conceitos que hoje nos ajudam a entender o Cosmo.

4928 – Por que chove em pingos e não em jatos?


A chuva nada mais é do que um ajuntamento de partículas menores de água que evaporam com o calor e depois voltam para o solo. Assim que as gotas se formam dentro das nuvens, elas caem, atraídas pela força da gravidade. “Não há tempo suficiente para que se junte uma quantidade de água tão grande que chegue ao chão na forma de jato”, explica uma meteorologista Universidade de São Paulo. Para que isso acontecesse seria preciso que uma grande bolha líquida se acumulasse no céu antes de vir abaixo.
Quando ficam suficientemente pesados, os pingos caem.
A água evapora graças ao calor e sobe. Dentro das nuvens as gotículas são atraídas por partículas de impureza, como poeira, e vão formando as gotas.
As gotas menores ficam suspensas graças a correntes de ar que, por serem mais quentes, sobem da terra para o céu e as empurram para cima.
Ao ficarem pesadas, elas caem. Quanto mais fortes forem as correntes de ar, maiores têm de ser as gotas para vencê-las.

4927 – Por que as bate-se as pernas na hora da gargalhada?


Estimulados por piadas e por imagens mostrando situações engraçadas, os voluntários riam abertamente. Os eletrodos registraram, então, o quase desaparecimento dos sinais que acionam o chamado músculo soleus, na coxa. É um dos que, ao se contrair, mantêm o corpo de pé. Com os sinais do cérebro enfraquecidos, veio o baqueamento momentâneo nas pernas. O que os pesquisadores ainda não sabem é explicar como a gargalhada interfere no mecanismo cerebral e no envio do sinal ao soleus.
Você fica bambo quando ri porque o cérebro descuida dos músculos.
A gargalhada afeta o cérebro, de um modo ainda não explicado.
Mas os cientistas verificaram que ela enfraquece um sinal elétrico que corre pelo nervo tibial.
Sem estímulo, o músculo soleus fica relaxado, deixando as pernas sem forças.

4926 – Como é escolhido o ganhador de um Prêmio Nobel?


Uma fundação sediada em Estocolmo administrar os fundos deixados pelo químico sueco Alfred Nobel (1833-1896) e distribui anualmente os prêmios. O próprio Nobel estipulou quais seriam as categorias: Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Literatura e Paz. Em 1969 foi criada mais uma, a de Economia, mas esse não é considerado um verdadeiro Prêmio Nobel, só uma homenagem à memória do químico.
Quatro instituições cuidam da eleição. Três são suecas: a Academia Real de Ciências (Física, Química e Economia), o Instituto Real Médico-Cirúrgico de Karolinska (Fisiologia ou Medicina) e a Academia Sueca (Literatura). O Parlamento norueguês escolhe o premiado da Paz. Cada uma das instituições cria um comitê com três a cinco integrantes, pesquisadores de destaque na área, que envia cartas a milhares de cientistas do mundo todo pedindo indicações. “Nós mandamos cerca de 3 000 consultas todo ano”, conta Anders Barany, secretário científico do Comitê de Física. “Mas só um décimo delas são respondidas.” Com base nas indicações que chegam até 10 de fevereiro, os comitês escolhem os vencedores, cujos nomes são divulgados no dia 10 de outubro. Os critérios usados são secretos. Cada prêmio consiste de uma medalha de ouro, um diploma e 950 000 dólares, entregues em 10 de dezembro.