3083 – Civilizações antigas e os sacrifícios humanos


No século 16, os astecas, tidos como desenvolvidos pelos historiadores, atacavam povos vizinhos só para fazer prisioneiros para sacrifícios. O incas tinham predileção pelo sacrifício de crianças nobres no alto das montanhas e acreditavam que a imolação servia para expiar a culpa dos soberanos e de toda a sociedade. Eles exportavam crianças da capital para serem sacrificadas em pontos distantes do império. Tais rituais tinham o consentimento da sociedade, quando não, das próprias vítimas. Um antropólogo americano narrou em seu livro que uma menina afirmou sentir-se “muito honrada” com seu próprio sacrifício. Em algumas regiões dos andes tais assassinatos continuam acontecendo até hoje. O último caso foi em abril de 1999, em uma vila próxima ao lago Titicaca. Tais ritos misturam elementos dos rituais satânicos com a antiga religião indígena, num sincretismo sinistro e sem sentido. São criminosos perseguidos pela polícia.

3082 – Pensar cansa?


3 dicas para dar mais fôlego ao seu cérebro
1. Coma sem culpa
Cientistas americanos descobriram que, quando as pessoas não comem o que querem (para fazer dieta, por exemplo), o cérebro fica frustrado – e desiste 50% mais rápido de tarefas difíceis.
2. Solte as emoções
Dois grupos de voluntários foram chamados para assistir a uma comédia – e depois fizeram uma prova de inglês. O grupo que foi proibido de rir teve um desempenho 33% pior.
3. Acredite no seu taco
Pessoas mais auto-confiantes, que tomam decisões mais rápido, conseguem pensar por até 40% mais tempo.
Ter um cérebro malhado também pode ajudar a evitar situações embaraçosas. Durante os testes, os pesquisadores prepararam um suco bem ruim, com gotas de vinagre, e o deixaram em cima da mesa enquanto entrevistavam os voluntários. As pessoas que foram expostas a situações de cansaço mental beberam mais – com a mente exausta, nem prestaram atenção no que estavam tomando.
Segundo uma nova teoria, o cérebro tem uma capacidade limitada de tomar decisões, que vai sendo gasta ao longo do dia – até chegar a um ponto em que a mente precisa parar, e ficar em repouso, para recuperar o desempenho original. É a mesma coisa que acontece com os músculos durante um exercício físico. “Ainda não sabemos dizer qual parte do cérebro se cansa, nem quanto tempo ele pode pensar antes de se cansar.

3081 – Um Dia no Inferno – 2ª Guerra Mundial


RESISTÊNCIA

Agnès Humbert é uma heroína da Resistência à ocupação nazista na França. Ela redigiu e distribuiu, clandestinamente, o jornal Résistance, contra o governo controlado pelos alemães. E pagou caro. Denunciada e entregue ao inimigo, Agnès foi condenada a 5 anos de trabalhos forçados, comendo o pão que Goebbels amassou em prisões francesas e, pior ainda, em fábricas alemãs, onde tinha de manusear ácidos que queimavam a pele. Dureza. “Para as mãos, eu precisava de bandagens úmidas, só que não havia água… Tentemos, então, xixi”, escreveu a francesa. Agnès chegou a emagrecer 20 quilos (não havia comida suficiente), e ficar semanas sem tomar banho (não havia água para todo mundo), mas nem por isso entregou os colegas de subversão. E ainda ajudou os americanos a caçar nazistas quando a Alemanha entregou os pontos.

O DIÁRIO DE RUTKA

Às vésperas de ser mandada para o campo de concentração de Auschwitz, onde morreria numa câmara de gás em 1943, a adolescente polonesa Rutka Laskier redigiu um diário curto, tipo agenda – típico das meninas da sua idade. Obrigada a viver no gueto judaico de Bedzin, distraía-se do horror em volta escrevendo frivolidades sobre as amigas e seus amores platônicos – que não eram poucos. Mas não deixou de descrever as restrições e o assombro dos judeus, cada vez mais encurralados, e a angústia de quem tem a morte diante de si. Além do diário, o livro traz um posfácio generoso, com um resumo da história dos judeus na Polônia, as manifestações anti-semitas que persistiram no país após o fim da guerra e uma explicação sobre como se formou o iídiche, o dialeto judeu que combina alemão antigo e hebraico.
Se os nazistas foram terríveis com judias e estrangeiras, a vida das alemãs na Berlim de 1945 também não foi moleza. Com a derrota nazista e a chegada do Exército russo à cidade, as moças tiveram que se virar para evitar o pior. Mas o pior invariavelmente acontecia. Pelotões russos movidos a vodca não perdiam oportunidade para descontar nas derrotadas os meses de abstinência sexual e a fúria contra qualquer um que falasse o idioma de Hitler. O diário de uma berlinense anônima, testemunha e vítima desses últimos dias da guerra, revela um cotidiano de estupros, medo e vergonha. A própria autora passa a explorar o sexo como ferramenta de proteção, atraindo oficiais para a cama – e para a escada, e para o sofá – a fim de evitar a violência.

