4153 – Mega Divas Soulfull – Sthephanie Cooke


Stephanie cresceu no interior da cidade de NYC, Nova Jersey e como a maioria de seus contemporâneos começou sua carreira cantando na igreja. Na tenra idade de 9, ela cantou uma comovente interpretação de “Eu fiz um voto”, como paroquianos atordoados a ouviam cantar. Aos 15 anos escreveu sua primeira canção, mas, era até 10 anos mais tarde que ela faz da sua música não-gospel em primeiro lugar. Naturalmente, teve suas influências: créditos Fred Hammond, The Clark Sisters e Marvin Winans como sendo seu maior influências como vocalista. Suas influências, no entanto se inclinaram mais para Stevie Wonder, Diane Warren, e Babyface.
Stephanie iniciou sua carreira musical profissional quando ela entrou em um estúdio de produção na esperança de obter algum tempo de estúdio como um prêmio para um show de talentos que ela estava coordenando. Depois de obter uma sessão de improviso um cappella, ela assinou um acordo de produção no local.

4152 – Por que os pólos magnéticos da Terra não coincidem com os pólos geográficos?


Em 1600, o médico e físico inglês William Gilbert (1544-1603) descobriu que o globo terrestre tinha as mesmas características magnéticas de um ímã. Foi ele quem concluiu que uma bússola se alinha na direção norte-sul por ser esta direção aproximada do eixo magnético da Terra. Os pontos em que esse eixo corta a superfície terrestre não são fixos; os chamados pólos geomagnéticos distam cerca de 800 quilômetros dos pólos geográficos. Atualmente, a teoria mais aceita para explicar o geomagnetismo é a do físico alemão Walter Maurice Elsasser, nascido em 1904. Ele afirmou que o campo magnético da Terra é gerado por correntes elétricas que fluem no núcleo metálico e líquido do planeta. A movimentação desse líquido, ao fazer com que as correntes elétricas mudem de direção constantemente, causaria a variação do campo magnético.

