2629 – Afinal onde estão os ETs?


Os astrônomos estão vasculhando nossa região da Via Láctea em busca de estrelas que têm planetas em volta, e isso poderia levar a descoberta de organismos em outros mundos, mesmo que simples micróbios. O efeito Doppler indica mudança na cor dos astros e indica que está se movendo, se aproximando, se distanciando da Terra. O movimento pode ser causado pela força gravitacional de um planeta próximo. A Terra pode atrapalhar pois varia seu movimento. É preciso usar programas sofisticados de computador para eliminar as complicações no efeito Doppler. De acordo com astrônomos suíços que observaram a estrela 51 do Pégaso durante um ano até ter certeza que ela estava mesmo balançando. O bale durava 4 dias, 5 horas, 31 minutos e 12 segundos. Com esse dado foi possível deduzir que havia por perto um objeto qualquer, pálido demais para ser visto pelo telescópio. Equações da astronomia indicaram que o corpo invisível estava a 7,5 milhões de km da 51 do Pégaso. O maior desafio não são os próprios planetas e sim a perspectiva de que eles sejam habitados por algum tipo de criatura. Os localizados por Marcy e Butler , a dupla suíça, podem Ter água líquida, daí condições para abrigar seres vivos, os supostos Ets. A ciência ainda não é capaz de garantir que exista vida fora da Terra, mas têm meios de provar que seus ingredientes estão em toda a parte do espaço. É suposto que existam seres dotados de raciocínio e devem estar em algum lugar entre as 100 bilhões de estrelas da Via Láctea. Os exobiólogos fazem descobertas examinando a luz que vem das nuvens de poeira cósmica, que tem cerca de 150 variedades de moléculas orgânicas. As vezes, os organismos tem tudo para se desenvolver e uma catástrofe cósmica acaba com a possibilidade. Como isto é imprevisível, exagera-se e supõe-se que 1/3 dos locais que teriam seres vivos escapam do azar. Ficam cerca de 45 bilhões de mundos para investigar. Podemos dizer que o espaço começa 150 km acima do nível do solo, onde a atmosfera se rarefaz. Seria uma viagem de uma hora e meia de carro se fosse possível andar na vertical. Para sair do planeta é necessário uma velocidade de 11km/Seg ou 40 mil km/h e um veículo que se desloque no vácuo.

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