2744-Pré-História Reescrita


1950. Firmou-se a teoria que o homem passou da Ásia para a América há cerca de 12.500 anos, defendida por um grande níumero de pesquisadores nos EUA.
1981. Niède Guidon encontrou ferramentas de pedra lascada que teriam 25 mil anos. O achado, anunciado 5 anos depois provocou polêmica e não é aceito por toda a comunidade científica.
1988. Uma arqueóloga brasileira datou restos de carvão de 48 mil anos e anunciou ter encontrado uma fogueira pré-histórica. Mas alguns cientistas afirmaram que o carvão pode ter sido produzido por incêndio natural.
2000. Niède recebeu a datação de 3 dentes humanos desenterrados em 1986. Se ficar confirmada a data de 15 mil anos, eles podem ser os restos humanos mais antigos das Américas.
Fóssil de Transição
Dá-se o nome de forma ou fóssil de transição a um organismo conhecido apenas do registo fóssil que combina características dos seus descendentes e antecessores evolutivos. Estes fósseis são conhecidos popularmente como elos perdidos da evolução, embora o termo seja pouco preciso em termos científicos, uma vez que a evolução das espécies é mais complexa que uma simples cadeia onde há um elo em falta. De fato, a grande maioria dos fósseis de transição não é antecessora direta de formas atuais. Tendo em conta que a evolução das espécies é um processo contínuo, todos os organismos vivos num dado momento representam formas transicionais, mas algumas são particularmente importantes para perceber a relação filogenética entre grupos distintos.
A existência de formas de transição foi posta pela primeira vez por Charles Darwin no seu livro A Origem das Espécies, publicado numa altura em que a paleontologia dava os seus primeiros passos enquanto ciência. A ausência de fósseis de transição conhecidos era um grande obstáculo à teoria da evolução, reconhecido pelo próprio Darwin. Dois anos mais tarde, porém, foram descobertos fósseis de Archaeopteryx, numa formação geológica alemã, que combinavam as penas e asas de aves com mandíbulas e cauda de réptil. Nas décadas seguintes, a existência de fósseis de transição foi confirmada por mais descobertas, em particular pelos estudos do paleontólogo Othniel Charles Marsh, que reconstruiu a evolução dos equídeos com base em várias formas transicionais.

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