4151 – Nobel de Medicina 2011


Três cientistas que desvendaram segredos do sistema imunológico, abrindo caminho para novas vacinas e tratamentos contra o câncer, foram anunciados nesta segunda-feira como vencedores do Prêmio Nobel de Medicina –ou Fisiologia– de 2011.
O norte-americano Bruce Beutler e o biólogo francês Jules Hoffman, que estudaram os primeiros estágios da reação imunológica a um ataque, dividiriam o prêmio de US$ 1,5 milhão (cerca de R$ 2,8 milhões) com Ralph Steinman, canadense radicado nos EUA que descobriu as células dendríticas, cruciais para a compreensão dos estágios posteriores.
Mas, nesta mesma segunda-feira, a Universidade Rockefeller, onde Steinnam trabalhava, emitiu um comunicado sobre a morte do pesquisador, que ocorreu três dias antes dele ser anunciado como um dos vencedores do Nobel de Medicina.
A nota diz: “Steinman faleceu em 30 de setembro. Ele foi diagnosticado com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo criou.”
A universidade acrescentou que estava orgulhosa pela Fundação Nobel ter reconhecido o trabalho do pesquisador e disse que a notícia era boa e ruim. Os parentes de Steinman notificaram a morte do pesquisador poucos dias antes, depois dele ter enfrentado uma longa batalha contra o câncer. “Nossos pensamentos estão com a mulher, os filhos e a família dele.”
O nome de Steinman como um dos vencedores da maior premiação em ciência foi anunciada hoje pela Fundação Nobel. Como o reconhecimento é atribuído a pessoas vivas, ainda não se sabe como ficará a lista.
O nome do cientista canadense Ralph Steinman, que morreu na última sexta-feira (30), foi confirmado como um dos ganhadores do Nobel de Medicina pelos seus estudos sobre o sistema imunológico.
Últimas Notícias
O comitê que escolhe os premiados anunciou a resolução nesta segunda-feira, depois de uma reunião de emergência. ” [A decisão] deve permanecer inalterada”, um comunicado.
Desde 1974, um Nobel não é entregue a um pesquisador morto, a menos que ele tenha morrido depois da divulgação dos ganhadores e antes da cerimônia de entrega do prêmio.
“A decisão de se dar o Prêmio Nobel a Ralph Steinman foi feita de boa-fé, baseada na suposição que o laureado estava vivo”, afirmou a fundação.
A morte de Steinman, que estava se tratando de um câncer no pâncreas há quatro anos, foi divulgada depois de o nome dele ser citado entre os três ganhadores do Nobel de Medicina.
Com a decisão, os ganhadores do Nobel de Medicina permanecem os mesmos. Além de Steinman, o norte-americano Bruce Beutler e o biólogo francês Jules Hoffman também dividem o prêmio, cujo valor é de US$ 1,5 milhão (aproximadamente R$ 2,8 milhões).
Beutler, 53, trabalha no Instituto de Pesquisas Scripps, de La Jolla, na Califórnia. Hoffman, 70, nascido em Luxemburgo, realizou grande parte do seu trabalho em Estrasburgo.
Beutler e Hoffman descobriram na década de 1990 os receptores de proteínas que reconhecem bactérias e outros micro-organismos agressores, e que ativam a “imunidade inata”, a primeira linha de defesa do do sistema imunológico do organismo.
Steinman, 68, foi premiado por sua descoberta de duas décadas atrás sobre células dendríticas, que ajudam a regular a imunidade adaptativa, um estágio posterior da reação imunológica, em que os micro-organismos são eliminados do corpo.
Os trabalhos deles foram cruciais no desenvolvimento de novas vacinas contra doenças infecciosas, e de novas abordagens na luta contra o câncer — o que inclui as chamadas “vacinas terapêuticas”, que estimulam o sistema imunológico a destruir tumores.
O prêmio de Medicina ou Fisiologia costuma ser o primeiro Nobel anunciado a cada ano. O Nobel é entregue desde 1901 a personalidades de destaque nas áreas de ciências, literatura e paz, conforme estipulado no testamento do empresário Alfred Nobel, inventor da dinamite.

4150 – SpaceX propõe foguete reutilizável para colonizar Marte


A companhia americana SpaceX trabalha no primeiro foguete reutilizável para lançá-lo ao espaço planejando, algum dia, ajudar na colonização do planeta Marte, disse o fundador, Elon Musk, na quinta-feira.
O veículo seria uma versão reutilizável do foguete Falcon 9 que a SpaceX empregou para levar a cápsula espacial Dragon à órbita da Terra no ano passado. A sua primeira viagem com carga à ISS (Estação Espacial Internacional) está prevista para janeiro.
A reutilização do foguete poupará dezenas de milhões de dólares e facilitará as viagens ao espaço por diversão e até a colonização de outros planetas, concretamente Marte, declarou Musk ao “National Press Club”.
“Um sistema rápido e reutilizável é imprescindível para que a vida se torne multiplanetária, para se estabelecer vida em Marte. Se os aviões não fossem reutilizáveis, muito pouca gente poderia voar”, disse.
Atualmente, um foguete Falcon custa entre US$ 50 milhões e US$ 60 milhões (entre R$ 94 milhões e R$ 112 milhões) e seu lançamento, incluindo combustível e oxigênio, exige até US$ 200 mil (em torno de R$ 376,3 mil). E tudo é perdido com a reentrada na atmosfera da Terra.
Com a reutilização dos foguetes, haverá uma substancial redução de custos, garantiu Musk, um empresário da internet que fundou o PayPal e utilizou o dinheiro ganho na Web para criar a companhia de carros elétricos Tesla Motors e a SpaceX.
O foguete projetado pela SpaceX decolaria da forma normal e teria dois estágios: a parte inferior, parecida com uma coluna, regressaria à Terra para pousar na vertical, exatamente como foi lançada.