3080 – Barack Obama: um negro na Casa Branca


Obama, o presidente

Há 44 anos, negros e brancos não podiam dividir o mesmo bebedouro de água nem freqüentar as mesmas salas de aula nos EUA. Mas, em 2008, os americanos elegeram um negro, Barack Obama, para a Presidência. Como esse país pôde mudar tanto em apenas 4 décadas?
1950 – Segregação, racismo e linchamento: assim era o dia-a-dia dos negros.
O primeiro passo para um negro ter chegado à Casa Branca este ano foi dado pelo movimento dos direitos civis lá nos anos 50. Até essa época, as relações entre as raças eram “separadas-mas-iguais”. Negros não eram proibidos de nada, mas levavam sua vida em ambientes distintos. Assim, havia restaurantes especiais, hospitais especiais e escolas especiais para negros – que de especiais não tinham nada. No estado da Carolina do Sul, por exemplo, o governo gastava US$ 179 por ano para cada aluno branco e apenas US$ 43 para cada negro. Na maioria dos estados do sul, um negro só podia se sentar num ônibus se todos os brancos estivessem sentados. O apelido dado a essas leis separatistas era Jim Crow, um personagem estereotipado de um negro que falava alto, brincava demais, trabalhava de menos e não cheirava bem.
Foram os protestos de pessoas comuns que começaram a botar o assunto na roda: como Rosa Parks, uma senhora que se recusou a dar lugar a um branco em um ônibus, e Charles Houston, um advogado que resolveu comprar a briga contra as leis segregacionistas. Houston, aliás, foi o responsável pela primeira vitória dos negros rumo à igualdade. Em 1954, ele conseguiu provar na Suprema Corte americana que escolas separadas faziam mal ao desenvolvimento e à auto-estima das crianças. Para isso, citou um estudo que foi feito com 16 estudantes negros dos estados do sul. A cada uma das crianças foram mostradas duas bonecas: uma branca e uma negra. Dez das crianças disseram que gostavam mais da boneca branca e 11 responderam que a negra era feia. Quando perguntados com qual das duas eles se pareciam, 7 alunos responderam a branca, e os outros não conseguiam admitir que eram parecidos com a boneca rejeitada. “Segregação faz um grupo de pessoas acreditar que é inferior”, disse alguns anos depois o psicólogo que conduziu o estudo, Kenneth Clark.
Kennedy foi assassinado em novembro de 1963. Em 1968, chegaria a hora de Luther King. Embora todas as leis separatistas tivessem sido abolidas e as cotas agora agissem a favor dos negros, a igualdade estava longe de ser real. Na verdade, um pouco antes da década de 1970, uma boa parcela de negros continuava bem insatisfeita. Foi assim que surgiram os grupos mais radicais. O mais famoso deles, os Panteras Negras, foi fundado para vigiar os abusos cometidos por policiais contra negros. Só que seu conceito de vigilância era acompanhar as patrulhas com carros próprios – e carregando armas. Eles costumavam citar o líder negro Malcolm X, quando diziam que a igualdade entre raças seria alcançada por “qualquer meio necessário”. Essa mistura era tão explosiva que o próprio fundador dos Panteras, Huey Newton, acabou preso por matar um policial. O ódio racial não era mais contra negros, mas contra brancos. Não é à toa que no começo deste ano os assessores de Barack Obama tremeram quando o ex-pastor do candidato, Jeremiah Wright, foi flagrado dando declarações racistas, do tipo que a aids seria uma invenção do governo dos EUA para eliminar os negros.

3079 – Brasil – O Campeão Mundial de Cesarianas


Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o índice razoável de cesáreas é de 15% dos nascimentos, mas 43% dos brasileiros vêm ao mundo por esse método (80% na rede particular). Há consenso de que o parto normal é menos arriscado para a mãe e o bebê do que uma cesárea, recomendada só quando há complicações. Palavra do Ministério da Saúde e até da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.
Motivo: é mais prático para ambas as partes fazer uma cirurgia de uma hora do que dedicar 12 horas a um trabalho de parto – pelo qual, aliás, o médico recebe menos –, cancelando um dia inteiro de consultas. Por fim, muitas gestantes vêem na cirurgia menos dor e mais segurança.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) até criou novas normas para as maternidades, visando diminuir as cesáreas desnecessárias. Infelizmente, o buraco é mais embaixo.

O direito de nascer direito
O índice de cesarianas no Brasil é 3 vezes maior que o recomendado
Brasil – geral 43%
Brasil – rede pública 29%
Brasil – rede particular 80%
Indicado pela OMS 15%
Holanda 10%

3078 – Como se constrói um iglu?


