3278 – Cinema: A Corrente do Bem


Poster

Um pouco de amor e solidariedade

Título original: (Pay It Forward)
Lançamento: 2000 (EUA)
Direção: Mimi Leder
Atores: Kevin Spacey, Helen Hunt, James Caviezel, Shawn Pyfrom.
Duração: 115 min
Gênero: Drama

Eugene Simonet (Kevin Spacey), um professor de Estudos Sociais, faz um desafio aos seus alunos em uma de suas aulas: que eles criem algo que possa mudar o mundo. Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um de seus alunos e incentivado pelo desafio do professor, cria um novo jogo, chamado “pay it forward”, em que a cada favor que recebe você retribui a três outras pessoas. Surpreendentemente, a idéia funciona, ajudando o próprio Eugene a se desvencilhar de segredos do passado e também a mãe de Trevor, Arlene (Helen Hunt), a encontrar um novo sentido em sua vida.
O impressionante Haley Joel Osment (do surpreendente suspense “O Sexto Sentido” e do instigante “AI – Inteligência Artificial”), que cria a “Corrente do Bem”. Essa corrente funciona como as pirâmides através das quais as pessoas tentam ganhar dinheiro ou livros, por exemplo, só que ao invés de utilizar essa artimanha para multiplicar os ganhos materiais, a proposta do garoto encaminha-se no sentido de fazer com que as pessoas pratiquem o bem para os outros, sem esperar qualquer devolução ou retorno. Cada pessoa teria que fazer o bem para 3 indivíduos e, pedir que os outros continuassem fazendo o mesmo, ou seja, praticando o bem para outras pessoas e pedindo que elas estendessem essa corrente indefinidamente. De 3 benfeitorias ou benefícios prestados passaríamos numa segunda etapa para 9, dos 9 para 27 e, assim sucessivamente.Perceberam como, uma simples idéia lançada numa sala de aula acabou por se tornar uma verdadeira revolução no pensar e no agir?

3277 – Mega Classics – Chaka Khan – Papillon


Em meados de 1980, as FMs paulistanas lançaram a canção “Papillon” da diva Chaka Khan. Ela iniciaria uma carreira solo após a separação da banda Ruphus. A música se tornou um clássico do R&B e toca até hoje nas mais charmosas emissoras do mundo.

Ouçam-na

3276 – Curiosidades – Quem inventou o palito de dentes e o cotone?


PALITO DE DENTE
O palito veio antes do homem. Já foram encontradas dentadas de neandertais com claros sinais de uso de palitos de dente, e outros primatas já foram flagrados utilizando pedaços de madeira para o mesmo propósito. O palito de dente é conhecido por todas as culturas humanas, seja feito de madeira, plástico, bronze, ferro ou outros metais. Já a primeira máquina para fabricá-los foi patenteada em 1872.
COTONETE
Ninguém sabe quem foi o primeiro a ter a idéia de enrolar um chumacinho de algodão na ponta de um palito de dente, mas quando o americano Leo Gerstenzang viu sua mulher fazer isso na década de 1920, imediatamente registrou a versão que conhecemos hoje, indicada para ajudar com a higiene dos bebês. Não tardou para que fossem usados quase exclusivamente para limpar as orelhas, embora hoje esse uso seja contra-indicado pelos médicos.

3275 – Perguntas Sobre Dragões


Qual a origem desses seres mitológicos?
Considerando pinturas dos aborígines australianos, esses répteis mágicos e mitológicos “existem” há pelo menos 40 mil anos. Essa longevidade pode explicar sua aparição em quase todas as culturas do planeta. Os mais famosos são o chinês e o europeu. O primeiro lembra uma enorme serpente, e o segundo parece um dinossauro com asas de morcego.
Até quando acreditou-se que eles existiam?
Para dizer a verdade, ainda há muitas pessoas que crêem na existência de dragões, especialmente na China, onde são considerados seres profundamente sábios, geralmente instrutores de alguma ciência ou magia. Cientistas atribuem a origem do mito a fósseis de dinossauros ou antigas baleias, que lembram a ossada de uma serpente de grandes proporções.
Por que São Jorge matou um dragão?
Para converter 15 mil pessoas ao cristianismo. Diz a lenda que num vilarejo da Líbia havia um dragão que exigia ser alimentado em troca de poupa as vida de todos. Assim que acabaram as ovelhas, jovens donzelas passaram a ser oferecidas, até que um dia a eleita foi a filha do rei. Prestes a ser devorada, a princesa foi salva por Jorge, que capturou o dragão e propôs um acordo: se ele o matasse ali mesmo, todo vilarejo se converteria ao cristianismo.

