3783 – Monstro do Lago Ness


Monstro do Lago Ness

Paleontólogos desvendam criatura associada ao Monstro do Lago Ness
Fama de monstro, coração de mãe. Em síntese, esse é o retrato que uma dupla de paleontólogos traçou ao analisar um fóssil único: o de uma fêmea de plesiossauro grávida, com 80 milhões de anos.
A reputação dos plesiossauros anda manchada desde que esses répteis marinhos da Era dos Dinossauros foram associados ao célebre Monstro do Lago Ness, na Escócia. Faz quase um século que quem acredita na existência do bicho aposta que se trata de uma espécie sobrevivente de plesiossauro.
Dino-robô anda em ruas de Sydney para promover semana da ciência
Ninguém nunca provou que Nessie (como o monstro é conhecido) existe mesmo, mas o fóssil estudado pelo argentino Luis Chiappe, do Museu de História Natural de Los Angeles, e Frank O’Keefe, da Universidade Marshall (EUA), mostra que o bicho estava mais para uma baleia do que para um lagarto quando o assunto era ter bebês.
Até hoje, ninguém tinha muita certeza sobre o método reprodutivo adotado pelos plesiossauros. É verdade que os mares da época em que ele viveu estavam cheios de répteis que não botavam ovos e davam à luz seus filhotes dentro d’água, mas faltavam dados diretos sobre os bichos no registro fóssil.
DO BAÚ
Chiappe e O’Keefe mudaram isso ao resgatar da gaveta um esqueleto descoberto em 1987, no Estado americano do Kansas, mas nunca estudado. O exemplar de Polycotylus latippinus, que teria medido cinco metros quando vivo, estava misturado a uma estranha maçaroca de ossos menores e mais delicados.
Ocorre que esses ossos estavam posicionados “por dentro” do esqueleto principal. Embora a anatomia deles deixe claro que se trata da mesma espécie do bicho maior, o fóssil mais modesto está cheio de cartilagens e possui proporções do corpo que são típicas de um feto.
De quebra, não há sinais de que tenha sido devorado pelo grandalhão, o que faz com que a hipótese de gravidez seja a mais provável. Mais importante ainda, o bebê é grandalhão.
Ele e a mãe morreram antes do fim da gestação, mas os paleontólogos calculam que ele teria alcançado entre 35% e 50% do comprimento da genitora se tivesse nascido.
Essa proporção é fora de série mesmo entre os répteis aquáticos da Era dos Dinos. Mas bate com o que se vê entre bichos como orcas e outros mamíferos aquáticos de grande porte, por exemplo.
Dar à luz bebês grandalhões costuma ser uma estratégia evolutiva típica de espécies que investem muita energia nos filhos, cuidam muito deles mesmo depois do nascimento e formam grupos sociais grandes e estáveis.
Por isso mesmo, o estudo, que está na revista especializada “Science”, aposta que o estilo de vida dos plesiossauros (ao menos no caso da espécie estudada) era surpreendentemente parecido com o de baleias, golfinhos “e outros mamíferos marinhos altamente sociais”.

3782 – Nasa acha ‘receita de DNA’ em meteoritos


Folha Ciência
Um estudo sobre a origem dos componentes básicos do DNA e do RNA, as moléculas que são a base genética dos seres vivos, revelou que eles podem ter chegado à Terra dentro de rochas espaciais.
A descoberta, anunciada nesta semana pela Nasa e pela Instituição Carnegie de Washington, foi a conclusão de uma pesquisa que analisou 12 meteoritos encontrados na Antártida e na Austrália.
Dentro deles foram encontrados sete tipos diferentes de bases nitrogenadas, blocos moleculares do mesmo tipo daqueles que formam o DNA.
Duas dessas substâncias são idênticas àquelas encontradas no maquinário genético de seres vivos, a adenina e a guanina (o A e o G das letras que representam a sequência do DNA). Foram as outras cinco moléculas achadas, porém, que despertaram o interesse dos cientistas.
Encontrar adenina e guanina em meteoritos não é tão difícil. Mas ainda não existia prova de que vêm mesmo de carona nessas rochas que caem do espaço.
Como a vida terrestre hoje sintetiza bases nitrogenadas em abundância, é possível que nosso planeta tenha “contaminado” os meteoritos assim que tocaram o chão.
As outras cinco moléculas encontradas pela nova pesquisa, porém, são de tipos “raros”, que não existem dentro de seres vivos, e estavam em concentração relativamente grande.
“Isso nos deu confiança de que estávamos olhando para o produto de uma reação química ocorrida na formação dos meteoritos, e não para o resultado de contaminação terrestre”, disse à Folha o geoquímico Michael Callahan, do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa, na periferia de Washington, onde as análises foram feitas.
DESCRIÇÃO INÉDITA
“Eu procurei na literatura científica a ocorrência dessas moléculas em minerais terrestres comuns, e elas não apareceram”, conta Callahan.
“Uma das moléculas, uma diaminopurina, é capaz de inibir a transcrição [transmissão de informação] do DNA. Se você interrompe a transcrição, você barra a produção de proteínas e impede a ocorrência de vida.
Então, seria contraintuitivo achar essa moléculas numa estrutura biológica”, completa.
Para reforçar a conclusão, os cientistas compararam os meteoritos com amostras de solo onde eles foram coletados. As bases nitrogenadas do tipo “extraterrestre” não estavam presentes.
Ao misturar hidrogênio com cianetos, moléculas com carbono e nitrogênio na ponta, Callahan e sua equipe conseguiram produzir, em laboratório, exatamente o mesmo conjunto de moléculas encontrado no asteroide.
Como formas de cianeto são relativamente abundantes no espaço, os cientistas acreditam ter encontrado o primeiro passo da receita para produzir DNA e RNA numa época em que a vida ainda estava por surgir na Terra.

