2769 – Fim do mito – Pedra maia não anuncia fim do mundo em dezembro de 2012


Fonte: Folha Ciência
A pedra do calendário maia, interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012, foi apresentada na Tabasco, no México, nesta semana.
Formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, a peça está incompleta.
“Em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.
Há uma inscrição com data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse.
“No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, explicou Romero.
A data gravada em pedra se refere, na verdade, ao Bactum 13, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.

2768 – Física – Cientista que formulou a Teoria do Big Bang foi vaiado por Einstein


Berros de Einstein
Georges Lemaître (1894-1966) era um padre e físico belga que em 1925 foi estagiar nos Estados Unidos. De volta ao seu país, em 1927, criou uma fórmula para calcular a velocidade de afastamento das galáxias, exposta em uma conferência em Bruxelas. No final dessa apresentação, o gênio alemão Albert Einstein, que estava presente, gritou: “Sua Física é abominável”. Sem desanimar, Lemaître continuou na carreira, estudando a origem do universo. Três anos depois, formulou a hipótese de que todas as galáxias já tinham estado unidas em um único ponto, chamado átomo primordial. A explosão desse átomo seria o Grande Barulho. Foi outra vez ridicularizado por colegas que apelidaram sua teoria de Big Bang. Hoje ela é um dos pilares da Cosmologia. Em 1933, ao ouvir uma nova palestra de Lemaître, Einstein aplaudiu de pé. “Belo trabalho”, berrou da platéia.

2767- Mega Edifícios: O Empire State Buiding


New York City do alto

Empire State

Trata-se de um arranha-céu de 102 andares de estilo Art déco localizado na intersecção da 5ª Avenida com a West 34th Street na cidade Nova York. Seu nome deriva do apelido do estado de Nova York. Foi considerada uma das estruturas mais altas do mundo por mais de quarenta anos, desde a sua conclusão em 1931 até que a construção da Torre Norte do World Trade Center foi concluída em 1972. Logo após a destruição do World Trade Center em 2001, o Empire State Building recebeu novamente o título de edifício mais alto de Nova York. A previsão é que seja superado pela Freedom Tower, em 2011. Este novo edifício e todo o resto do complexo, denominado Novo World Trade Center, está sendo construído no antigo terreno do World Trade Center.
Foi declarada uma das Novas maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Americana de Engenheiros Civís e também como uma das marcas registradas da cidade de Nova York. O edifício é mantido e operado pela W&H Properties.
As escavações no local começaram em 22 de Janeiro de 1930, e a construção do edifício em sí, começou simbolicamente em 17 de Março (dia de São Patrick) por influência de Al Smith então presidente da Empire State Inc. O projeto envolveu 3,400 trabalhadores, a maioria imigrantes da Europa, juntamente com centenas de Mohawk (tribo de índios) principalmente da reserva Kahnawake próximo à Montreal. De acordo com os dados oficiais, 5 trabalhadores morreram durante a construção. O neto do Governador Smith cortou a fita inaugural em primeiro de Maio de 1931
A construção foi parte de uma intensa competição em Nova York pelo título de Edifício Mais alto do Mundo. Os outros projetos concorrendo pelo título, 40 Wall Street e o Chrysler Building, ainda estavam no projeto quando as construções começaram. Ambos teriam mantido o título por menos de um ano, quando o Empire State os superou em sua conclusão, apenas 410 dias após as construções começarem. O edifício foi oficialmente aberto em Primeiro de Maio de 1931 numa inauguração dramática quando o então Presidente dos Estados Unidos da América, Herbert Hoover, acendeu as luzes com o apertar dos botões de Washington, D.C. Ironicamente o primeiro uso das luzes no topo das torres do Empire State no ano seguinte foi para sinalizar a vitória de Franklin D. Roosevelt contra Hoover nas eleições presidenciais de Novembro de 1932.
Maior arranha-céu por 41 anos
O Empire State Building continuou a ser o arranha-céu mais alto do mundo por 41 anos, e a estrutura mais alta já feita pelo homem por 23 anos. Ele foi superado com a construção da Torre Norte do World Trade Center em 1972. Com a destruição do World Trade Center nos ataques de 11 de setembro de 2001, o Empire State Building novamente tornou-se o edifício mais alto na cidade de Nova York, e o segundo edifício mais alto de todo os Estados Unidos, atrás apenas da Sears Tower, que fica em Chicago.

2766 – Clássicos do Cinema – King Kong


Poster do 1° filme de 1933

King Kong é um personagem de cinema, um gorila gigante, famoso pelo clássico filme King Kong. O nome do primata é Kong, sendo o prenome King (Rei, em português), dado pelos promotores da desastrosa exibição pública em Nova York, contada no filme.
Um cinegrafista fracassado, em sua tentativa desesperada de fazer um best-seller, contrata uma atriz recém-desempregada chamada Ann Darrow e embarca em um navio fretado para a Ilha da Caveira. Lá, eles encontram uma tribo de nativos que veneram um gorila gigante, de nome Kong. Ann Darrow é sequestrada e oferecida como sacrifício a Kong. Para recuperá-la, os tripulantes, o cinegrafista e o escritor do filme têm que enfrentar dinossauros, insetos gigantes e o próprio gorila, que se apaixonou pela atriz. Depois de resgatada, Ann Darrow tenta libertar Kong do cinegrafista, que teve a idéia de exibí-lo na Broadway e lucrar com isso. Kong escapa e destrói quase toda a cidade em busca de sua amada. A cena final, no Empire State Building, é uma das cenas mais reproduzidas da história, aparecendo até em desenhos infantis e comédias.
1933 : King Kong, de Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack
1933 : The Son of Kong
1962 : Kingukongu tai Gojira, de Ishirô Honda e Thomas Montgomery
1967 : Kingukongu no gyakushu, de Ishirô Honda
1976 : King Kong, de John Guillermin
1986 : King Kong Lives, de John Guillermin e Charles McCracken
2005 : King Kong, de Peter Jackson
Em 1991, o filme foi considerado como ‘cultural, historica e esteticamente significante’, e selcionado para preservação nos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso. Em abril de 2004, a revista Empire, um das mais importantes publicações britânicas sobre cinema, o considerou o ‘maior filme de monstros’ de todos os tempos.