2773 – História do Rádio – Rádio Excelcior: A AM Mãe das FMs


Entrevista com Antônio Celso

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Ao som da máquina Excélsior, ouvia muita essa rádio nos anos 70 quando ainda nem sonhava com o Fm , a rádio que eu ouvia éra a Excélsior Am 780 khz e a Difusora Am 960 Khz eram as Tops da época , lembro que ficava mudando de estação a toda hora procurando onde estava tocando a melhor música da época , nessa entrevista o Antonio Celso fala sobre a rádio e outras pessoas também dão seus depoimentos. A Excelcior serviu de modelo para as 1ªs emissoras de fm. Alguns anos depois, quando as FMs já estavam populares, a emissora encerrou suas atividades dando espaço a atual CBN, Já a Difusora, acabou indo à falência por causa de má administração, atualmente no FM ocupa sua posição no dial a Metropolina.

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2772- Um estudo contestou o excesso de exames de câncer de próstata


O controle médico reduz de maneira pouco significativa as mortes por câncer de próstata, segundo um estudo do Instituto Karolinska, EM Estocolmo, que foi publicado pelo BMJ (“British Medical Journal”) em sua última edição.
A pesquisa, que se estendeu durante um período de 20 anos, destaca também que “há um risco considerável de excesso de tratamento” no caso de homens sem problemas médicos.
O câncer de próstata é um dos mais comuns entre pessoas do sexo masculino no mundo todo, e as revisões médicas são a prática rotineira para a detenção adiantada da doença.
As conclusões do estudo se baseiam em um teste clínico que começou na Suécia em 1987 com 9.026 homens de entre 50 e 69 anos, dos quais 1.494 foram escolhidos ao acaso para ser submetidos a um controle médico com consultas a cada três anos entre 1987 e 1996.
Os outros 7.532 não receberam um atendimento preventivo específico e fizeram as vezes de “grupo de controle”, com o qual posteriormente se compararam os resultados do teste.
Em 1987 e em 1990, as consultas consistiram unicamente em um exame de toque retal, mas a partir de 1993 foi combinada com um teste antigênico específico da próstata (PSA).
Em 31 de dezembro de 1999, foi feito um acompanhamento específico dos homens que tinham sido diagnosticados com câncer, e em 31 de dezembro de 2008 foi determinada sua taxa de sobrevivência.
No caso do grupo de acompanhamento, foram diagnosticados 85 casos (5,7%) de câncer de próstata, enquanto no grupo de controle, 292 (3,9%).
Os tumores no primeiro grupo eram menores e mais localizados, mas o estudo não mostrou que houve uma diferença significativa na taxa de sobrevivência entre um grupo e o outro.
“Após 20 anos, a taxa de mortes por câncer de próstata não diferiu de maneira significativa entre homens no grupo de acompanhamento e homens do grupo de controle”, afirma o texto publicado no BMJ.
Os autores acreditam que, embora as revisões e o tratamento de homens com tumores detectados possam reduzir até em um terço as mortes no caso específico do câncer de próstata, existe também o risco que uma excessiva preocupação por um diagnóstico rápido se traduza em tratamentos “excessivos ou prejudiciais”.
De fato, um teste anterior demonstrou que para prevenir uma morte por câncer de próstata é necessário ter revisado uma média 1.410 homens e ter tratado medicamente 48.
O argumento que era defendido pelos é que antes de se submeter a uma revisão os homens deveriam ter toda a informação sobre os riscos potenciais do tratamento e dos efeitos psicológicos dos resultados com falsos progressos.
Os pesquisadores também defendem que o próximo desafio nesse campo deveria ser encontrar a maneira de distinguir os “tumores indolentes” (de crescimento lento) dos de crescimento rápido, e desenvolver tratamentos menos invasivos para os primeiros.