3781 – Anatomia – Ataque ao quartel-general


O sistema imunológico age como um verdadeiro exército diante de qualquer ameaçaa segurançado corpo humano. Pode ser um intruso terrorista, como um vírus,ou pode ser um agente subversivo, como uma célula cancerosa do próprio organismo. Há sempre poucos soldados de prontidão, armados especificamente para cada espécie de inimigo.
Mas, quando há necessidade, esses defensores se multiplicam para formar pelotões. Como em qualquer quartel, o coronel é o encarregado de recrutá-los. Essa patente, que nunca participa diretamente das batalhas, corresponde a famosa célula CD4 (que alguns insistem em chamar de T4, como é conhecida em camundongos), o maior alvo do vírus da AIDs.

3780 – Mini Glossário do Sexo


Seguindo com mais uma parte desse ☻ Mega Bloco…

Glândulas Adrenais ou Supra-Renais – São glândulas endócrinas localizadas acima dos rins. Formadas de 2 partes ou tecidos: parte periférica e medula interna.
Glândulas de Bartolim e de Cowper – As primeiras são um par que se abrem no vestíbulo da vagina e que correspondem as de Cowper,que são 1 par de acessórias localizadas abaixo da próstata, que se abrem na uretra entre as partes prostáticas e glândulas da vagina..
Glande clitoride – Glande do clitoris que corresponde a do pênis.
Hematocolpos – Retençãodo sangue menstrual dentro do útero. Não existe ligação entre este e a vagina.
Hemorragia acidental – Deslocamento parcial da placenta com perda resultante de sangue.
Hialuronidase – Enzima do líquido seminal que é transportada pelos espermatozóides.
Hidraminos – Excesso de líquido amniótico dentro da bolsa amniótica.
Hidrocele – Bolsa de líquidos que forma a bolsa escrotal.
Hímem – Membrana que fecha parcialmente a vagina da mulher virgem,mas que é inexistente em certa porcentagem de meninas.
Hiperemesia da Gravidez – Vômitos excessivos durante a gestação.
Hipogonadismo – Condição anatômica em que as gônadas funcionam inadequadamente a respeito da produção do hormônio sexual.
Hipospadismo – Defeito de origem embrionária em que a uretra se abre não na extremidade do pênis, mas ao longo desse órgão.
Hirsutismo – Desenvolvimento excessivo de pelos no corpo.
Incesto – Cruzamento entre pessoas aparentadas. O grau considerado incestuoso varia com o tempo e lugares, mas em geral é entre pai e filha ou mãe e filho, ou irmãos. Casamento entre primos não é incestuoso.
Insuflação – Técnica ginecológica que consiste em injetargás carbônico para dentro do útero, através da vagina, para a desobstrução das trompas. Mulheres que são submetidas a operação de anulação da ligadura das trompas ou reconstituição plástica, são submetidas no pós operatório a uma série de insuflações para abrir a cavidade das trompas,que se acha geralmente em colapso.
Laparotomia – Incisão cirúrgica no abdome.
Levator Ani – Uma faixa de músculo, em forma de funil, que constitui a maior parte do soalho da bacia pélvica.
Litopédio – “Criança de Pedra”. Restos mumificados, infiltrados com sais de cálcio, de um feto que se desenvolve fora do útero e que morreu. A mumificação ocorre depois da absorção do líquido aminiótico.
Lusteinização – Desenvolvimento de material amarelo ou luteína, dentro das células internas do foliículo de Graaf.
Mamatropinas – Hormônios produzidos pela hipófise, sob o estímulo tanto do estrogênio como da progesterona e que provocam o desenvolvimento dos seios.
Membranas fetais – Tecidos que se desenvolvem no início da fase embrionária e que são:amnios, cório e decídua parietalis.
Menarca – O 1° ciclo menstrual que ocorre na menina moça.
Metropatia hemorrágica – Hemorragias uterinas irregulares execessivas.
Miométrio – Músculo da terede do útero.
Mons pubis – Púbis,o mesmo que monte de Vênus.
Músculo cremaster – Localiza-se dentro do cordão espermático e cuja concentração puxa o testículopara cima.
Osteomalácia – Descalcificação do esqueleto, como ocorre na gravidez quando na alimantação da gestante hádeficiência de cálcio.
Pelve – Estrutura formada por 3 pares de ossos (púbis na frente: ísqueos, atrás; ilíacos, atrás em cima) e mais o sacro da coluna vertebral.
Prenhez ectópica – Gestação fora da cavidade uterina, na trompa ou cavidade abdominal.
Priapismo – Estado de ereção contínua, as vezes com forte dor.
Pseudociesia – Gravidez psicológica em que a mulher imagina estar grávida, produzindo uma série de sintomas como o aumento da cavidade abdominal, suspensão da menstruação e etc.
Relaxina – Hormônio produzido pelo ovário durante a gravidez e que amolece as juntas dos ossos pélvicos.
Retroversão – Curvatura do útero dirigida para trás existente em 20% das mulheres.
Sadomadoquismo – Perversão em que o prazer sexual é obtido pela produção de dor no próprio indivíduo ou em 3°.
Satiríase – Libido excessiva no macho.
Sublimação – Espécie de asexuidade. Substituição do interesse ou impulso sexual por uma atividade não sexual (religiosa, mística, profissional, artística e etc.)
Testes pós coito – Exame do muco do colo uterino para a pesquisa da presença de espermatozóides vivos após o coito.
Tuberculos de Montgomery – Glândulas sebáceas proeminentes, abaixo da auréola dos mamilos, durante a gravidez.
Tubos de Pfuger – Cordões de tecido, derivados do epitélio germinativo embrionário, que originam os folículos de Graaf.
Tubos seminíferos – Partes dos testículos onde se produzem os espermatozídes.
Undinismo – Perversão sexual em que o prazer depende de observar o ato de micção.
Utrículo prostático – Saco cego dentro da próstata, que tem a mesma origem que o útero feminino.Também chamado útero masculino.
Escoptofilia ou Voierismo – Perversão sexual em que o prazer decorre da pessoa observar indivíduos nus ou durante o ato sexual.
Zigoto – Óvulo fecundado.

