Dúvidas Sobre a Terapia Genética


Pega-se um gene capaz de corrigir uma doença e coloca-se dentro de um vírus, um especialista em invadir corpos alheios para infecta-los. Quando se retira a parte nociva do microorganismo, ele pode ser usado como agente para levar DNA curativo para o interior das células de um paciente, pelo menos era o que deveria ter acontecido com 1 jovem chamado Jesse Gelsinger, de 18 anos. Ele fora internado em setembro de 1999 num hospital da Pensilvânia e recebeu altas doses de vírus contendo um gene de nome OTC, que poderia eliminar substâncias tóxicas do seu organismo. A seguir teve febre e alterações cardíacas, vindo depois a falecer. Ao investigar o assunto, descobriu-se que apesar de ter sido a primeira morte, diversas experiências vinham apresentando problemas. A lista de complicações já superava os 10%. Transplantes de órgãos e outras práticas médicas também provocaram acidentes fatais na fase experimental, portanto, as pesquisas não foram interrompidas. O organismo do rapaz morto na Pensilvânia não conseguia eliminar do sangue a amônia, um resíduo tóxico que sobra depois da proteína dos alimentos ser aproveitada na digestão. O nome da doença é deficiência de ornitina transcarbamilase. Ele fazia parte de um grupo de 18 portadores da doença, todos receberam uma injeção de adenovírus, o culpado pelos resfriados comuns e dentro dos quais havia genes OTC, produtor de enzima capaz de eliminar a amônia. Os demais pacientes, embora não tenham obtido a cura, passam bem. Supõe-se que o organismo do rapaz tenha reagido de maneira exagerada á injeção do vírus.

  • A Terapia Gênica e o Tiro Pela Culatra
    Nunca se sabe onde o vírus vai jogar sua carga benéfica. Não é possível controlar em que parte do Genoma o curativo vai aterrisar. Se ele se intrometer na região que controla a proliferação da célula, se divide e pode criar um câncer. O organismo também pode encarar o micróbio como inimigo e ataca-lo, abortando a terapia. A USP vem realizando um trabalho com cães para tratar a distrofia muscular, retirando células da medula óssea do animal, inserindo nelas um gene depois de colá-las.
    Terapia brasileira contra a tuberculose: Ao ser introduzido num organismo, o bacilo da tuberculose produz antígenos, substâncias que avisam o corpo da invasão. São então colados a um plasmídeo, pedaço do DNA da bactéria. Ao entrar nas células do doente o DNA do bacilo gera muitos antígenos. O sistema de defesa, que já havia sido ativado pela presença do invasor, redobra a sua atenção. Ele entra em alerta máximo e liquida os causadores da tuberculose.
    Os transplantes só se tornaram rotina médica no século 20. Mito antes disso, em 1749, um naturalista francês conseguiu transplantar com sucesso pedaços da espora de galinhas jovens para a crista. Ele queria provar que era possível retirar partes do corpo de um animal e coloca-las em outro. Estava Certo.

El Barbárie no El Niño


Esqueletos por toda a parte no deserto peruano, a maior evidência de sacrifício humano: uma vala comum onde os mochicas, que dominaram a costa norte do Peru entre os séculos 1 e 8 e despejaram as vítimas de seus rituais. Eram guerreiros capturados em combate e imolados em grandes cerimônias públicas. Eles acreditavam que o sangue humano conteria o El Nino, um fenômeno meteorológico que, de tempos em tempos, enlouquece o clima do planeta. O fenômeno era violento e as cidades sofriam com as chuvas torrenciais e enchentes. Selvagens e ignorantes partiam para o sacrifício humano. Muita gente acreditava que martírios eram pura mitologia. Embora não parecessem tão ignorantes pelas pinturas e objetos artesanais, cometeram um grosseiro equívoco. O Deus sacrificador é uma figura comum entre as culturas andinas. Supõe-se que seu culto tenho começado há mais de 3 mil anos. Transformaram enormes faixas de deserto em terras cultiváveis, construindo, paradoxalmente, aquedutos comparáveis aos de Roma antiga. Os métodos de execução eram bem atrozes. Numa tumba, havia sinais claros de tortura antes da morte. Depois, os corpos apodreciam ao céu aberto. Os historiadores argumentam que nem só de assassinatos viviam os mochicas, pois suas obras de arte estão entre as mais espetaculares das América pré-hispânica. Estudos das capas degelo da Cordilheira dos Andes, mostraram que, alterações meteorológicas produziram secas que duraram 30 anos, esgotando os rios que abasteciam as cidades, que entraram em crise. O poder dos senhores mochicas foi ruindo como os seus templos de barro. No final do século 8, as últimas cidades foram abandonadas e o Deus pagão não voltaria mais a cortar cabeças.

O que é a distensão muscular?


Ocorre após um movimento exagerado. As fibras musculares rasgam o termo correto, portanto, é ruptura e não distensão. A dor é aguda, em seguida vem a dificuldade de contrair o músculo e o inchaço e o inchaço, horas depois o local fica roxo. O tratamento é repouso absoluto. Bolsas de gelo aliviam a dor. Antiinflamatórios são contra-indicados, eles retardam o processo de cicatrização das fibras. A recuperação é de 3 a 4 semanas. A acupuntura potencializa a ação dos analgésicos. Além disso, as agulhas estimulam a produção do colágeno, importante substância na cicatrização. Para evitar o problema, recomenda-se antes de iniciar exercícios, um pequeno aquecimento e alongamento.

Ciencia e Conciência – Pode-se Confiar nos Cientistas?


Uma teoria científica só se mantém quando demonstrada experimentalmente. Ninguém duvida que o Sol se encontra no centro de nosso sistema solar e que a Terra orbita em seu redor, mas de onde tiramos essa certeza? Ninguém pode ver a energia e no entanto, aceita-se que ela exista. A natureza tem o costume de enganar o homem, fazendo-o confundir o que existe de fato com produtos de sua imaginação. A Teoria da Geração Espontânea, foi derrubada, a do Vitalismo, idem. Os progressos no campo da biologia molecular com a descoberta do DNA como portador de informação genética, demonstraram com clareza que a vida se baseia em processos químicos que não se diferenciam de forma substancial dos processos químicos do mundo inanimado. A História da Teoria da Evolução está cheia de tais erros. O equívoco consiste em que as aptidões adquiridas não podem ser transmitidas aos descendentes. Poderá um dia a ciência descrever toda a realidade? Não, já que a ciência é limitada. Para Einstein, o micromundo é feito de objetos tão reais como uma mesa ou uma cadeira. Existe um profundo abismo na comunidade científica sobre a natureza da realidade. Os átomos com sua gang de partículas subatômicas talvez nem exista. Mas é perigoso acreditar em dogmas ou idéias com as de Erich Von Daniken de “Eram os deuses astronautas?”. Na pior das hipóteses, a ciência se baseia em experiências.