2613-O que é I Ching?


É um antigo texto chinês que faz parte dos 5 textos clássicos do confucionismo. Trata-se originalmente de um livro de adivinhações, mas durante a dinastia han(206-220dc) sofreu uma série de acréscimos que ampliaram seu significado original e lhe deram caráter de sistema cosmológico abrangente.
O I Ching ou Livro das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas, sobrepostas ao longo do tempo. É um dos mais antigos e um dos únicos textos chineses que chegaram até nossos dias. Ching, significando clássico, foi o nome dado por Confúcio à sua edição dos antigos livros. Antes era chamado apenas I: o ideograma I é traduzido de muitas formas, e no século XX ficou conhecido no ocidente como “mudança” ou “mutação”.
O “I Ching” pode ser compreendido e estudado tanto como um oráculo quanto como um livro de sabedoria. Na própria China, é alvo do estudo diferenciado realizado por religiosos, eruditos e praticantes da filosofia de vida taoísta.

Há cerca de seis ou sete mil anos havia um mito universal de que todos os seres eram provenientes do útero de uma Mãe Cósmica; tal mito da criação universal teve lugar durante uma fase informe do mundo, aonde nada podia ainda ser identificado. Inicialmente cultuada na Índia, como Kali, a Mãe Informe, recebeu depois o nome de Tiamat (Babilônia), Nu Kua(China), Temut (Egito), Têmis (Grécia pré-helênica) e Tehom (Síria e Canaã) –este último foi o termo usado mais tarde pelos escritores bíblicos para Abismo. As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os “frutos”, a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais. Muitas tradições referiram o princípio do coração materno que detém todo o poder da criação. Este coração materno, “uma energia capaz de coagular o caos espumoso” organizou, separou e definou os elementos que compõem e produzem o cosmos; a esta energia organizadora os gregos deram o nome de Diakosmos, a Determinação da Deusa. Os egípcios, nos hieróglifos, chamaram este coração de ab e os hebreus foram os primeiros a chamar de pai (ainda que masculinizassem, a idéia fundamental de família e continuidade da vida não era patriarcal).

O coração e o sangue definem um elo imanente a todos os seres que dele nasceram e uma idéia de coração oculto do universo que pulsa e mantém o ritmo de ciclos das estações, dos nascimentos, mortes, destinos. Este é o significado que está no Livro dos Mortos ou das mutações. No mesmo sentido o livro chinês é denominado Livro das Mutações.

O nome chinês dado à Mãe Primordial e informe é Nu Kua, nome referido também entre os egípcios, gregos, mesopotâmicos e hindu. As referências a ela remontam há 2.500 a.C. e a imagem permanece venerada nas regiões setentrionais. Kuan Yin ou A Mulher é uma deusa dos casamentos e das mulheres em geral. O corpo original do I Ching chama-se (oito Trigramas) e os sessenta e quatro hexagramas são denominados por kua, derivado linguístico de Mãe Primordial ou Nu Kua.

