1623-Ondas e Corpúsculos


Tubos de Ensaio
Faraday, nascido em 1791, fez passar um jato de luz polarizada entre os polos de um eletroímã e constatou que esse jato fora desviado. Transmitiu seus conhecimentos a seu discípulo, o escocês Maxweel, emitindo a seguir a hipótese que o magnetismo se propagaria num éter semelhante ao da luz. Os cálculos da velocidade poderiam ser avaliados mediante a divisão da unidade de carga eletrostática (lei de Coulomb), e pela unidade de carga eletromagnética, o ampere. Dando mais um passo à frente, Maxweel afirmou em 1869 que as 2 espécies de ondas eram não somente análogas em velocidade, mas idênticas em natureza, a onda luminosa e o campo magnético. Maxweel não foi ouvido, mas a confirmação foi realizada por Henri Hertz, em 1888. William Crookes, de suas experiências concluiu que a eletricidade era constituída de partículas. Em 1895, o alemão Roentgrn, nascido em 1845, mostrou a sociedade de física de Berlim clichês onde se viam claramente os ossos das mãos, era o efeito dos raios Roengten, chamados de raios X. Tratava-se de vibrações eletromagnéticas mil vezes mais curtas que as da luz visível. JJ Thompson havia calculado a velocidade dos raios X, chegando ao resultado de 50 mil km/s. Em 1803, Proust (1754-1826) estabeleceu que a relação de pesos de 2 elementos se combinam para formar um corpo composto e invariável (Lei de Proust). Dalton empenhou-se em encontrar uma teoria que explicasse sua própria lei, como também a de Proust e a de Lavoisier, sobre a conservação da matéria e assim surgiu a teoria atômica, segundo a qual, todos os corpos são constituídos de átomos, “minúsculas esfereas indivisíveis, imutáveis, indestrutíveis”. Tal hipótese foi de encontro ao ceticismo de alguns, ao passo que entusiamava outros. Escreveu um certo JB Dumas: “Se dependesse de mim, retiraria do vocabulário científico a palavra átomo, visto que ela ultrapassa a experiência; e , em química, nunca se deve ir mais longe que a experiência”. Tal teoria permaneceu durante mais de 50 anos a espera de verificação experimental. Seria o átomo realmete indivisível e indestrutível? Em 1911, Rutherford descobriu o núcleo e propôs um esquema do átomo em que os elementos são vistos a gravitar ao redor do núcleo; o esquema foi corrigido em 1913 por Niels Bohr. Em 1919, o mesmo Rutherford bombardeou átomos de azoto com raios alfa, e obteve núcleos de oxigênio. Graças a aceleração das partículas, vê-se o azoto transformar-se em boro, o alumínio em fósforo, o glucínio em carbono, etc. Em 1944 foi provocada a cisão do urânio. Hoje sabemos que o átomo é uma estrutura infinitamente complexa.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s