2771-Mega Cronologia – Avanços do século 17


Astronomia – O alemão Kepler (1571-1630) editou “A Astronomia Instauratae Progymnasta, dando a localização de 777 estrelas. Em 1602, Galileu fabricou em sua oficina o 1° telescópio utilizável em observação astronômica, com o qual estudou os satélites de Júpiter. Descoberta a nebulosa de Órion e a de Andrômeda. Kepler formulou as leis do movimento planetário e forneceu a localização de 1005 estrelas. Galileu publicou um livro onde descrevia os movimentos de rotação e translação da Terra. O Papa suspendeu a venda da obra. Riciolli (1598-1671) fez um mapa da lua, onde introduziu a maioria dos nomes dos acidentes selenográficos usados até hoje. Isaac Newton (1642-1727) mediu a órbita da Lua em 1666 e construiu o telescópio refletor; desenvolveu também a teoria das marés e da atração gravitacional exercida pelo Sol e a Lua. Edmund Halley (1653-1742), traçou o 1° mapa meteorológico e construiu a fórmula de nivelamento barométrico.
Física e Matemática – Evangelista Toricelli inventou o barômetro. Blaise Pascal (1623-1662) provou a existência da pressão atmosférica. Robert Hooke (1635-1703) definiu as deformações elásticas. Isaac Newton fez as primeiras experiências sobre a gravitação, inventou o cálculo diferencial e identificou a dispersão da luz. Leibniz (1646-1716) propôs a existência do Éter. Boyle, um irlandês, demosntrou a impossibilidade de ocorrer combustão na ausência do oxigênio. O austríaco Romer (1644-1710) descobiu que a velocidade da luz é finita. Newton enunciou o princípio da inércia e a lei da gravitação universal. O inglês Edmund Gunther (1581-1626) divulgou as 1ªs tábuas logarítmicas com 7 decimais e em 1622 foi desenhada a 1ª régua de cálculo. Em 1629 foi introduzido o uso de parênteses, chaves e outras abreviações (expressões). Pierre Fermat criou os MMC e MDC para auxiliar nos cálculos. Rene Descartes (França 1596-1650) publicou sua Geometrie, o 1° tratado de geometria analítica. Isaac Newton formulou o teorema hoje conhecido como Binômio de Newton, entre muitos outros avanços.
Medicina, Química e últimas tecnologias do século
Aí se iniciaria a anatomia moderna. Os primeiros estudos sobre o metabolismo são feitos por Santório em “De Medicina Statica e pela 1ª vez mediu a temperatura humana num termômetro. Vários cientistas foram aos poucos descobrindo os mecanismos de funcionamento do coração, circulação e sistema nervoso. Alchymia foi o 1° manual de química. Rudolf Glauber (1604-1668) preparou o ácido clorídrico pela reação e destilação de uma mistura de sal de cozinha e ácido sulfúrico; o resíduo,sulfato de sódio, passou a ser conhecido como o sal de Glauber. Antes de Pasteur, o alemão Becker (1635-1682), descreveu o processo de fementação alcoólica. Grew, o inglês,isolou o sulfato de magnésio. Foi descoberto o cloreto de amônia. Pascal construiu a 1ª máquina de calcular em 1642. Otto von Guericke (1602-1686) inventou a bomba de ar comprimido, no ano de 1652. Huygens criou o relógio de pêndulo e o magnetrômetro que mede a pressão dos gases. Hooke invetou o relógio portátil de corda em 1657. O francês Dennis Papin (1647-1714) inventou a bomba com pistões movidos a vapor.Thomas savery (1650-1715) patenteou o 1° motor a vapor em 1698.

2770 – Quem são os Mórmons?


Um verdadeiro exército de garotos recatados, vindos do interior dos EUA, deve estar andando agora pelas ruas da sua cidade. Sorridentes, eles vestem camisas brancas bem passadas, seguram um livro debaixo do braço e têm como missão levar – provavelmente até a porta da sua casa – o que acreditam ser a verdadeira religião de Jesus Cristo. Eles são da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e mais conhecidos como mórmons.