2612-Mega Catástrofes – Japão: Terremoto, Tsunami e Ameaça de Acidente Nuclear



Um terremoto bem mais intenso do que aquele que devastou o paupérrimo Haiti há um ano (2010). Foi na madrugada de sexta, 12 de março de 2011, num ponto a 32 km de profundidade no Oceano Pacífico e a 400 km de Tóquio. O tremor foi de 8,9° na Escala Richter.Terremotos no mar provocam as tsunamis, ondas gigantes de até 10m de altura e velocidade de 800 km por hora, uma onda que nem o mais temerário surfista ousaria a encarar; onde casas, carros, barcos e prédios se desprenderam do solo em fração de segundos para rodopiar no turbilhão de águas, como se fossem brinquedo. Sua força deslocou em 10 Cm o eixo de rotação da Terra. A estimativa foi de 1000 mortos,mas poderia ter sido pior. O Japão tem um histórico de tragédias do gênero, por isso não economiza em tecnologias para prevenir devastações. Existem barreiras de concreto no mar, que reduzem a velocidade das ondas. A população também foi avisada do terremoto com 1 minuto de antecedência, tempo que embora seja curto, pode ser a diferença entre a vida e a morte. Já no Haiti, morreram 300 mil pessoas.Na cidade de Sendai, a mais atingida, quando as ondas do tsunami refluíram, devolveram as praias mais de 200 corpos. Os carros foram para o mar e barcos e até navios, para a terra. Um navio que levava 100 pessoas foi tragado pela tsunami.
Possível Acidente Nuclear – 11 dos 54 reatores nucleares foram paralisados automaticamente. Houve um vazamento radioativo em uma usina em Fukushima. A população local foi evacuada num raio de 10 km da usina. O risco de acidente de grandes proporções é baixo: no Japão, 30% da energia consumida é nuclear e as usinas foram projetadas para resistir vibrações 10 vezes mais intensas que as suportadas em Angra 1 e 2.

A Escala Richter
A escala de Richter, também conhecida como escala de magnitude local (ML), atribui um número único para quantificar o nível de energia liberada por um sismo. É uma escala logarítmica de base 10, obtida calculando o logarítmo da amplitude horizontal combinada (amplitude sísmica) do maior deslocamento a partir do zero em um tipo particular de sismógrafo (torção de Wood-Anderson).
Pelo fato de ser um escala logarítmica, um terremoto que mede 5,0 na escala Richter tem uma amplitude sísmica 10 vezes maior do que uma que mede 4,0. O limite efetivo da medição da magnitude local ML é em média 6,8.
Magnitudes ainda são largamente estabelecidas na escala Richter na mídia popular, embora usualmente magnitudes momentâneas – numericamente quase o mesmo – são atualmente dadas; a escala Richter foi substituída pela escala de magnitude de momento, que é calibrada para dar valores geralmente similares para terremotos de intensidade média (magnitudes entre 3 e 7). Diferentemente da escala Richter, a escala de magnitude de momento é construída sobre os princípios sismológicos do som, e não é saturada no intervalo de alta magnitude.
A liberação de energia de um terremoto, que correlata rigorosamente o seu poder destrutivo, corresponde à potência 3⁄2 da amplitude sísmica. Portanto, a diferença em magnitude de 1,0 é equivalente ao fator de 31,6 ( = (101,0)(3 / 2) ) na energia liberada; a diferença em magnitude de 2,0 é equivalente a um fator de 1000 ( = (102,0)(3 / 2) ) na energia liberada