Não requer prática nem habilidade. Para construir essa residência rústica, minimalista e ecológica, basta encontrar 5 m³ de neve compacta e convencer alguém a entrar nessa fria com você.
Para que a casa não desabe na sua cabeça, a neve precisa ser quase sólida, daquele tipo no qual você não deixa pegadas, afirma o americano Bert Yankielun, autor do livro How to Build an Igloo.
A princípio, parece contradição erguer uma casa de gelo para se proteger do frio. Mas, o gelo é excelente isolante térmico, 100 vezes melhor que o alumínio. É a lógica da garrafa térmica: o gelo atenua a perda do calor gerado por uma fogueira ou pelos moradores.
Infelizmente, os iglus correm risco de extinção. Um dos motivos é o famoso progresso: os nativos do Alasca, do Canadá e da Groenlândia estão sendo incorporados à civilização ocidental e aproveitando as benesses da sociedade de consumo, como imóveis não perecíveis. Outro é o aquecimento global, que torna escasso o gelo nas redondezas do círculo polar ártico. Quem mantém viva a tradição dos abrigos de gelo são caçadores esquimós, que se abrigam neles durante a temporada de caça, além de aventureiros com espírito empreendedor e muito tempo livre.

Holiday on ice
Uma dupla de “geleiros” pode erguer seu iglu em cerca de 9 horas. O consolo é que o trabalho nunca leva o dia inteiro: no inverno polar, o Sol nunca se põe
Área útil
O primeiro passo é mandar ver no snow angel: deite-se no chão e faça polichinelos na horizontal. Use o “anjo” que ficou no chão para traçar o raio da construção.
Fissão a frio
Encontre um local com neve compacta o suficiente para ser cortada em blocos. São necessários 5 m3 de neve na construção de um iglu para 3 ou 4 pessoas.
Descendo a rampa
Preencha a circunferência com os tijolos. Após formar o primeiro anel, crie uma rampa circular e inclinada de fora para dentro. Ela será fundamental.
Forcinha da gravidade
O plano inclinado é o segredo: ele fará com que os blocos de gelo se pressionem mutuamente, mantendo o iglu em pé. A cúpula vai tomando forma a cada “andar”.
Um dentro, um fora
É preciso que dentro da construção fique alguém que vai moldar e empilhar os blocos, para que reste apenas uma abertura de ventilação no topo do iglu.
Porta aberta
Abra uma passagem lateral em semicírculo: você liberta seu amigo e ganha uma porta. Ela deve ser estreita, para uma pessoa, ou o vento vai deixar tudo ainda mais gelado.

3077 – Aeroporto do Futuro


O governo americano está desenvolvendo um sistema de segurança ainda mais rigoroso do q ue o chato atual, que deixa os passageiros pelados e mede características corporais dos turistas, do batimento cardíaco à temperatura do rosto. As suas malas serão grampeadas e, enquanto computadores tentam avaliar o seu grau de nervosismo, você vai levar um raio laser no peito. Tudo isso em um só “túnel da verdade”, que todos os passageiros terão de atravessar.
As tecnologias podem parecer futuristas demais, mas já existem – e uma delas, o raio X nudista, já está sendo usada em aeroportos dos EUA. Tudo com o objetivo de evitar atentados terroristas. “Nossos inimigos querem fazer algo mais devastador que o 11 de Setembro”, afirma Jay Cohen, diretor de tecnologia do Department of Homeland Security (DHS) ­­– braço do governo que cuida da segurança nos aeroportos. Segundo as autoridades, o túnel da verdade é preciso: seus computadores são capazes de dizer, com 78% de acerto, se alguém está nervoso ou mentindo. Mas especialistas apontam problemas. O que acontecerá, por exemplo, se as pessoas estiverem cansadas, agitadas ou estressadas – serão consideradas terroristas por causa isso? “Eles [o DHS] andam vendo muitos filmes de ficção científica”, debocha o especialista Peter McOwan, da Universidade de Londres.
Bagagem grampeada
Como funciona – A mala vai receber uma etiqueta do tipo RFID (Radio Frequency Identification), que contém um pequeno transmissor. Sensores espalhados pelo aeroporto captam os sinais dele, permitindo saber onde a bagagem está. Só não se esqueça de arrancar a etiqueta quando chegar ao destino – ou você poderá ser monitorado fora do aeroporto.
Análise de microexpressões
Como funciona – As imagens captadas pelas câmeras do aeroporto serão analisadas por um computador capaz de identificar as chamadas microexpressões – expressões faciais involuntárias e imperceptíveis a olho nu, que duram frações de segundo e revelam o que a pessoa realmente está sentindo (um tique no nariz, por exemplo, indica raiva).
Termografia facial
Como funciona – Os aeroportos terão sensores infravermelhos capazes de medir a temperatura do seu rosto – que aumenta quando você está nervoso. No exemplo acima, a cor roxa em volta dos olhos indica que eles estão muito quentes (e, portanto, o sujeito provavelmente está escondendo alguma coisa).
Laser cardíaco
Como funciona – Agora é hora de tomar um tiro de laser no peito. Calma, você não vai morrer. É um laser de baixa potência, refletido para um sensor que consegue calcular o movimento do seu tórax – e, com isso, deduzir qual é a sua freqüência cardíaca. Se o seu coração estiver batendo muito rápido, você pode ser chamado para um interrogatório.
Raio X indecente
Como funciona – Ao contrário dos raios X tradicionais, que atravessam o corpo, este aqui (que se chama backscatter) usa radiação de baixa potência: 500 vezes menos que uma máquina de hospital. A radiação não penetra no corpo, mas é refletida pela pele. Com isso, os funcionários do aeroporto conseguem ver você nu – e saber se está escondendo algo sob a roupa.

