2620-Estados Unidos e a alta tecnologia


Esta ajudou o país a se manter como potência industrial mais sofisticada do mundo, ficou demonstrado pela rapidez com que respondeu a liderança inicial dos soviéticos na área dos foguetes. Propulsionados pelo Saturno V, os astronautas americanos desembarcaram na Lua em 20 de julho de 1969. O crescimento dos subúrbios levou a união nas áreas urbanas antes separadas, criando supercidades, nenhuma tão surpreendente quanto a de Los Angeles. Um sistema de auto estradas interestadual com cerca de 64.400 km por volta de 1980, facilitou a movimentação de pessoas vindas de locais distantes e a ampliação de uma complexa rede de residencial e de áreas comerciais. A Califórnia é o estado mais populoso. A população negra mostrou tendência de crescimento mais rápido. São os maiores fornecedores mundiais de alimentos.

Norte-americano cria “inseto cibernético”
Mariposa criada em laboratório tem um implante substituindo parte do corpo. Exército dos EUA quer insetos de controle remoto para usar como pequenos espiões
a DARPA, agência de pesquisas em projetos avançados do Departamento de Defesa dos EUA, publicou um edital curioso procurando empresas e institutos de pesquisa capazes de criar “insetos ciborgues”: como um dos requisitos, os candidatos deveriam produzir minúsculos dispositivos eletro-mecânicos (MEMS – Micro Eletro-Mechanical Systems) e implantá-los no inseto ainda na fase de pupa, para integração ao resto do organismo durante o crescimento do animal.
Foi exatamente o que o professor Robert Michelson, da Universidade de Tecnologia da Geóriga (Georgia Tech), conseguiu recentemente: nesta semana ele publicou os resultados de seu trabalho com a “cibernetização” de uma mariposa Manduca: o tórax do animal foi comprimido e um dispositivo inserido no lugar original de um dos segmentos. Quando o inseto cresceu, o aparelho foi integrado ao resto do organismo como esperado.
Com o programa, batizado de Hi-MEMS, a DARPA quer tornar realidade aquela frase “ah, se eu fosse uma mosca naquela sala…” e criar insetos que possam ser equipados com sensores variados, capazes de captar a presença de substâncias químicas, sons e até imagens, e usá-los na busca por armas e terroristas dentro de cavernas e edifícios.
O próximo passo é provar que o calor e energia mecânica gerados pelo inseto durante seu movimento podem ser usados para fornecer energia elétrica aos dispositivos. Portanto, na próxima vez que um inseto começar a voar insistentemente ao seu redor, tenha cuidado: você pode estar sendo observado.

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