Há quase 2 séculos, os mórmons treinam e enviam missionários para converter pessoas ao redor do mundo. Com uma boa dose de perseverança, esses meninos espalhados por aí conseguiram fazer com que a religião crescesse em progressão geométrica. “É bem possível que, daqui a 40 anos, 1 em cada 20 americanos seja mórmon e o mundo tenha cerca de 50 milhões deles”, afirma Rodney Stark, professor de sociologia da Universidade de Baylor, no Texas. Hoje, eles são 12,2 milhões. E estão muito perto de ser a segunda religião da história a ter pelo menos uma congregação em cada país do planeta – logo depois dos católicos.
Segundo Frank Usarski, professor de ciência da religião da PUC-SP, isso é resultado de “um esquema de missionários muito potente, em que a oferta define a demanda, e não o contrário”. Ou seja: esses meninos de camisa branca fazem toda a diferença. No Brasil, por exemplo, há duas vezes mais mórmons missionários do que evangélicos com a mesma função. Segundo dados do IBGE, em 2000, a Igreja tinha cerca 200 000 adeptos em todo o país. Praticamente o dobro de praticantes de candomblé e 3 vezes o número de judeus. O resultado do trabalho dos missionários é que já somos o 3º país com maior número de fiéis da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em todo o mundo. Pode ter certeza de que falta bem pouco para um desses moços tocar a sua campainha.
Quem são eles
Os mórmons são orgulhosamente americanos. Tanto quanto o McDonald’s e a Coca-Cola. Eles acreditam, inclusive, que Jesus Cristo deu as caras, em carne e osso, na terra de Tio Sam logo depois de ressuscitar em Jerusalém.
Quem disse isso foi o então adolescente nova-iorquino Joseph Smith, em 1820, o primeiro profeta mórmon. Cristo, após a crucificação, teria subido ao céu e retornado, dias depois, ao seu corpo. Ficou aqui na Terra mais 40 dias, tendo reaparecido nos EUA, na região do Missouri. Smith jura de pés juntos que ouviu de um anjo a informação de que povos que viveram séculos atrás nos EUA receberam esse Cristo ressuscitado. O período teria ficado registrado em placas de ouro escritas por profetas que acompanharam Jesus no continente. Essas placas desapareceram – elas teriam sido levadas de volta a Deus pelas mãos do mesmo anjo. Um dos profetas, chamado Mórmon, compilou todos os relatos das placas e Smith, 18 séculos depois, teria recebido a missão divina de reescrever essa intrincada narrativa. Ele demorou 10 anos para publicar seus escritos, que deram origem ao Livro de Mórmon, impresso que, ao lado da Bíblia, orienta a religião até hoje.
Com o livro debaixo do braço, Smith foi o primeiro missionário da Igreja. A mensagem de que sua “bíblia” seria o capítulo seguinte ao Novo Testamento conquistou não apenas seguidores como também inimigos políticos e religiosos. Os dirigentes da Igreja nunca se entenderam com o governo americano e com a ética protestante, dominante no país no século 19. “Os mórmons se afirmavam como os donos da verdadeira palavra de Jesus Cristo e isso alfinetava o protestantismo”, diz John Gordon Melton, professor de estudos religiosos da cultura americana da Universidade de Indiana. Fora isso, tinha também o lado político da coisa. Smith era um líder carismático e estava doido para concorrer à Presidência dos EUA, o que incomodava bastante as autoridades.
Os mórmons foram vítimas de centenas de atos de segregação, como incêndios de caravanas lideradas por missionários e peregrinos. Até que Joseph Smith acabou assassinado dentro da cela onde estava preso, em Illinois. Em seu lugar, quem assumiu como líder foi Brigham Young, considerado o segundo profeta.
Caras-pintadas
Dispersos por cidades do Missouri, Illinois e Iowa – região central –, mórmons americanos e europeus convertidos se juntaram rumo a Utah, local ainda alheio ao comando dos EUA em 1844, uma vez que o governo se concentrava na costa leste do país. O marco dessa trajetória foi a construção de um templo em torno de um lago salgado existente no que hoje é a cidade de Salt Lake, norte do estado.