3076 – Economia Verde


Assim como os materiais, a energia também pode ser reciclada

Peng Xiaofeng acaba de virar o 4º homem mais rico da China, com uma fortuna de US$ 3,96 bilhões. No ano passado, ele era o 6º. Nada mau num ano em que magnatas do mundo todo perderam muito com a crise. Outro que tem motivos para comemorar é Shi Zhengrong, 45 anos. Ele pulou da 25ª posição para a 8ª, com US$ 3,1 billhões.
Essas histórias não teriam nada de mais não fosse o trabalho dos dois empresários: fazer painéis solares. Num país movido a carvão, o combustível mais poluente que existe, eles juntaram bilhões com uma fonte de energia limpa, que não queima combustíveis fósseis nem libera CO2 na atmosfera.
Peng e Shi não estão sozinhos. O dinheiro investido em fontes sustentáveis subiu de US$ 33 bilhões em 2004 para US$ 148 bilhões até o final do ano passado. Um salto de 450%. “A mensagem desses números é clara: a energia verde já é um investimento de primeira linha, e continua acelerando”, disse o alemão Achim Steiner, chefe do Programa da ONU para o Ambiente. E a coisa tem espaço de sobra para crescer, já que hoje só 13% da energia mundial vem de fontes limpas.
É tanto espaço que, para o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, são justamente elas que podem tirar a economia mundial do buraco. Por dois motivos. Um: para que o aumento da temperatura mundial seja de apenas 2 oC em 2050 – e não os catastróficos 7 oC previstos hoje – temos de cortar nossas emissões de carbono pela metade, então as alternativas ao petróleo e ao carvão têm de vir já. Dois: para o mundo recuperar a saúde financeira, temos de criar empregos o mais rápido possível. E a economia vive em ciclos, impulsionada por um novo motor de cada vez. Nos anos 90 era a tecnologia, que criou 1,6 milhão de empregos só nos EUA. Depois que a bolha da internet estourou, o dinheiro migrou para a especulação imobiliária. O sistema financeiro ficou grande, forte e deu impulso ao maior crescimento econômico da história. Agora que essa página está virada, o capitalismo precisa encontar um motor novo. Opa: que tal um mercado que já cresce muito e é vital para a sobrevivência do planeta? Pois então. E não é só Ban Ki-moon que imagina a energia limpa como salvadora da economia.
Alguns dos governantes mais poderosos do mundo estão colocando bilhões de dólares em fichas nessa mesa. Barack Obama, por exemplo. O homem que assume a Casa Branca em janeiro quer gastar US$ 150 bilhões em ajuda para as empresas que desenvolverem tecnologias limpas – seja painéis solares, carros elétricos, etanol de celulose ou o que for. A idéia é fazer a iniciativa privada entrar nessa de cabeça em busca de lucro, como fazem muito bem os magnatas chineses. E lucro é a motivação mais eficiente que existe. A brincadeira, segundo Obama, vai abrir 5 milhões de vagas nos próximos 10 anos. Só para comparar: os EUA geram 2 milhões de empregos por ano, em épocas boas. Isso dá uma idéia de como o plano pode mexer com o país, não? Seria mais ou menos uma versão verde do New Deal, o programa que o presidente Roosevelt implementou nos anos 30 para reaquecer a economia dos EUA, criar empregos e tirar o país da Grande Depressão.
O que nos EUA ainda está no papel, na Europa já começou a se concretizar. Na Alemanha, a indústria da energia verde emprega 250 mil pessoas hoje, o dobro de 2004, graças a incentivos do governo. E a expectativa é que até 2020 o setor ultrapasse o da fabricação de automóveis como o que mais gera empregos lá – isso num país que é a casa da Volkswagen, da Mercedes, da BMW, da Porsche…
O Reino Unido segue essa toada: eles planejam gastar US$ 100 bilhões em turbinas de vento na próxima década para aposentar usinas de carvão.
Carros movidos a vento
Um dos projetos mais arrojados nessa linha, porém, não está nos EUA nem na Europa, mas em Israel. O país quer se livrar da dependência de petróleo estrangeiro o mais rápido possível – uma necessidade para quem é visto como inimigo número 1 pelas nações que dominam o comércio dos barris. A idéia, então, é substituir a maior parte da frota do país por carros elétricos.
O pontapé inicial do projeto veio da iniciativa privada. Shai Agassi, um empresário israelense radicado nos EUA, convenceu o governo a cortar impostos de carros elétricos e juntou US$ 200 milhões de investidores para montar uma rede de postos de recarga. Com o compromisso do Estado e o dinheiro na mão, faltavam os carros. Então sua empresa, a Better Place, fez um acordo com o brasileiro Carlos Ghosn, presidente mundial da Renault, para que a montadora desenvolvesse carros elétricos para esse futuro mercado israelense. Resultado: 50 protótipos elétricos e os primeiros “postos de eletricidade” devem estar nas ruas de Tel-Aviv no ano que vem. A montadora francesa diz que estará pronta para fabricar seus elétricos em massa a partir de 2011, e Agassi promete instalar milhares de postos de recarga até lá.
Tem mais: Israel não deve ser o único a abraçar pra valer os elétricos. A Dinamarca também gostou da idéia e está negociando com a Better Place. Note que o país escandinavo já tira 20% de sua eletricidade de usinas eólicas.