A escala de Richter foi desenvolvida em 1935 pelos sismólogos Charles Francis Richter e Beno Gutenberg, ambos membros do California Institute of Technology (Caltech), que estudavam sismos no sul da Califórnia, utilizando um equipamento específico – o sismógrafo Wood-Anderson. Após recolher dados de inúmeras ondas sísmicas liberadas por terremotos, criaram um sistema para calcular as magnitudes dessas ondas. A história não conservou o nome de Beno Gutenberg. No princípio, esta escala estava destinada a medir unicamente os tremores que se produziram na Califórnia (oeste dos Estados Unidos).
Apesar do surgimento de vários outros tipos de escalas para medir terremotos, a escala Richter continua sendo largamente utilizada.
É uma escala logarítmica: a magnitude de Richter corresponde ao logaritmo da medida da amplitude das ondas sísmicas de tipo P e S a 100 km do epicentro.
A fórmula utilizada é ML = logA – logA0, onde:
A = amplitude máxima medida no sismógrafo
A0 = uma amplitude de referência.
Assim, por exemplo, um sismo com magnitude 6 tem uma amplitude 10 vezes maior que um sismo de magnitude 5. Como visto acima, o sismo de magnitude 6 liberta cerca de 31 vezes mais energia que o de magnitude 5.
Um terremoto com magnitude inferior a 3,5 é apenas registrado pelos sismógrafos. Um entre 3,5 e 5,4 já pode produzir danos. Um entre 5,5 e 6 provoca danos menores em edifícios bem construídos, mas pode causar maiores danos em outros.
Já um terremoto entre 6,1 e 6,9 na escala Richter pode ser devastador numa zona de 100 km. Um entre 7 e 7,9 pode causar sérios danos numa grande superfície. Os terremotos acima de 8 podem provocar grandes danos em regiões localizadas a várias centenas de quilómetros.
Na origem, a escala Richter estava graduada de 0 a 9, já que terremotos mais fortes pareciam impossíveis na Califórnia. Mas teoricamente não existe limite superior ou inferior para a escala, se consideradas outras regiões do mundo. Por isso fala-se atualmente em “escala aberta” de Richter. De acordo com o Centro de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos, aconteceram três terremotos com magnitude maior do que 9 na escala Richter, desde que a medição começou a ser feita .
A primeira escala Richter apontou a magnitude zero para o menor terremoto passível de medição pelos instrumentos existentes à época. Atualmente, no entanto, é possível a detecção de tremores ainda menores do que os associados à magnitude zero, ocorrendo assim a medição de terremotos de magnitude negativa na escala Richter.
Graduação
Na realidade, os sismos de magnitude 9 são excepcionais e os efeitos das magnitudes superiores não são aqui descritos. O sismo mais intenso já registrado atingiu o valor de 9,5, e ocorreu a 22 de maio de 1960 no Chile.
A magnitude é única para cada sismo, enquanto a intensidade das ondas sísmicas diminui conforme a distância das rochas atravessadas pelas ondas e as linhas de falha. Assim, embora cada terremoto tenha uma única magnitude, seus efeitos podem variar segundo a distância, as condições dos terrenos e das edificações, entre outros fatores .
Magnitude e intensidade
A escala de Richter não permite avaliar a intensidade sísmica de um sismo num local determinado e em particular em zonas urbanas. Para tal, utilizam-se escalas de intensidade tais como a escala de Mercalli.
A escala de magnitude de momento (abreviada como MMS e denotada como Mw), introduzida em 1979 por Thomas C. Haks e Hiroo Kanamori, substituiu a Escala de Richter para medir a magnitude dos terremotos em termos de energia liberada.[4] Menos conhecida pelo público, a MMS é, no entanto, a escala usada para estimar as magnitudes de todos os grandes terremotos da atualidade. [5] Assim como a escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica.
Descrição Magnitude Efeitos Frequência Micro 10,0 Nunca registrado. Extremamente raro (Desconhecido)