Qual a origem desses seres mitológicos?
Considerando pinturas dos aborígines australianos, esses répteis mágicos e mitológicos “existem” há pelo menos 40 mil anos. Essa longevidade pode explicar sua aparição em quase todas as culturas do planeta. Os mais famosos são o chinês e o europeu. O primeiro lembra uma enorme serpente, e o segundo parece um dinossauro com asas de morcego.
Até quando acreditou-se que eles existiam?
Para dizer a verdade, ainda há muitas pessoas que crêem na existência de dragões, especialmente na China, onde são considerados seres profundamente sábios, geralmente instrutores de alguma ciência ou magia. Cientistas atribuem a origem do mito a fósseis de dinossauros ou antigas baleias, que lembram a ossada de uma serpente de grandes proporções.
Por que São Jorge matou um dragão?
Para converter 15 mil pessoas ao cristianismo. Diz a lenda que num vilarejo da Líbia havia um dragão que exigia ser alimentado em troca de poupa as vida de todos. Assim que acabaram as ovelhas, jovens donzelas passaram a ser oferecidas, até que um dia a eleita foi a filha do rei. Prestes a ser devorada, a princesa foi salva por Jorge, que capturou o dragão e propôs um acordo: se ele o matasse ali mesmo, todo vilarejo se converteria ao cristianismo.

3274 – Quem foi o melhor presidente do Brasil?


Veja as diferentes opiniões

“Fui o melhor presidente quando presidi a transição democrática. Consegui realizar essa passagem e me legitimar no governo.”
José Sarney, presidente entre 1985 e 1990.
“Eu sempre tive uma enorme simpatia pelo Juscelino Kubitschek por sua ousadia e grandeza.”
Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo.
“Acho que foi Getúlio Vargas. JK foi um bom presidente, um motivador, um homem inquieto, com uma vontade de trabalhar terrível. Mas, ao contrário do Getúlio, não se preocupou em mudar a estrutura da sociedade.”
Carlos Heitor Cony, jornalista, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras.
“Luis Inácio Lula da Silva, porque conseguiu organizar a economia – compatibilizando crescimento, geração de empregos e equilíbrio das contas – e diminuir a desigualdade social através de programas como o Bolsa Família.”
Eduardo Suplicy, senador pelo estado de São Paulo.
“Diz que o Don Doca FHC Boca de Sovaco é o 2º melhor presidente do Brasil. O primeiro foram todos os outros! E ele é o presidente-pomada, só serve pra uso externo.”
José Simão, colunista de humor da Folha de S. Paulo, em artigo de 11 de novembro de 2001.