3779 – Reciclagem – Maior Aproveitamento no Alumínio


Um novo método de reciclagem aproveita 95% do alumínio das latinhas, em vez dos 60% normais foi desenvolvido por um professor da USP.
O alumínio é fundido com um fluxo salino, composto de uma mistura de fluoretos e cloretos de sódio e potássio, numa temperatura controlada, recuperando a maior parte do metal perdido por oxidação no aquecimento.
Abastecendo o carro em casa – Um carro urbano com autonomia para 100 km, custando cerca de 15 mil reais e usando água e luz solar como combustíveis. Ele se chama Vega e seu protótipo já está pronto no Laboratório de Hidrogênio do Instituto de física da Unicamp de Campinas. É hibrido, movido a energia solar e hidrogênio e poderá ser abastecido na própria casa do proprietário. A eletricidade viria de células fotovotaicas instaladas no telhado e o hidrogênio de tanques de hidretos metálicos no porão. Outra opção é obter a eletricidade pela rede normal.

3778 – Mini Glossário do Sexo


Estigma – Ponto do ovário onde um folículo de Graaf se rompe dando passagem ao seu óvulo, que cai na trompa.
Estradiol – Um dos hormônios ovarianos ( o verdadeiro hormônio sexual feminino), dele se deriva o estriol.
Estro – Ciclo sexual de algumas fêmeas (vaca, rata).
Eunucóide – Macho ou fêmea com hormônios sexuais deficientes.
Felácio – Técnica erótica que consiste em aplicar a boca da mulher ao pênis; vulgarmente conhecida como “chupetinha”.
Fimose – Prepúcio estreito.
Folículos de Graaf – Cada óvulo, dentro do ovário, acha-se envolvido em tecido conectivo especializado. A unidade esférica assim constituída chama-se folículo dev Graaf.
Fórceps – Instrumento usado para ajudar o parto quando este se torna difícil. É feito de metal e tem a forma de curva de maneira a se adaptar á cabeça da criança.
Fórnix – Parte superior da vagina compreendida entre a cérvix e a parede vaginal.
Frenulum – Dobra da pele ligada ao prepúcio.
Ginandrismo – Pequena intersexualidade no macho.
Glândulas acessórias – Glândulas secundárias que fornecem secreções dentroi dos tubos do aparelho genital, mas não origina óvulos ou espermatoizóides.