2611- Guerra em nome da Religião:Quem eram os Huguenotes?


Nome dado nos séculos 16 e 17 aos protestantes franceses que seguiam crenças propagadas por Calvino. Em 1561 haviam cerca de 2 mil igrejas calvinistas que se transformariam em facção política que parecia ameaçar o estado. Lutaram em 8 combates civis contra o sistema católico e triunfaram. O episódio mais brutal desses conflitos foi o massacre do dia de S. Bartolomeu, em 1572, já visto em um outro capítulo.
A partir de 1550, até ao século XVII, começou-se a designar os protestantes em França por “huguenotes”, principalmente os calvinistas que se caracterizavam pela crença em que todo o ser humano estava predestinado e que Deus destinou algumas almas para a salvação e outras para o mal. O termo designava no século XVI os cristãos “reformados” de Genebra, calvinistas. As crenças calvinistas radicam ainda no trabalho ser uma ordem de Deus e o sucesso material um favor por ele concedido, indo de encontro às crenças medievais de que a pobreza é uma virtude e a usura um mal diabólico, contribuindo desta forma para o crescimento do capitalismo.
Assim, surgiu a célebre guerra dos huguenotes, mais conhecidas por Guerras de Religião, travadas em França no século XVI entre os protestantes e os católicos.
Ao todo travaram-se oito guerras, tendo quatro delas (1562-1573) surgido no reinado do rei Carlos IX e as outras quatro (1574-1593) durante os reinados dos reis Henrique III e Henrique IV.
A primeira guerra (1562-63) iniciou-se depois de terem perdido a vida alguns protestantes na conhecida “matança de Vassy” (1 de março de 1562) e terminou com o Edicto de Amboise que concedeu algumas liberdades aos protestantes.
Na segunda guerra (1567-68), os católicos venceram em S. Dinis e aceitaram a Paz de Longjumeau (23 de março de 1568), que confirmou o Edicto de Amboise.
A terceira guerra (1568-70) ficou marcada pela derrota dos protestantes em Jarnac e Moncontour e terminou com a Paz de S. Germano (8 de agosto de 1570), que concedeu amnistia aos protestantes, lugares de segurança e o exercício da sua religião em duas cidades por província.
A oitava guerra (1585-98), também conhecida por Guerra dos Três Henriques (que culminou na Paz do Tratado Vérvins, em 1598), deu a vitória a Henrique de Navarra que, depois de renunciar ao protestantismo a 25 de julho de 1593 e se ter convertido ao catolicismo, foi coroado rei de França (Henrique IV) e publicou o Édito de Nantes (13 de abril de 1598), que assegurava a tolerância religiosa em França. Em 1629, acabaram como movimento político.
Porém, em 1685, na revogação ao Édito de Nantes – por os huguenotes se oporem ao absolutismo régio do Rei-Sol – Luís XIV reiniciou as perseguições, que redundaram na partida ilegal de milhares de protestantes para o exílio em Inglaterra, na Holanda, na América, na Alemanha e África do Sul.

2610-Mega Almanaque:Paganismo–Huitzilopochitti o Deus asteca


Deus pagão dos astecas

Deus asteca do Sol e da guerra; sob sua imagem eram oferecidos sacrifícios humanos. Foi identificado com o Deus tolteca Quetzalcotl, a quem substituiu após a conquista asteca.

Apesar de praticarem sacrifícios humanos, os astecas são considerados pelos historiadores como um “povo culto”. Não sei então qual é o conceito de bárbarie.
Nota do autor

Diz a lenda que Huitzilopochtli nasceu vestido com roupas de guerra: um escudo, dardos e lançador de dardos azuis. Na cabeça ele usava uma pena com enfeites sobre as orelhas. Em seu pé esquerdo também tinha uma sandália adornado com plumas. Suas coxas e braços eram pintados de azul. Este evento raro ocorreu, porque a mãe de Huitzilopochtli, a deusa Coatlicue, que já tinha uma filha chamada Coyolxauhqui e outras quatrocentas crianças que se tornaram estrelas, chamadas Suristas, quando engravidou novamente, foi tocada por uma bola de penas que caiu do céu. Coyolxauhqui e seus quatro irmãos consideraram isto como um insulto e decidiram matar sua própria mãe. Quando a deusa Coatlicue descobriu os planos macabros de seus filhos ficou muito triste e vivia com medo, esperando a morte a todo momento, mas Huitzilopochtli, tranquilizou-a falando de seu ventre e ela se acalmou. Os Suristas estavam preparados para matar a sua mãe como se fosse uma guerra, mas um deles, chamado Quauitlicac, sentiu pena da mãe amada e falou ao feto, Huitzilopochtli, a traição que seus irmãos estavam preparando.Quando todos estavam prontos para matar sua mãe, nasceu Huitzipochtli, vestido para a guerra. Na hora do nascimento feriu gravemente sua irmã Coatlicue, então cortou a cabeça dela e atirou-a ao céu para que se tornara a lua, depois prosseguido perseguiu os Suristas e aqueles que não conseguiram fugir, matou e transformou em estrelas. Huitzipochtli, tirou todas as armas e roupas dos seus irmãos e colocou em cima do seu corpo para que mais tarde fossem seus distintivos de guerra.