3273 – Física – Os 7 elementos


Fogo, terra, água e ar. Os filósofos gregos do século 6 a.C. acreditavam que esses 4 elementos formavam tudo o que existe. E eles não estavam tão errados assim. Hoje sabemos que você, as pedras, as estrelas, os seres extraterrestres ou qualquer outra coisa que dê para imaginar são o resultado de alguns poucos ingredientes, e da forma como eles interagem entre si.Se existe algo que pode ser chamado de elemento fundamental da natureza, não é terra, nem água, nem átomo, nem próton ou nêutron, e sim essas partículas. Duas delas, os quarks e elétrons, formam toda a matéria que você vê. Outras 4 são bloquinhos de energia pura e trabalham pra manter os quarks unidos, deixar seu corpo no chão, iluminar as coisas… Também existe um patinho feio nessa história: o neutrino, uma partícula sem casa, que vive do lado de fora dos átomos. E que atravessa seu corpo o tempo todo sem deixar vestígios. Nosso mergulho no mundo subatômico começa por ele. E termina numa enrascada que faz a ciência de hoje parecer tão limitada quanto as idéias dos filósofos gregos.
Em 1 segundo, mais de 120 bilhões de partículas minúsculas e quase sem massa terão atravessado seus olhos a uma velocidade próxima a 300 mil quilômetros por segundo. E, até o final desta reportagem, cerca de 10 milhões delas serão criadas dentro de você. Sabe qual o efeito de toda essa atividade? Praticamente nenhum. Isso porque o neutrino, a forma de matéria mais leve que existe, interage tão pouco com as outras coisas que é chamado de partícula fantasma. Ele surge dentro do núcleo atômico, quando um próton se transforma em nêutron (ou vice-versa). Isso acontece nos átomos de hidrogênio do Sol. E dentro de você também. Certos átomos de potássio que formam seu corpo estão emitindo neutrinos agora mesmo. Mas ele não vem do nada, claro: é que sempre sobra alguma energia quando essas transformações acontecem. Essa força, segundo Einstein, se converte em massa, e o processo dá origem, entre outras coisas, a um novo e levíssimo neutrino. Mas nem todos os elementos que formam o Universo são tão fantasmagóricos e anti-sociais. Um deles, pelo contrário, é bem interativo.
O neutrino está vagando por aí, solto pelo espaço. Já o elétron, seu primo mais gordo, também é meio nômade, mas costuma morar numa espécie de habitat natural: a periferia do átomo. E a perifa do átomo, também conhecida por eletrosfera, é gigantesca. Se o núcleo do átomo fosse do tamanho de uma bola de futebol, o “pedaço” habitado pelos elétrons seria do tamanho de um estádio. Apesar de terem massa desprezível, os elétrons são os responsáveis pelas maravilhas da civilização: chocam-se contra a tela da TV e acendem a imagem, movem-se no filamento da lâmpada e produzem luz, espremem-se contra o fundo do ferro de passar e produzem calor, transformam em dados as batidas do teclado de quem escreveu este texto.
“Três quarks para muster mark.” Foi dessa frase do livro Finnegann’s Wake, do irlandês James Joyce, que o físico Murray Gell-Mann tirou o nome dos blocos de partículas formadores de prótons e nêutrons. Um nome que não significa nada. Mas os quarks significam muito: eles são os tijolos que a natureza usa para construir prótons e nêutrons, as superpartículas que formam o núcleo atômico. Cada uma delas é feita de 3 quarks. Pudera: eles são como uma panelinha de amigos fiéis. Existem só em grupos de 3 – ninguém nunca observou um quark sozinho em laboratório – e possuem um tipo de “carga elétrica” denominada cor, que pode ser azul, vermelha ou verde.
Os glúons são como estilistas de quark no desfile subatômico. Eles ficam circulando de um quark a outro dentro da panelinha e são os responsáveis pela troca da cor dos vestidos. Essas partículas funcionam como uma espécie de mola, que deixa os quarks livres quando estão próximos ao centro do grupo, mas os puxam de volta com muita força quando eles se afastam. A força formada pelo glúon é a mais poderosa do Universo, quase infinitamente mais forte do que a gravidade que nos une ao chão. Responde pelo nome de força nuclear forte e mantém o núcleo do átomo coeso. Mas às vezes o elástico arrebenta, e o núcleo do átomo se desfaz. Esse processo é chamado fissão nuclear, quando o átomo é partido em dois, ou de decaimento radioativo, quando pedaços do núcleo atômico se soltam, espalhando-se por aí. Essa bagunça atômica, a radioatividade, é causada por partículas desordeiras, verdadeiras destruidoras de átomo.