Até que o clima entre os mórmons e o governo americano arrefecesse, episódios bárbaros aconteceram. E o que acabou surgindo foi uma curiosa irmandade: mórmons e índios. Em meados de 1850, os peles-vermelhas se aliaram aos loiros-de-olhos-azuis no papel de oprimidos, para guerrear. Não eram incomuns ataques a cavalarias do governo executados em conjunto. Mórmons chegavam a pintar o rosto com tinta preta, simulando características étnicas de índios, enfiando-se como lobos entre as formações rochosas da região e desnorteando as caravanas que vinham do leste do país.
Poligamia
A antipatia que os mórmons despertavam na época também tem muito a ver com uma prática que até hoje provoca polêmica: a poligamia masculina. Segundo Joseph Smith, foi Deus quem lhe revelou que um homem poderia ter várias mulheres. Portanto, isso deveria tornar-se regra dentro da comunidade. Numa época em que o puritanismo tomava conta da sociedade americana, essa idéia realmente não devia pegar muito bem. Alguns historiadores explicam que o comportamento era uma resposta ao fato de que o homem era constantemente convidado a deixar sua casa e partir para missões. O resultado: mulheres desamparadas e sem condições de se sustentar.
Ainda que Smith e Young, seu sucessor, fossem simpáticos à poligamia, a prática acabou fazendo com que aparecessem dissidentes dentro da própria doutrina. Alguns deles chegaram até a denunciar um suposto assédio do líder às esposas de membros da Igreja.
A prática causou tanto falatório que acabou sendo extinta e proibida oficialmente entre os praticantes da religião a partir de uma nova “revelação divina” em 1890. Mesmo assim dizem que até hoje há religiosos que se declaram mórmons e praticam a poligamia por aí. Um exemplo é a Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias – para conseguirem ter mais de uma mulher, esses dissidentes apenas acrescentaram a palavra “fundamentalista” ao nome original mórmon, e fundaram outra Igreja.
Você pode ser Deus
Mas em que os mórmons acreditam? Um dos principais pilares da crença é que cada um de nós pode se tornar Deus. Para Joseph Smith, “Deus foi antes o que somos agora”. O que quer dizer que, ao seguir os mandamentos eclesiásticos, todo homem seria capaz de chegar à divindade. Isso inclui eu e você.
A salvação entre os mórmons se dá por meio do batismo. “Na hora do julgamento final, Jesus voltará para a Terra e decidirá quem irá para o paraíso. Os escolhidos serão os batizados e seguidores de sua verdadeira doutrina”, afirma Nei Tobias Garcia, do Departamento de Assuntos Públicos da sede da Igreja no Brasil. Para garantir um lugarzinho para entes queridos, é possível batizar até mesmo quem já morreu. Essa prática incentivou a criação de um Centro de Estudos da Família, que mapeia a árvore genealógica de famílias do mundo todo. Cerca de 200 milhões de pessoas mortas já foram batizadas, incluindo Buda, todos os papas, Shakespeare, Einstein e até Elvis Presley. É bom lembrar que isso não garante que nenhum deles seja um mórmon. “Quando chegar a hora do julgamento, eles vão decidir se desejam fazer parte da Igreja, mas pelo menos lhes damos a oportunidade de escolher”, completa.
O batismo também é uma forma de manutenção de uma das instituições mais importantes para os mórmons: a família. Para eles, as famílias vivem juntas pela eternidade.
A importância da família é tão grande que os seguidores são incentivados a ter muitos e muitos filhos – depois do casamento, claro. A taxa de nascimentos entre membros é 50% mais alta do que a média nacional americana.
Quanto a restrições, até que eles nem são tão rígidos. Só não devem ingerir álcool, drogas e nada que contenha cafeína – nem chá preto, muito menos a americaníssima Coca-Cola, veja que ironia.
Os mórmons também trabalham duro, e muito. Seguem direitinho o ditado de que exercer rigorosamente o ofício enobrece. No livro “A Religião Americana”, não traduzido para o português, o autor Harold Bloom, professor da Universidade Yale, conclui que foi justamente esse preceito que fez com que os mórmons se tornassem a comunidade mais viciada em trabalho na história da religiões. Segundo análise publicada pela revista Time, se a Igreja fosse uma corporação, seguramente estaria entre as 500 mais ricas do mundo, maior que empresas como a Nike e a Gap. O patrimônio estimado da Igreja de acordo com a mesma revista americana ficaria por volta de US$ 30 bilhões.