3075 – Dr Know responde: O que é a gravidez psicológica?


Também conhecida como pseudociese, ela ocorre quando mulheres com desejo intenso de engravidar pasam a desenvolver sintomas da gestação. O próprio útero cresce, dando a falsa impressão que há um feto no seu interior. Mais impressionante ainda é o fato dessa vontade de ser mãe aumentar os níveis de prolactina responsável tanto pela interrupção da menstruação quanto pela lactação e que acontece mesmo sem a mulher ter sido fecundada. Também não faltam as náuseas matinais e alterações do apetite. Além disso, contrações musculares dão a sensação de que há um feto se movimentando. Algumas mulheres chegam ao extremo de se sentir em trabalho de parto e procurar a maternidade. Segundo a USP a maior dificuldade é a de convencê-las deque não estão grávidas e se o quadro persistir é necessário um tratamento psicológico. Outra possibilidade é o tratamento hormonal, para inibir a produção de prolactina, fazendo a paciente voltar ao normal.

3074 – Quem inventou o grampo e o grampeador?


Grampo

Os antigos persas precisavam de uma solução para manter firmemente unidos os blocos de pedra que utilizavam nas construções de Pasárgada, sua primeira capital imperial (hoje, no Irã). Foi então que um dos construtores inventou um pedaço de metal torto, como se fossem dois pregos unidos por uma mesma cabeça, que era fincado contra dois blocos. Nasciam os famosos grampos, que serviriam para unir vários objetos ao longo da história.

Grampeador

A primeira máquina de grampear papéis foi feita à mão para uso exclusivo do rei francês Luís 15, no século 18. A partir do século 19, com o crescente uso do papel, novos grampeadores surgiram: eles suportavam grampos de vários tamanhos, um por vez, e prendiam desde livros até carpete e caixas de madeira. A base do modelo que utilizamos hoje foi patenteada em 1866, e desde então tem diminuído de tamanho e peso.

3073 – Acredite se Quiser – Gordura Emagrece


Cientistas dos EUA descobriram um tipo de gordura, a chamada gordura marrom, que tem uma característica incrível: em vez de armazenar energia, ela queima calorias para aquecer o corpo – e, com isso, faz a gente emagrecer. Todos nós temos essa gordura “do bem”, mas em quantidade ínfima (ela praticamente desaparece nos primeiros meses de vida). A idéia dos cientistas é pegar algumas células dessa gordura, cloná-las em laboratório e injetar de volta na barriga dos pacientes. “A gordura marrom consegue eliminar os ácidos graxos da gordura branca [que forma os indesejáveis pneuzinhos]”, disse à revista Scientific American a bióloga Yu-Hua Tseng, autora de um estudo a respeito. Como envolve clonagem de células, esse tratamento é caro e tem certo risco – erros durante o processo podem gerar mutações nas células. Por isso, outros pesquisadores querem estimular o próprio organismo a produzir a gordura marrom.
Na Universidade Harvard, descobriu-se uma proteína, a PRDM16, que faz justamente isso. Ela poderia ser injetada no corpo, onde funcionaria como uma espécie de “elixir da magreza”, eliminando a necessidade de mexer com clonagem. Esse tratamento também tem um efeito colateral: a PRDM16 usa tecido muscular como combustível para produzir a gordura marrom. Você emagreceria, mas poderia perder massa muscular e ficar raquítico. Spiegelman admite o problema, mas diz que o risco de isso acontecer é baixo. Segundo ele, as células musculares conseguiriam se regenerar rapidamente. Ambas as técnicas foram testadas com sucesso em ratos de laboratório – por isso, muitos cientistas já acreditam que elas possam funcionar em humanos também.