Bósons da força fraca

Essas partículas são como valentões de colégio: grandes e pesadas, passam a vida tratando a cotoveladas os quarks, elétrons e neutrinos. A gangue da força fraca é formada por 3 integrantes: os bósons W-, W+ e Z, todos eles com mais de 86 vezes o peso de um próton inteiro. Eles tocam o verdadeiro terror dentro do núcleo, chegando até a expulsar partículas de dentro dos átomos mais pesados (daí a radiação). Apesar da violência, essa força é menos intensa que a nuclear forte, cerca de 100 mil vezes mais poderosa. É por causa disso que os valentões ganharam o apelido de “força fraca”.

Fóton

O sinal da TV, do rádio, do celular, os raios X, a força que prende o ímã da pizzaria na sua geladeira. Tudo isso é composto de fótons. Eles são mais conhecidos como as partículas que formam a luz visível. Mas essa é só uma de suas atribuições. O que o fóton faz é carregar a 2a força mais poderosa do Cosmos: a eletromagnética, bilhões e bilhões de vezes mais poderosa que a gravidade e apenas 100 vezes menos intensa que a nuclear forte.

Gráviton

Dissemos “seria” porque, acredite se quiser, a força que empurrou a maçã na cabeça de Newton e que mantém a Terra orbitando em torno do Sol ainda não é compreendida pela física quântica, para a qual toda força é feita de alguma partícula de energia. A responsável pela gravidade tem até nome: gráviton. Mas, quando os físicos tentam espatifar átomos em aceleradores de partículas para analisar o que sai lá de dentro, cadê o gráviton? Ninguém sabe, ninguém viu. Ele continua sendo uma hipótese e um buraco no chamado Modelo Padrão, a teoria da física que explica tudo o que você viu aqui. Na verdade, o gráviton pode ser o calcanhar-de-aquiles da física. Há quem diga que só vai ser possível entender a gravidade se olharmos ainda mais fundo na matéria. Para que a maçã de Newton faça sentido, talvez seja necessário pisar num mundo ainda mais misterioso que o da mecânica quântica: o das supercordas – entidades fantasmagóricas que viveriam num mundo de 11 dimensões e estariam, segundo alguns teóricos, por trás dos 7 elementos.

3272 – Mega Almanaque – Luís Américo satirizou a seleção de 74


A música “Camisa 10” que se referia a ausência de Pelé na seleção brasileira de 1974 marcou época na memória futebolística.
Luíz Américo – Começou cantando desde menino e foi no concurso de calouros do Sílvio Santos que “Américo Francisco”, como era conhecido, despontou para o cenário nacional, ganhando todas as provas do concurso. Surgiram os convites de grandes gravadoras e aí já como Luiz Américo conseguiu seu primeiro sucesso, Desafio, mais conhecida como “Cuca cheia de cachaça” e daí em diante foram vários, Camisa 10, Fio da véia, Carta de alforria, Casa cheia, O gás acabou, Na hora da sede, entre tantos outros. Foram oito discos de ouro e suas músicas executadas em todas as rádios do Brasil e exterior e imagem marcada pelo seu boné em todos os programas de TV da época, sem dúvida um dos maiores ídolos da geração da década de 1970 & 1980.
Seu maior sucesso foi a canção Camisa 10, que teve uma grande repercussão por falar da Seleção Brasileira de Futebol de 1974, que depois de se tornar tricampeã México, atravessava um período de altos e baixos para disputar a Copa da Alemanha de 1974. Vendeu milhares de cópias. Recebeu prêmios no Brasil e no exterior. Hoje ele é dono de uma casa noturna chamada Lucky Scope no Guarujá, e seus filhos cantores no Grupo Feitiço (banda de samba) montaram uma casa de samba em sua homenagem com o nome de Typographia Brasil em Santos, onde o cantor se apresenta até hoje.

3271 – Mega Personalidades – Jennifer Lopes


Eis-la aqui

Quem é ela? A latina mais quente da virada do século
Ela tem a voz afinada e o apelido de J. Lo e estilo parecido com o de Madonna. Também atuou em filmes famosos como “Anaconda”. Nasceu no gueto latino de N. York, o Bronx e é filha de porto riquenhos. Seu cachê por filme chegou a 9 milhões de dólares e foi eleita em 2001 a mulher mais sexy do planeta.

