005-Cinema: Inteligência Artificial



Filme de 2001

Inteligência Artificial
O filme foi um sucesso de bilheteria do ano de 2001, uma produção iniciada por Stanley Kubric e terminada por Spielberg e estreou com estardalhaço nos EUA em 29 de junho de 2001. Os pesquisadores tem quebrado a cabeça por anos na esperança de entender o que temos de tão especial que nos faz difíceis de copiar. O robô sentimental David do filme foi um projeto do professor Hobby da Cybertronics, ele se baseou no seu filho com o mesmo nome. O garoto Haley Joel Osment de “O sexto sentido”, dá um show de interpretação. Alguns temem que máquinas espertas e capazes de se reproduzir significarão o fim da humanidade, nos transformando em sucata orgânica obsoleta. Para o cientista Kurtzweil, que assistiu o filme do MIT, nos EUA; um robô criança com sentimentos que tenta conquistar o amor dos pais adotivos não tem nada de fantástico. Em 25 anos saberemos tudo sobre o cérebro humano e seremos capazes de reproduzi-lo com perfeição. Construiremos máquinas capazes de fazer tudo o que fazemos. Este cientista foi um garoto prodígio que construía computadores e aparecia na TV exibindo suas engenhocas. Em 1976 inventou uma máquina de leitura para cegos cujo o primeiro comprador foi Steve Wonder. Ele previu a explosão da Internet e acertou; em abril de 2001 faturou 500 mil dólares do prêmio Lamelson- Mit, uma espécie de Nobel da invenção. Ele prevê: “Em 2099, um chip de um centavo de dólar vai Ter uma capacidade de computação 1 bilhão de vezes maior que todos os cérebros humanos somados. Desde 1900 quando as primeiras máquinas de calcular foram inventadas, o poder de cálculo de um computador de mil dólares a cada geração tem o dobro da potência da anterior. E isso deve durar para sempre pois teremos cada vez mais ferramentas mais poderosas para construir computadores.” Já para 2029 um computador com o preço de um PC atual terá na capacidade do cérebro humano. Com a nonotecnologia, que é a construção de máquinas do tamanho de moléculas isso vai ser fácil. Os computadores irão ler toda a filosofia, literatura, história e ciência já publicadas, assistir a todos os filmes e vasculhar toda a Internet. UM homem poderia implantar em seu sistema nervoso, chips para melhorar a memória ou a capacidade de raciocínio, ou se preferir, escaneará o cérebro e depois fará um download para um robô que a partir daí herdará a sua inteligência, suas idéias e seu passado… Um artigo publicado em uma revista científica americana defende a idéia que máquinas inteligentes e auto-replicantes são perigosas porque fugirão do nosso controle. “…podemos estar criando ferramentas que possibilitarão a construção da tecnologia que substituirá a nossa própria espécie…” , tema de outro filme “O exterminador do futuro”. O que mais assusta é que robôs microscópicos seriam capazes de construir tudo, átomo por átomo. Se tais aparelhos forem regidos por inteligência artificial, terão vontade própria, e quem garante que não vai dar neles a vontade de destruir o mundo? O melhor seria proibir alguns tipos de pesquisa. Poderíamos ficar a mercê de robôs e virarmos escravos. Mas para um outro grupo de cientistas não é preciso se preocupar: quanto mais sofisticadas as máquinas, mais chance haverá dos programas darem pau , porquê terão que fazer operações mais complexas. O Deep Blue, por ex. derrotou o campeão mundial de xadrez , mas não sabe que tem que entrar em casa quando está chovendo. Um professor de programadores organizou um seminário e fez a seguinte pergunta: É 2001, onde está Hall? Uma referência ao clássico de ficção “2001, uma odisséia no espaço”, de 1968.

Inteligência artificial e as emoções

A idéia de inteligência artificial não é nova. No filme 2001, uma odisséia no espaço, considerado o maior clássico de ficção científica de todos os tempos, o computador Hall pede para não ser desligado. É um medo surpreendente e o que está por trás dessa cena é um assunto que tem tomado muito tempo e dinheiro dos institutos de pesquisa sobre inteligência artificial: a emoção das máquinas. A opinião da ciência é a de que as emoções podem submeter um computador a situações adversas, como humor e tristeza,
mas para se ter uma máquina capaz de tomar decisões inteligentes é preciso que ela saiba o que são e possa experimentar emoções. E necessário primeiro que possa identificar os sentimentos ao olhar para o rosto de uma pessoa através de suas expressões. No ano de 2001, o diretor Spielberg retomou o tema com o filme Inteligência Artificial, mas não parece estar perto o dia em que teremos máquinas inteligentes, capazes de tomar decisões, e devem-se se levar em consideração também os riscos que isso pode levar.

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