2938 – Um Supervulcão Ameaça a Humanidade


Os maiores vulcões em atividade são meros brinquedos de criança se comparados com a caldeira que está adormecida no Parque de Yellowstone, nos EUA. Embora esteje quieto, pode voltar a atividade e se isso acontecer, sua capacidade de destruição é tão grande que poderia até mesmo acabar com a humanidade. Em Yellowstone o subsolo está inflando e elevando o nível do chão, o que talvez seja indício de atividade. Mas por enquanto não há razão para pânico porque a cratera dará sinais bem mais intensos anos antes de detonar.

2937 – Astronáutica – Nasa seleciona empresas para desenvolver espaçonaves do futuro


Folha Ciência

A Nasa, agência espacial americana, anunciou acordos com quatro empresas que receberão entre US$ 22 milhões e US$ 92 milhões para desenvolver o transporte espacial e elaborar os veículos de lançamento e as naves espaciais do futuro.
A Blue Origin (receberá US$ 22 milhões); Sierra Nevada Corporation (US$ 80 milhões); Space Exploration Technologies Corp. (SpaceX, US$ 75 milhões) e Boeing (US$ 92,3 milhões) estão no páreo.
O objetivo é acelerar a disponibilidade dos veículos comerciais de transporte de tripulação e reduzir a lacuna existente na capacidade americana dos voos espaciais tripulados, indicou a agência espacial.
A Nasa pretende aposentar neste ano os dois últimos ônibus espaciais da frota de cinco que durante 30 anos enviou cargas e tripulantes à ISS (Estação Espacial Internacional), financiada por 16 países.
O problema é que ainda não há um meio de transporte espacial substituto aos ônibus espaciais. Até que as futuras naves sejam elaboradas, a ISS será abastecida pelas russas Soyuz e Progress.
“Nos comprometemos a transportar com segurança os astronautas americanos em uma nave de fabricação americana e pôr fim à atribuição deste trabalho a governos estrangeiros”, disse o diretor da Nasa, Charles Bolden.
Ele afirmou em comunicado, divulgado nesta segunda-feira, que esses acordos permitirão à agência espacial concentrar seus recursos na exploração do espaço.
A nova política espacial do governo americano assumiu a meta de enviar a primeira nave tripulada a um asteroide em 2015 e a Marte em 2030.
“Estamos muito contentes com este anúncio hoje e esperamos ver em breve uma missão de voo comercial ao espaço”, assinalou em entrevista coletiva Phil McAlister, diretor interino do departamento de desenvolvimento de voos espaciais comerciais do escritório da Nasa em Washington.
Ed Mango, diretor do programa de tripulação comercial da Nasa no Centro Espacial Kennedy na Flórida, destacou: “É um grande passo para o avanço do programa espacial americano.”

2936 – Acredite se quiser: Pequim instala canhões de desodorante


O governo chinês decidiu instalar 100 canhões de desodorante para disfarçar o cheiro do lixão Asuwei, na periferia de Pequim. A cidade vive uma crise, pois seus aterros sanitários estão sobrecarregados – a população produz 18 mil toneladas de lixo por dia, 7 mil a mais do que os lixões suportam.

Ele vai quebrar a barreira do som
O austríaco Felix Baumgartner vai entrar em um balão, subir a 36 km de altura e… saltar no vazio. Cairá a mais de 1 100 km/h, a velocidade do som. É algo inédito: a barreira do som tem sido quebrada desde 1947, mas só por pilotos protegidos dentro de jatos. Baumgartner, que já saltou de bungee jump do Cristo Redentor, terá apenas um traje especial.

2935- Mercadores de sangue


Mexicanos descobrem um novo motivo para cruzar a fronteira dos EUA – vender o próprio sangue

Os EUA sempre tentaram dificultar ou impedir a entrada de imigrantes mexicanos no país. A não ser quando os vizinhos pobres trazem uma mercadoria valiosa. Uma rede de centros médicos espalhados na fronteira entre os dois países, nos estados do Texas, do Arizona e da Califórnia, têm recebido imigrantes vindos do México para vender o próprio sangue – e receber US$ 30 por isso. “Tem dias que a fila chega a 50 pessoas”, conta Marisela Puentes, 32, que há 3 anos vai regularmente aos EUA para vender seu sangue e com isso sustentar suas filhas, de 7 e 10 anos. Muitos entram de forma ilegal. “Há mecanismos facilitadores para a entrada desses mexicanos nos EUA. Eles precisariam ter visto de turista, mas isso nem sempre é exigido”, diz a médica Patricia Volkrow, do Instituto Nacional de Cancerologia do México.

Os centros médicos pertencem a empresas como BioLife e Talecris Biotherapeuticals, que coletam o plasma (parte líquida do sangue) e usam para fabricar remédios que tratam doenças no fígado e no sistema imunológico – e custam até US$ 40 mil por mês de tratamento. A venda de sangue é proibida no México, mas as autoridades dizem que não podem fazer nada. “Se você sair do Brasil e for até a Argentina vender alguma coisa, o seu governo não poderá impedir”, explica o diretor do Centro Nacional de Transfusão Sanguínea.