3270 – Regeneração de neurônios garante prêmio a três cientistas


Folha Ciência

Os neurocientistas Joseph Altman, Arturo Alvarez-Buylla e Giacomo Rizzolatti receberam o prêmio Príncipe de Astúrias de Pesquisa Científica e Técnica 2011.
O trabalho dos três cientistas sobre a regeneração de neurônios nos cérebros adultos abriram uma janela para o tratamento de doenças como o mal de Alzheimer, o que justificou a homenagem, explicou o júri, que se reuniu na quarta-feira na cidade espanhola de Oviedo.
As pesquisas do norte-americano Altman e do mexicano Alvarez-Buylla focalizam a chamada neurogênese –ou regeneração de neurônios em cérebros adultos–, enquanto Rizzolatti, italiano de origem ucraniana, descobriu os neurônios espelho, que são ativados não apenas durante a execução de uma ação, mas também durante a observação da mesma. Este foi o quarto dos oito prêmios Príncipe de Astúrias anunciados neste ano, depois de serem divulgados os de Comunicação e Humanidades, dado à Royal Society de Londres; o prêmio de Artes, que ficou com o regente italiano Riccardo Muti, e o de Ciências Sociais, concedido ao psicólogo norte-americano Howard Gartner.
O prêmio, que será entregue em Oviedo em cerimônia solene durante o outono europeu, é acompanhado de 50 mil euros e uma escultura do artista catalão Joan Miró.