2609-Evolução – Idéias Antigas, Idéias Fixas…


Era só um trabalho de ciências, mas acabou virando o livro mais polêmico de todos os tempos

Membros da Lennean Society bocejavam entediados no dia 1° de julho de 1858 ao ouvirem um trabalho sobre a evolução das espécies. O único comentário foi ” tudo o que há de correto em tal trabalho, não conbstitui novidade”. O desprezado relatório fora elaborado por Darwin e Wallace, ambos ausentes. Menos de um ano depois, o trabalho foi reapresentado como livro, causando violentíssima polêmica.
Nesse livro, Darwin apresenta evidências abundantes da evolução das espécies, mostrando que a diversidade biológica é o resultado de um processo de descendência com modificação, onde os organismos vivos se adaptam gradualmente através da selecção natural e as espécies se ramificam sucessivamente a partir de formas ancestrais, como os galhos de uma grande árvore: a árvore da vida.
A primeira edição, publicada pela editora de John Murray em Londres no dia 24 de Novembro de 1859 com tiragem de 1.250 exemplares, esgotou-se no mesmo dia, criando uma controvérsia que ultrapassou o âmbito académico. Um exemplar da primeira edição atinge hoje mais de 50 mil dólares em leilão.
A proposta de Darwin, que as espécies se originam por processos inteiramente naturais, contradiz a crença religiosa na criação divina tal como é apresentada na Bíblia, no livro de Génesis. As discussões que o livro desencadeou se disseminaram rapidamente entre o público, criando o primeiro debate científico internacional da história.
Antes de Darwin, acreditava-se que as espécies eram imutáveis. Atéo século 19 havia uma ignorância quase completa sobre os documentos geológicos e paleontológicos e a hipótese das espécies fixas não sofria muita oposição do ponto de vista científico. Para explicar o aparecimento das sucessivas faunas e floras, diziam que os cataclismos violentos haviam aniquilado certas espécies, seguindo-se a criação de outras que permaneciam até o cataclismo seguinte e assim por diante. Tais opiniões se opunham a Teoria da Evolução. Os gregos Anaximandro (século 6 aC, Empédocles (5aC) e Aristóteles (4aC); deram os primeiros passos para a compreensão da história da vida. Entretanto, suas contribuições eram mais para a descrição da natureza do que para a compreesão dos mecanismos de seu funcionamento. O conceito biológico que os filósofos gregos puderam formular foi o da progressão das formas orgânicas, das mais simples as mais complexas, nas quais se incluía o homem. Mas tal conceito era abstrato, não se prendendo a fatos que pudessem ser comprovados. Anaxágoras (500-428 aC), chegou a supor que animais domésticos se derivavam de similares selvagens; contudo, faltavam técnicas e materiais de pesquisa com que pudessem ultrapassar os limites da especulação. Com o advento do cristianismos, veio a idéia da espécie fixa, que dizia que os seres vivos eram criações imutáveis. A primeira objeção foi a de Santo Agostinho (354-430), que dizia ser a intervenção divina compatível com um mundo capaz de desenvolver-se.
Um ET na Pré-História?
Apesar de traços primitivos e do isolamento em que viveu durante milênios, o neanderthal parece ter sido tão desenvolvido quanto os ancetrais do homo sapiens, então, quem eram o neandertal? Seu 1° fóssil foi descoberto na Alemanha em 1956 e indícios demonstraram que coexistiu com o sapiens, há cerca de 90 mil anos. As 2 populações teriam habitado grutas vizinhas, a menos de 10 km uma da outra durante 60 mil anos. Tudo começou na África há5 milhões de anos com a aparição dos primeiros hominídeos. Não se sabe o que determinou o fim da longa era dos australopitecos. Possivelmente os primeiros sapiens surgiram na África e eram negros.Os mais antigos genes existentes se encontravam no organismo de pigmeus.