3072 – Espanha usa nova técnica para operar pacientes obesos


Folha Ciência

Médicos do Hospital de Bellvitge passaram a utilizar uma técnica de laparoscopia gástrica com robô para operar pacientes com obesidade mórbida, que reduz o risco pós-operatório.

O centro médico de L’Hospitalet de Llobregat recebe nesta segunda e terça-feira a oitava edição do curso internacional de cirurgia laparoscópica bariátrica e metabólica, que conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais.

O hospital catalão realiza a operação gástrica por laparoscopia mediante cirurgia robótica de forma pioneira, utilizando um sistema cirúrgico robotizado batizado como da Vinci.

A primeira e, por enquanto, única paciente que foi operada mediante esta técnica foi uma mulher de 60 anos, que sofria de obesidade mórbida e que não teve nenhuma complicação após se submeter à intervenção.

3071 – Ciência Brasileira


Universidade de São Paulo

Um pouco do desenvolvimento científico aqui no Brasil
No ano de 1709, o padre brasileiro Bartolomeu Lourenço de Gusmão (1685-1724), conseguiu em Portugal, fazer subir um balão de ar quente.
A 1ª academia científica do Brasil foi a Academia Brasílica dos esquecidos, fundada na Bahia em 1724. No ano de 1798, o cirurgião-mor Francisco Mendes Ribeiro promoveu a 1ª vacinação antivaríola no Brasil. No ano de 1808 foram fundadas as 1ªs escolas de nível superior de cirurgia do país. Em 1899 foi criado o Instituto Butantã, sob a administração de Vital Brasil (1865-1950). E no RJ foi inaugurado o Instituto Soroterápico Federal que passaria a ser dirigido em 1902 por Osvaldo Cruz. Em 1900 foi inaugurado o primeiro bonde elétrico em S. Paulo. Em 1901 o Instituto Butantã produziu a primeira série de soros e vacinas anti-pestes e a 1ª série do soro anti-ofídico. Em 1912 foi fundada a Universidade do Paraná, a 1ª brasileira. Em 1914 passou a ser adotada a hora fundamental do meridiano de Greenwich e o país foi dividido em fusos horários. Em 1925, a Academia Brasileira de Ciências promoveu a vinda no Brasil de Albert Einstein. Em 1933 foi criado o Instituto do Açúcar e do Álcool. Em 1934; a USP. Em 1939 o biofísico Carlos Chagas Filho, publicou estudos sobre o poraquê, um peixe elétrico do Rio Amazonas. Em 1943, a Fiesp fundava o Senai. Em 1948 foi fundada a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Em 18/09 de 1950, foi inaugurado o 1° canal brasileiro de TV, a TV Tupi-Difusora. Em 1955 foi realizado o primeiro implante de válvula mitral em paciente cardíaco no país. Em 1958, no Hospital das Clínicas em S. Paulo, o Dr Eurícledes de Jesus Zerbini montava a 1ª oficina brasileira de máquinas cardiológicas. Em 1961 foi fundada a Fapesp. Em 1980 o 1° marcapasso computadorizado produzido no Brasil foi colocado num paciente com mal de chagas.
A seguir, seria realizado com sucesso, o 1° transplante de medula óssea no Brasil no Paraná (UFPR). Descoberto em Jacobina, BA, 15 esqueletos de preguiças-gigantes de 15 mil anos. Descoberto o álcool não-corrosivo. Em 1983 morreu a 1ª vítima de AIDs no Brasil.
Em 1985, foi descoberto fósseis de brazilosauros de 250 milhõse de anos. Realizado o primeiro transplante de fígado bem-sucedido. O INCOR começou a usar o TPA, um poderoso agente capaz de dissolver coágulos coronários.

3070 – Quem inventou a salsicha?


O grego Homero menciona uma salsicha na Odisséia, escrita há 2 600 anos. Mas há quem atribua a invenção aos sumérios, 5 mil anos atrás.
De que são feitas?
Vários tipos de carne crua, gordura animal, sal e especiarias, tudo misturado e embutido em intestinos de animais ou capas sintéticas comestíveis.
Quantos tipos existem?
Só na Alemanha, “país da salsicha”, são 1 200.
Qual país que mais come?
Suíça, que consome 160 milhões por ano, ou 21 por habitante.
Quantas alguém consegue comer?
O recorde mundial é de velocidade: 24 em um minuto.

