4846 – Mega Memória Comercial – Ei, você se lembra da minha voz?


Esse é mais um daqueles comerciais que ninguém esquece. Na época ainda não havia sido inventada as tvs com controle remoto e os comerciais eram então mais assistidos.
Numa época com muito menos tecnologia, a criatividade tinha que prevalecer.

4845 – Brasileiros dão uma força na decoração de Natal em NYC


Por aqui, tá xôxo, em N. York, não!

Recomenda-se subir e descer a 5ª avenida entre as rua 59 e 40. A vitrine das lojas é um espetáculo, especialmente as de departamento como Bergdorf ou Saks Fifth Avenue. Na altura da rua 57, perto da loja Tiffany’s, você verá o famoso floco de neve da Unicef feito de cristal Baccarat.
Mais abaixo, entre as ruas 48 e 51, está o Rockefeller Plaza, com a maravilhosa e mais famosa árvore de Natal da cidade. A árvore é gigante e lotada de luzes e enfeites. Todo o ano, a cerimônia de inauguração é um acontecimento na cidade, que conta com cobertura televisiva da NBC e várias celebridades. Ela fica exposta de dezembro de 2009 a Janeiro de 2010.
O shopping do Times Warner Center, localizado na rua 59, no Columbus Circle; e a estação de trem e metrô Grand Central Station. Todos eles capricham na decoração de Natal.

Existem também as feirinhas natalinas (holiday markets), bem no estilo europeu, onde são vendidos enfeites, roupas, objetos artesanais, biscoitinhos e outras coisinhas. Duas são bem populares em Manhattan, a primeira localizada na Union Square e a segunda, no Columbus Circle.
Patinação no Gelo
São três as mais famosas pistas de patinação no gelo em Manhattan na época do Natal: uma é a Rockefeller Plaza, no Rockefeller Center, a outra é a The Pond no Bryant Park e a terceira chama-se Wollman Rink, no Central Park. Todas essas pistas ficam abertas até às 22h ou 23h. Fica aí a dica para um programa noturno com a família antes ou depois do jantar.

4844 – Estudo ‘vê’ átomos dentro de células-tronco


Pesquisadores brasileiros estão testando um jeito inusitado de investigar as células-tronco pluripotentes, capazes de formar qualquer tecido do organismo adulto. Eles querem entender o que acontece com elas no nível mais básico: o dos átomos.
O grupo, formado por pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), acaba de mostrar que a ideia é viável em artigo na revista científica “PLoS One”.
O que eles fizeram foi basicamente submeter células-tronco de camundongos e de humanos aos raios X do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron, em Campinas.
A radiação emitida no laboratório é capaz de produzir dados precisos sobre a composição atômica das amostras que atinge -e, no caso das células, sem alterar sua composição, o que é muito importante.
O que os cientistas viram por enquanto é que, conforme as células começam a se especializar e a se transformar em neurônios, seu conteúdo atômico se altera.

Elas ganham grandes quantidades de metais como o cobre, enquanto outros elementos químicos, como o fósforo e o enxofre, ficam polarizados, ou seja, concentram-se em cantos específicos da célula em transformação.
“Agora, o que a gente quer fazer é comparar células derivadas de pessoas saudáveis com as de pacientes com doenças mentais, por exemplo”, diz um dos autores do estudo, Stevens Kastrup Rehen.
“Pode ser que variações nos elementos químicos das células tenham relação com erros na diferenciação [especialização] dos neurônios. E isso teria um impacto na origem da doença”.