3269 – Clássicos do Cinema – Superman, o filme


Em 1978, Cristhoper Reeve, o Superman

Um filme americano de 1978, baseado na história do herói da DC Comics, Superman. O filme foi dirigido por Richard Donner e no elenco estão Christopher Reeve como Superman e também Gene Hackman, Margot Kidder, Marlon Brando, Glenn Ford, Phyllis Thaxter, Jackie Cooper, Marc McClure, Valerie Perrine e Ned Beatty. O filme aborda a origem de Superman, da infância como Kal-El de Krypton e sua criação em Smallville. Disfarçado como repórter Clark Kent, ele adota um comportamento humilde e tolo em Metropolis, New York. Além disso, nutre um romance com Lois Lane e enfrenta o vilão, Lex Luthor.
A idéia de se fazer um filme de Superman, surgiu em 1973 pela produtora Ilya Salkind. Vários diretores, como Guy Hamilton e roteiristas (Mario Puzo, David Newman, Leslie Newman e Robert Benton) estavam comprometidos com o projeto, antes do diretor Richard Donner ser contratado para a direção. Donner trouxe junto Tom Mankiewicz, para reescrever o roteiro, pois o original estava fraco e então, Mankiewicz acabou sendo creditado como consultor criativo. Foi decidido o trabalho de Donner para este filme e para a sua sequência.
O trabalho de fotografia começou em Março de 1977 e terminou em Outubro de 1978. Conflitos e tensões surgiram entre Donner e os produtores, acabando em sua demissão, a decisão em não filmar mais Superman II e o término rápido em fazer o primeiro filme. Donner tinha filmado quase 80% do segundo filme, dando a idéia em criar 28 anos depois a sua versão original e alternativa: Superman II – The Richard Donner Cut. Superman na sua estréia, recebeu aclamadas críticas e um grande sucesso de bilheteria.
O filme começa mostrando a destruição do planeta Krypton. Proibido de abandonar o planeta moribundo, Jor-El, o pai do bebê Kal-El, envia seu filho a um mundo distante chamado Terra, no qual ele poderá sobreviver ao fim de sua raça e onde terá superpoderes. O início do filme também mostra a condenação do General Zod e de seus asseclas, fato que determinará o segundo filme da série.
Chegando à Terra, Kal-El é adotado por Johnatan Kent e sua esposa, Martha Kent, que o criam sem revelar seus superpoderes. Ao completar a maioridade, o agora chamado Clark Kent perde seu pai, vítima de um infarto e decide partir em busca de sua origem. Guiado por cristais luminosos que encontrou na nave que o trouxe para a Terra, ele chega ao Ártico, onde um dos cristais é lançado no gelo e constrói a Fortaleza da Solidão.
Na fortaleza, Clark encontra um holograma com a memória e a personalidade de seu pai biológico, gerado por um computador. Ao lado desse simulacro, ele descobre sua origem e sua natureza. Após anos de preparação, ele está pronto para retornar à civilização e ajudar a Humanidade.
Estabelecendo-se na cidade de Metrópolis, ele se emprega como jornalista no Planeta Diário e conhece aquela que será sua eterna paixão: Lois Lane. Conhece também outros personagens clássicos dos quadrinhos como Jimmy Olsen e Lex Luthor, este após já ter se apresentado ao mundo uniformizado e ser conhecido como o Super-Homem.
Nesse ponto, o filme se aproxima do clímax quando Luthor revela ao Super-Homem que lançará mísseis nucleares para separar o Estado da Califórnia do resto dos Estados Unidos. Lançando-se como um bólido, Super-Homem consegue desviar um dos mísseis para o espaço, mas o outro atinge o solo e causa grande destruição. Em uma série de atitudes heróicas, e mostrando seus incríveis poderes, Super-Homem consegue salvar muitas vidas e conter os danos da explosão, mas não consegue salvar Lois da morte, soterrada em seu carro (morrendo por asfixia).
Inconformado, Super-Homem ignora o aviso de seu pai sobre não interferir na história humana e voa ao redor da Terra à supervelocidade, o que força o planeta a girar em sentido inverso e faz o tempo voltar até antes do soterramento do carro de Lois, que está salva. Finalmente, Super-Homem entrega Luthor e seus comparsas às autoridades e o filme se encerra com uma bela imagem do Homem de Aço voando em órbita da Terra ao som da maravilhosa música de John Williams e com o segundo filme já anunciado.
Christopher Reeve é Kal-El/ Clark Kent/ Superman: após descobrir as suas origens de Krypton, ele mesmo decide em cumprir seu destino e ajudar as pessoas da Terra. Em sua estadia na cidade de New York, ele descobre um vilão chamado Lex Luthor, que traz consigo grandes consequências. Com a promessa e necessidade em esconder a sua verdadeira identidade, ele trabalha como um tolo e tímido repórter Clark Kent no Daily Planet.