3069 – Evolução – Para alguns cientistas ela já acabou em relação ao homem


Essa é pelo menos a opinião do cientista britânico Steve Jones:

O Homo sapiens sapiens praticamente pulou fora da arena da seleção natural e não vai mais sofrer mudanças drásticas. Graças ao nosso estilo de vida, conseguimos sobreviver e nos reproduzir sem depender das diferenças herdadas para enfrentar o frio, a fome e as doenças. Mesmo as pessoas que morrem por essas causas costumam estar velhas demais para que a máquina de Charles Darwin se interesse por elas. No entanto, ele avisa que a evolução não tirou férias no mundo inteiro. Na África e em locais muito vulneráveis a epidemias, ela continua funcionando a todo vapor.
Por que a evolução acabou?
Primeiro precisamos entender o que é evolução. Charles Darwin a definiu em 3 palavras: “descendência com modificação”. Descendência se refere à informação passada de uma geração à outra. E modificação significa que essa informação não é perfeita. Se isso acontecer em muitas gerações, as diferenças vão se consolidar e a evolução vai acontecer. Assim, parte da evolução é um acúmulo de erros durante longos períodos de tempo. Mas Darwin tinha uma segunda idéia sobre evolução: a seleção natural, que influi nas diferenças herdadas na capacidade de se reproduzir. Se você possui um gene que torna maiores as suas chances de sobreviver, encontrar um parceiro e ter filhos – em comparação com os que não possuem esse gene –, ele se tornará mais comum, vai se espalhar entre a população e, com o tempo, novas formas de vida vão aparecer. Portanto, a seleção natural tem a ver com diferenças herdadas e com a capacidade de copiar genes. Nos últimos séculos, porém, essas diferenças se reduziram drasticamente entre os humanos – daí a evolução ter parado ou ficado mais lenta.
Se todo mundo tivesse 16 filhos, não haveria seleção natural. E, se todos tivessem um filho, tampouco haveria seleção natural. Ela só pode existir se algumas pessoas tiverem 16 filhos e outras tiverem nenhum. Ou seja, se essa diferença for grande. Mohammed Bin Laden, pai de Osama, teve 22 mulheres e 53 filhos. Ora, se um homem tem 22 mulheres, outros 21 homens não terão nenhuma. Assim, na sociedade de Mohammed Bin Laden houve uma enorme diferença no número de filhos das pessoas: algumas tiveram muitos, outras poucos, outras nenhum. Mas casos assim são cada vez mais raros, salvo em regiões como o Oriente Médio. Em geral, poucas pessoas não têm filhos, algumas têm 1, outras 2, pouquíssimas têm 5. Praticamente nenhuma tem 22! Portanto, já não há mais diferenças na sobrevivência nem no sucesso reprodutivo das pessoas. Com isso, não há matéria-prima para evolução.Ninguém nega que a radiação e os químicos fazem isso, mas os efeitos são muito pequenos. A principal fonte de mutações não são os reatores nucleares, e sim os homens que os constroem. Isso ficou evidente após a 2ª Guerra Mundial, quando os americanos mandaram uma equipe de geneticistas a Hiroshima para analisar as pessoas expostas à bomba nuclear. Anos depois, eles retornaram esperando encontrar muitos erros genéticos – mutações – nos filhos das pessoas expostas à bomba. Mas encontraram apenas 28 mutações. Dessas, 25 vinham do pai, não da mãe. Foi a pista de que a principal causa de mutação está no homem, não na mulher.As mulheres produzem os seus óvulos antes de nascer. Isso significa que há apenas 24 divisões celulares entre o óvulo que fez a mulher e o óvulo que ela libera. Já os homens produzem esperma o tempo todo, inclusive agora ao ler esta revista. Em um homem de 28 anos [idade média de reprodução na Europa], ocorrem cerca de 300 divisões entre o esperma que fez esse homem e o que ele passa adiante. E em cada divisão dessas existe chance de mutação. Por isso, há mais mutações em homens do que em mulheres. E há muito mais mutações nos homens que têm filhos em idade avançada. Em um pai de 65 anos, ocorrem 2 mil divisões entre o esperma que o fez e o esperma que ele passa adiante. E também nesse ponto houve uma enorme mudança: antigamente, os homens continuavam tendo filhos enquanto podiam. Hoje, ocorre o contrário. Começamos a ter filhos mais tarde, mas paramos mais cedo. A maioria das pessoas deixa de ter filhos aos 30 e tantos anos. Resultado: como o número de pais mais velhos diminuiu, o número de mutações também diminuiu.O isolamento é outro ingrediente da evolução. Populações isoladas tendem a se diferenciar umas das outras. No entanto, hoje a população mundial é densa e em constante movimento. Não precisamos mais casar com o rapaz ou a garota da porta ao lado. Podemos pegar um avião e encontrar nosso par a quilômetros de distância. As pessoas fazem sexo com gente de qualquer lugar do mundo, e com isso o planeta está se tornando um único continente genético.
Bem, todos morrem no final. O importante é que, embora muitos morram por motivos relacionados aos genes – como diabetes e câncer –, eles morrem quando já estão velhos. Se você morre depois de ter filhos, isso é totalmente irrelevante para a evolução.
A SELEÇÃO NATURAL
No passado, os humanos dependiam de diferenças herdadas para suportar frio, fome e doenças. Isso mudou. Antes algumas pessoas tinham muitos filhos e outras não tinham nenhum. Hoje, todo mundo tem mais ou menos o mesmo número de filhos. Assim, quase todos passam pelas provas de sobrevivência e reprodução da mesma maneira.
PAIS JOVENS
Hoje os homens começam a ter filhos tarde, mas param cedo. Essa mudança repercute na genética: num pai de 28 anos, ocorrem cerca de 300 divisões no esperma; já num pai de 50 ocorrem mais de 1 000 divisões. E, cada vez que ocorre uma divisão celular, existe a possibilidade de uma mutação. Em pais mais novos, as chances de mutação diminuem.
POPULAÇÕES MISTURADAS
Séculos atrás, as pessoas permaneciam a vida toda perto do lugar onde nasciam. Hoje, ninguém precisa casar ou fazer sexo apenas com quem mora ao lado. A população humana está em constante movimento. Assim, grupos pequenos e isolados são cada vez mais raros . O mundo está se transformando