Meninos de camisa branca
O segredo de todo esse sucesso é a doutrina da peregrinação. Ou seja: espalhar missionários seriamente comprometidos por todos os cantos. Assim, a maioria dos jovens mórmons, ao atingir 19 anos, sai para cumprir sua missão. Não é uma obrigação, mas cerca de 60% vão. A sede da Igreja nos EUA recebe a ficha dos interessados.“O bom de estar em missão é que todos da Igreja o acolhem bem, não importa onde esteja”, afirma Eric Portes, mórmon que atualmente cumpre missão em São Paulo.
O treinamento que acontece antes da missão é feito em um dos Centros de Treinamento de Missionários, ou CTM. O principal deles fica em Provo, Utah, onde os garotos que já sabem onde irão servir seguem para passar de 3 a 12 semanas. Lá, aprendem a língua do país para onde irão, técnicas de abordagem, temas que devem ensinar e instruções para planejar melhor o tempo.
Durante a missão, eles ficam isolados do resto do mundo para poder se concentrar no principal objetivo: falar com as pessoas para que elas conheçam a Igreja, e talvez convertê-las. Durante o tempo todo em que estão servindo, o contato com a família é restrito. O telefone só é usado em duas ocasiões especiais: no Natal e no Dia das Mães. O trabalho é pesado e a folga só acontece uma vez por semana, quando podem lavar a roupa, arrumar a casa e escrever cartas. Namorar, nem pensar.
Os mórmons ensinam uma religião, mas seus princípios não são só sobre o paraíso. São também sobre a organização econômica e social que uns devem ter com os outros. No Brasil, essa propagação tem dado resultado porque, ao “contrário da religião católica, que sofreu uma saturação, os mórmons têm espaço para conquistar novos adeptos que se sentem familiarizados e até atraí-dos pelo modo americano de vida”, afirma Gordon. Que os americanos fazem sucesso por aqui, não há dúvida. A novidade é que agora é sem Coca-Cola.
The book is on the table
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias treina, em Utah (EUA), missionários que irão para todas as partes do mundo. Para chegar lá, esses meninos precisam aprender os mais diversos idiomas – e o método para ensiná-los é um dos mais bem guardados segredos dos mórmons. Quer dizer, nem tanto. Carlos Wizard, um ex-missionário, usou esse método para abrir, em 1987, a primeira filial da escola Wizard, em Campinas (SP). Um dos macetes é a memorização de palavras por meio da repetição. Em cerca de dois meses, dizem, missionários saem dos EUA falando a língua desejada. Por aqui, quem quiser aprender o básico vai ter que se contentar com 6 meses de estudo – no mínimo.
PRESIDENTE – O atual presidente, Gordon Hinckley, assumiu o cargo vitalício em 1995. Hoje com 98 anos, ele é a autoridade máxima da Igreja e é considerado um profeta.
PRIMEIROS PRESIDENTES – Dois homens atuam como conselheiros diretos da autoridade máxima da Igreja. São chamados de Primeiros Presidentes.
DOZE APÓSTOLOS – A Igreja é comandada pelos 12 Apóstolos, escolhidos pelo presidente. O mais velho deles é seu sucessor natural.
QUÓRUM DOS 70 – Autoridades responsáveis em cada região do mundo em que a Igreja atua.
Você ganha
• Uma vaga no paraíso (só depende de você).
• A oportunidade de ficar com a sua família durante toda a eternidade.
• Uma cadeira ao lado de Deus para sempre.
• A chance de morar em outra cidade, estado ou país pagando pouco.
Você perde
• Todas as biritas, uma vez que o álcool é vetado.
• Coca-Cola, além de todas as bebidas que tiverem cafeína.
• Sexo antes do casamento (dar amassos também não pode).
• Cigarros (nenhum tipo, nem os de cravo).
Nosso Legado: Resumo da História de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, 1996.
O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo.
Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, 1995.
Pela Bandeira do Paraíso: Uma História de Fé e Violência.