Os produtores fracassaram em escolher grandes astros para protagonizar Superman, antes mesmo de contratar Richard Donner para a direção. Acabaram decidindo em contratar um ator desconhecido, e então o diretor de elenco Lynn Stalmaster sugeriu primeiro Christopher Reeve, mas Donner achou que ele era muito novo e “fraco” para o papel. Mais ou menos 200 atores desconhecidos foram fazer teste de cena para Superman, incluindo Christopher Walken e Nick Nolte. Neil Diamond e Arnold Schwarzenegger estiveram interessados, mas foram ignorados. A procura chegou a ficar muito desesperadora.
Stalmaster convenceu Donner e Ilya em fazer um teste de cena com Reeve em Fevereiro de 1977. Reeve realmente, surpreendeu os produtores e diretores mas foi alertado a usar um “enchimento” para poder aparentar verdadeiros músculos mas, ele recusou a idéia, se comprometendo a fazer exercícios e academia, sob a supervisão de David Prowse. Prowse chegou a querer interpretar Superman, mas foi negado por não ser Americano e também fez um teste de cena para o inimigo Non. Reeve entrou em forma e chegou ao resultado desejado para interpretar o papel durante a pré-produção e as filmagens. Acabou sendo consagrado como o herói definitivo mas, percebeu que não iria ser fácil se livrar de sua sombra.
Jeff East intepretou o jovem Clark Kent. Ele chegou a passar por vários treinos para poder se parecer com Reeve, o que acabou surgindo pequenos conflitos entre os dois.
Gene Hackman é Lex Luthor: um vilão inteligente, com muito dinheiro e um grande conhecimento sobre a ciência. Seus únicos companheiros são o atrapalhado Otis e sua linda namorada Eve Teschmacher.
Margot Kidder é Lois Lane: uma repórter do Daily Planet, quem acaba se tornando o amor de Clark Kent. Ela acaba se apaixonando perdidamente por Superman e ás vezes ignora Clark, atitude que faz ele sofrer. Mais ou menos 100 atrizes foram cotadas para o papel. Margot Kidder (sugerida por Stalmaster), Anne Archer, Susan Blakely, Lesley Ann Warren, Deborah Raffin e Stockard Channing fizeram testes de cena entre Março e Maio de 1977. Empatou entre Channing e Kidder, com Kidder ganhando o papel.
Marlon Brando é Jor-El: pai biológico de Kal-El. Ele já previa que Krypton iria explodir mas seu conselheiro o recusou a ouvir. Jor-El morre com a destruição de seu planeta mas consegue a tempo enviar o seu filho, ainda bebê, para a Terra com o objetivo de ajudar os seres-humanos de lá. Brando acabou também entrando em conflitos com os produtores que chegou a até processá-los. Sendo assim, ele ficou fora em participar do segundo filme (a versão de Lester).
Glenn Ford é Jonathan Kent: pai adotivo de Clark Kent durante a sua adolecência. Jonathan é um fazendeiro que ensina a Clark verdadeiras lições que iriam ajudá-lo no futuro. Ele acaba tendo um ataque cardíaco, o que acaba mudando a visão de Clark sobre a vida.
Phyllis Thaxter é Martha Kent: Mãe fiel de Clark. Thaxter era a sogra de Ilya Salkind.
Jackie Cooper é Perry White: Chefe de Clark Kent no Daily Planet. Ele manda Lois encobrir fatos sobre um desconhecido homem de negócios que pretende adquirir um grande lote na California. O ator Keenan Wynn chegou a ser cotado para o papel, mas acabou desistindo um pouco antes de começar as gravações, em questão de seus problemas no coração. Cooper que acabou até feito um teste de cena para o personagem Otis, foi contratado para o papel.
Marc McClure é Jimmy Olsen: um jovem fotógrafo do Daily Planet. Jeff East, que interpretou o jovem Clark Kent, chegou a fazer um teste de cena para o personagem.
Valerie Perrine é Eve Teschmacher: namorada de Lex Luthor. Ela se apaixona pelo charme de Superman quando Luthor quase o mata com a kryptonita. Sendo assim, ela o salva e acaba o beijando. Goldie Hawn e Ann-Margaret não foram contratadas para o papel, por terem proposto muito dinheiro.
Ned Beatty é Otis: braço direito de Lex Luthor. Peter Boyle e Jackie Cooper estiveram cotados para o papel.
Susannah York fez uma ponta como Lara Lor-Van. Terence Stamp (General Zod), Sarah Douglas (Ursa) e Jack O’Halloran (Non), aparecem no começo do filme antes de serem mandados para Phantom Zone (Zona Fantasma). Eles só co-protagonizam em Superman II. Kirk Alyn e Noel Neill fazem uma ponta como os pais de Lois Lane. Alyn e Neil fizeram Superman e Lois Lane no serial de 1948, Atom Man vs. Superman. Neil continou a fazer a personagem na série de 1950. Larry Hagman e Rex Reed também fizeram uma ponta.
Oscar 1979 (EUA)
Recebeu o Oscar de melhores efeitos visuais.
Recebeu três indicações, nas categorias de melhor som, melhor trilha sonora e melhor edição.

Globo de Ouro 1979 (EUA)
Recebeu uma indicação, na categoria de melhor trilha sonora.

Grammy 1980 (EUA)
Venceu na categoria de melhor trilha sonora de filme.

BAFTA
Venceu na categoria de ator protagonista mais promissor (Christopher Reeve).
Indicado nas categorias de melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor som e melhor ator coadjuvante (Gene Hackman).
Mesmo só aparecendo dez minutos no filme, Marlon Brando recebeu um salário de oito milhões de dólares.