Quem é Steve Jones:
É do País de Gales e tem 67 anos
• É um dos maiores especialistas do mundo em caracóis. Para analisar as diferenças nas conchas, ele coletou centenas de milhares de espécimes na Europa.
• Recebe todo dia e-mails indignados com sua teoria sobre o fim da evolução. Ele costuma ler, mas dá de ombros: “Em geral, são bastante chatos”.
• Quando não trabalha no laboratório, gosta de ir para sua casa na França e escrever livros.
• Não tem comida nem música favorita. “Meu hobby é fazer ciência”, afirmou.

3068 – Lei e Direito: Qual a diferença entre calúnia, injúria e difamação?


Muitos usam os chamados crimes contra a honra como sinônimos, mas há diferenças sutis, definidas no Código Penal. Calúnia (art. 138) é acusar alguém publicamente de um crime, e difamação (art. 139), de um ato desonroso. Já a injúria (art. 140) é basicamente uma difamação que os outros não ouviram: é chegar e dizer para um sujeito algo que esse sujeito considere prejudicial.
É possível cometer os 3 delitos de uma vez só. Se, num programa de TV, um entrevistado disser que o apresentador é cafetão, estará acusando em público de um crime (calúnia) desonroso (difamação), cara a cara (injúria).
Então, atenção quando for denunciar uma empresa no orkut ou quiser contar os podres do ex em público. E é preciso cuidado extra com um tipo de vítima: o presidente da República ou qualquer outro chefe de Estado estrangeiro. “Contra eles, mesmo que o ‘criminoso’ tenha dito a verdade, será condenado”, conta um juiz e professor da Universidade Regional de Campinas.
Calúnia
Se você acusar a faxineira de ter sumido com seu dinheiro – ou seja, um crime – sem ter provas, estará sendo calunioso e pode passar de 6 meses a 2 anos preso, além de pagar uma multa. Do trio, é o único em que, se você tiver provas, não é condenado.
Difamação
Contou no almoço que a fulana trai o marido com todo mundo? Difamação. Detenção de 3 meses a 1 ano e multa. Detalhe importante: como o crime é a ofensa à reputação, você está cometendo difamação mesmo que prove as puladas de cerca da mulher do cara.
Injúria
É qualquer xingamento dito diretamente à pessoa. A verdade da acusação não muda nada e, caso resolvam processá-lo, você pode pegar de 1 a 6 meses ou ter que pagar uma multa. Detalhe: por estarem na porta de um banheiro público, os exemplos acima são injúria e difamação.

3067 – Mega Curiosidades – Dor de ouvido causa obesidade


Você adora atacar a geladeira? Pode ser culpa do seu ouvido. Cientistas da Universidade da Flórida constataram que infecções auditivas podem danificar as conexões nervosas entre a língua e o cérebro. Isso deixa os alimentos mais gostosos e faz a pessoa comer mais – ela pode ficar até 30% mais gorda.

Bendita sois vós entre as tubaroas

A mãe de Jesus, diz a Bíblia, engravidou sem relação sexual. Para a ciência, não faz sentido – a não ser que estejamos falando de tubarões. Pesquisadores americanos descobriram duas fêmeas de tubarão (da espécie galha-preta) que conseguem engravidar sem fecundação.

Crise econômica faz bem para os mosquitos
Cada vez mais americanos estão abandonando suas casas por falta de pagamento – e deixando para trás piscinas sujas, cheias de água parada. Um paraíso para os mosquitos do gênero Culex, que transmitem a chamada febre do Nilo (doença com sintomas similares aos da dengue).